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Instituto Marlin Azul divulga resultado do Curta Vitória a Minas II

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A coleção de histórias selecionadas traz uma diversidade de temas como relatos de vida, causos, crenças, proteção da natureza e da maternidade, empoderamento feminino, infância, dentre outras - Fotos: Divulgação

Dez moradores de cidades mineiras e capixabas do entorno da Estrada de Ferro Vitória a Minas viverão a experiência coletiva de fazer um filme. O Instituto Marlin Azul divulgou nesta quinta-feira (28/07) o resultado do Concurso de Histórias do Curta Vitória a Minas II. Os autores selecionados participarão de uma oficina audiovisual e, depois, voltarão para os municípios para gravação das histórias com o envolvimento e a mobilização dos moradores, num movimento de fortalecimento da comunidade e do território. A lista dos selecionados está disponível abaixo e no site https://curtavitoriaaminas.com.br/

Foram selecionadas histórias das cidades de Baixo Guandu, Colatina, Ibiraçu, João Neiva, no Espírito Santo, e Aimorés, Coronel Fabriciano, Ipatinga, Naque, e Nova Era, em Minas Gerais. O projeto de formação, produção e difusão audiovisual resultará na realização de dez curtas-metragens, de até 15 minutos, com roteiro, direção e produção dos autores.

O projeto quer a partir da oportunidade de contar uma história e transformar em filme envolver e mobilizar a comunidade de cada cidade em torno de um projeto cultural de realização coletiva, valorizando os talentos e as potencialidades locais.

O Curta Vitória a Minas II é patrocinado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com a realização do Instituto Marlin Azul, Secretaria Especial de Cultura/Ministério do Turismo.

Histórias

A diversidade marca o perfil das histórias escolhidas. O conjunto reúne temáticas como relatos de vida; infância; empoderamento feminino; causos; crenças; encontros e despedidas das viagens de trem; a simplicidade e os desafios da vida do campo; os laços familiares e até a história e a contribuição do movimento rock’n’roll do noroeste capixaba. A seleção traz assuntos como a riqueza das griôs, as guardiãs dos saberes e fazeres ancestrais; e a proteção e preservação das águas e das matas.

Outro tema que despertou a atenção para a realização de uma obra audiovisual foi a experiência de projetos sociais no acompanhamento e na proteção de gestantes em situação de vulnerabilidade social, a defesa do parto humanizado e o combate à violência obstétrica. Para selecionar as histórias, a comissão integrada por profissionais do audiovisual considerou critérios como o grau de originalidade do texto e o interesse gerado pelo tema.

Curso e Gravação

O Curso de Formação Básica será realizado no período de 04 a 18 de setembro a partir de aulas presenciais. Os autores participarão de uma imersão audiovisual com aulas teóricas e práticas ministradas por profissionais de renome do cinema, da televisão e do jornalismo. Os participantes estudarão conteúdos sobre roteiro, direção, direção de fotografia, produção, som, direção de arte, edição, finalização e mobilização comunitária.

Após as oficinas audiovisuais, os autores retornarão aos municípios de origem para organização das filmagens com base no roteiro e o no plano de produção elaborados no decorrer do curso. Nesta etapa de gravação, o selecionado mobilizará membros da comunidade para participarem da experiência de gravar o filme, integrando funções técnicas ou artísticas, com o acompanhamento de profissionais e com o suporte de equipamentos de fotografia e de som do projeto. Na sequência, os filmes passarão pela etapa de montagem e de finalização, sempre sob a direção do autor selecionado.

Exibição

A terceira etapa do Curta Vitória a Minas II será a exibição dos documentários e ficções para as comunidades em sessões abertas e gratuitas. Um circuito de difusão com telonas de cinema percorrerá ruas e praças das cidades para apresentar os curtas feitos pelos moradores durante o processo de formação e produção. Em seguida, as obras serão inscritas em mostras e festivais audiovisuais de todo o país, possibilitando a divulgação e a visibilidade dos conteúdos para outros públicos.

Os selecionados

Nome: Ademir de Sena Moreira

História: O Tempo Era 1972

Cidade/Estado: Naque (MG)

 

Nome: Ana Paula da Conceição Imberti

História: Sem Título

Cidade/Estado: Ibiraçu (ES)

Nome: Edmar Souza Moreira

História: O Dia dos Peixes

Cidade/Estado: Coronel Fabriciano (MG)

Nome: Elisangela Bello Pereira Barcellos

História: Lia, Entre o Rio e a Ferrovia

Cidade/Estado: Aimorés (MG)

Nome: Jaslinne Pyetra Matias dos Santos

História: Um Ponto Rotineiro

Cidade/Estado: Baixo Guandu (ES)

Nome: Luan Ériclis Damázio da Silva

História: O T-Rex e a Pedra Lascada

Cidade/Estado: João Neiva (ES)

 

Nome: Luciene da Conceição Mendes Crepalde

História: Dezinha e sua Saga

Cidade/Estado: Nova Era (MG)

Nome: Nilo José Rezende Tardin

História: Colatina, a Princesa do Rock

Cidade/Estado: Colatina (ES)

Nome: Patrícia Araújo Azevedo Alves

História: “Um Olhar para a Maternidade”

Cidade/Estado: Coronel Fabriciano (MG)

Nome: Rita de Cacia Bordone

História: Santa Cruz

Cidade/Estado: Ipatinga (MG)

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MPES obtém liminar para o não pagamento de reajuste de plano de saúde para quem tem mais de 60 anos

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Uma liminar obtida pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) em desfavor da Unimed prevê que operadora de plano de saúde adeque os contratos vigentes modificando cláusula que disponha: “Os clientes com idade a partir de 61 anos e que tiverem permanecido como contratantes de um dos planos de saúde administrados pela operadora por pelo menos 10 anos consecutivos, estarão isentos do aumento decorrente de modificação de faixa etária”.

A Ação Civil Pública (ACP) foi proposta pelo 35º promotor de Justiça Cível de Vitória e se refere a contratos antigos, em que ainda havia o reajuste por faixa etária aos 60 anos ou mais. No entanto, muitos consumidores ainda possuem o contrato com esta versão.

Deste modo, foi determinado, em sede liminar, que a Unimed adeque os contratos vigentes para modificar a cláusula de modo que passe a constar que tal isenção é aplicável a todos os consumidores com idade acima de 60 anos, inclusive aqueles que acabaram de completar 60 anos de idade, bem como a suspensão da cobrança de reajuste por faixa etária aos consumidores que completaram 60 anos de idade e que, naquele momento, mantinham contrato com a operadora há mais de 10 anos.

A decisão liminar também prevê a obrigatoriedade de a Unimed juntar aos autos todos os contratos e listagem dos consumidores que se encontraram nessa situação. Além disso, fica a operadora de plano de saúde obrigada a divulgar essa decisão aos consumidores pelas formas mais amplas, inclusive no site e redes sociais próprios.

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