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INSS muda as regras para prova de vida e renovação de senhas dos beneficiários

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) alterou as regras para a prova de vida e renovação das senhas dos beneficiários. Assinada pelo presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, a resolução foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta terça-feira (26). A prova de vida é um protocolo que serve para garantir que o beneficiário ainda está […]

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) alterou as regras para a prova de vida e renovação das senhas dos beneficiários. Assinada pelo presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, a resolução foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta terça-feira (26).

prova de vida é um protocolo que serve para garantir que o beneficiário ainda está vivo e, por isso, deve continuar recebendo o benefício do INSS para o qual está cadastrado, como aposentadoria, por exemplo.

Alguns bancos realizam o procedimento próximo da data de aniversário da pessoa, enquanto outros preferem utilizar a data de aniversário do benefício. Cada instituição pode escolher o vencimento que desejar, desde que informe os clientes.

A partir de agora, a pessoa que recebe o benefício pode realizar a prova de vida e a renovação de senha por meio do atendimento eletrônico com uso de biometria ou identificação por funcionário da instituição financeira.

Para realizar a prova de vida, o beneficiário deve ir até a agência do banco em que recebe o depósito do INSS e apresentar um documento de identificação com foto. Depois disso, a instituição é obrigada a transmitir os registros ao INSS, utilizando o Protocolo de Pagamento de Benefícios em Meio Magnético.

Os beneficiários com idade igual ou superior a 60 anos vão poder solicitar a realização de prova de vida no INSS a partir da mudança.

Já aqueles que possuem dificuldade de locomoção e idosos com mais de 80 anos vão poder realizar a prova de vida em casa ou no local informado no requerimento. No caso de dificuldade de locomoção, é preciso enviar um pedido para a Agência da Previdência Social e apresentar atestado médico ou declaração emitida por hospital que comprove a necessidade da prova de vida em casa.

Todos os serviços precisam ser agendados na Central 135, Meu INSS ou canais disponibilizados pelo INSS.

A não realização da prova de vida pode bloquear o pagamento do benefício. O dinheiro é liberado assim que a pessoa atender à convocação.

Segundo o texto publicado no DOU, “a prova de vida e o desbloqueio de crédito realizado perante a rede bancária será realizada de forma imediata, mediante identificação do titular, procurador ou representante legal”. 

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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