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Inverno começa com sol e temperatura mais alta no Rio de Janeiro

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Termômetro na areia
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Termômetro na areia

O inverno chega nesta terça-feira, às 6h14, e no Rio ele começa sem previsão de chuva. A expectativa, de acordo com o Sistema Alerta Rio, do Centro de Operações Rio (COR), é que o tempo seco, característica da estação, prevaleça pelos próximos meses. Segundo meteorologistas, o volume das chuvas previstas para o inverno não está fora do habitual, mas haverá semanas com frentes frias. Massas de ar frio, vindas do sul do continente, provocarão queda acentuada da temperatura, resultando em valores médios inferiores a 22 graus sobre a parte leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil. Quem ainda não tirou o casaco do armário pode se preparar.

A previsão da Climatempo é de que o estado do Rio tenha um inverno com volume de chuva dentro da média normal nos meses em julho e agosto . Mas, em julho, o litoral norte do Rio de Janeiro deve ter um pouco mais de chuva do que a média. Já setemebro deve ser mais seco e mais quente do que o normal para o período. A previsão é de que ocorra uma onda de calor na segunda quinzena desse mês.

“Várias frentes frias vão passar pelo Rio de Janeiro no decorrer deste inverno, mas nem todas vão provocar um período prolongado de baixas temperaturas ou deixar tempo chuvoso. O Rio vai sentir a atuação de ventos marítimos que ganham força com a passagem das frente frias. Esses ventos injetam umidade sobre o estado e em vários dias poderemos ter muitas nuvens e chuva frequente, às vezes de moderada intensidade. Por ser um estado litorâneo, o Rio de Janeiro sente com mais força e frequência estas infiltrações de umidade marítima”, informou a meteorologista Josélia Pegorim.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta sobre os riscos de queimadas e incêndios florestais por causa dos baixos índices de umidade relativa do ar. Assim como mais casos de doenças respiratórias, o que aumenta a importância de manter a hidratação do corpo em dia bebendo água.

Mozart Salvador, meteorologista do INMET, diz que, no inverno, a região sudeste (onde está localizado o Rio de Janeiro) costuma ter baixos índices de chuva, chegando a 0mm de água em algumas regiões “as temperaturas devem ficar dentro de suas características médias, temperaturas mais amenas que são típicas da época do ano”, disse.

As previsões, segundo a meteorologista Josélia Pegorim, indicam que seja um inverno semelhante ao de 2021 no Rio de Janeiro, terceiro ano consecutivo com influência do La Niña.

“Teremos uma onda de frio forte na virada de junho para julho, outra ainda na primeira quinzena de julho e uma terceira no fim de julho. É bastante provável que estas três ondas de frio alcancem o Rio de Janeiro e provoquem queda de temperatura acentuada. É possível que, em pelo menos duas destas ondas de frio, a região serrana do Rio tenha temperaturas em torno ou um pouco abaixo dos 10°C. Em julho, não se poderia descartar a chance de geada”, concluiu.

O fenômeno La Niña continua atuando durante todo o inverno de 2022 , que começa hoje (dia 21) e termina em setembro, com fraca a moderada intensidade. Segundo o Clima Tempo, “pode impactar na redução do volume e da frequência de chuva na Região Sul do Brasil, aumentar a chuva no extremo norte do país, afetando o nível dos rios da bacia amazônica e aumentar a frequência de passagens de frentes frias pelo centro sul do Brasil, mas a maioria das frentes frias são oceânicas e poucas conseguem ter influência relevante no interior do país”.

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Datafolha: Fernando Haddad tem rejeição de 35% em SP; França tem 20%

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 Levantamento aponta que 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito de São Paulo
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Levantamento aponta que 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito de São Paulo

Pesquisa do Instituto Datafolha divulgado nesta quinta-feira aponta que o ex-prefeito de São Paulo  Fernando Haddad (PT) é o mais rejeitado entre os pré-candidatos ao governo de São Paulo. 

De acordo com o levantamento, 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito, que mantém a dianteira na disputa ao Palácio dos Bandeirantes.

Haddad é seguido pelo ex-governador Márcio França, do PSB, cuja rejeição é de 20%. O socialista, no entanto, deve sair de cena para concorrer ao Senado, de acordo com aliados. Se o cenário sem França se confirmar, Haddad sobe de 28% para 34% das intenções de voto.


O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), e o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) apresentam menor rejeição. Não votariam em nenhum dos dois 16% dos paulistas. No entanto, ambos são desconhecidos da maior parte do eleitorado.

O Datafolha ouviu 1.806 pessoas com mais de 16 anos de 28 a 30 de junho no estado, aferindo dados com uma margem de erro de dois pontos para mais ou menos. O levantamento, contratado pelo jornal Folha de S.Paulo, foi registrado com o número SP-20523/2022 no Tribunal Superior Eleitoral.

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Fonte: IG Nacional

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