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Investidor de criptomoedas morto usava Deus e história pessoal para ‘inspirar’

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Wesley Pessano exibindo seu carro
Reprodução/Instagram

Wesley Pessano exibindo seu carro

O investidor em criptomoeda assassinado na Região dos Lagos, Wesley Pessano, de 19 anos, usava sua história pessoal para inspirar as pessoas no Instagram. Pessano foi executado dentro do seu Porsche Boxster quando chegava para cortar o cabelo na Rua Marechal Castelo Branco, no bairro São João, em São Pedro da Aldeia. Ele foi baleado quando um outro veículo emparelhou nesta quarta-feira.

“Rapaziada, cresci ouvindo que Deus sempre quis me abençoar com as riquezas do melhor. Confesso que nunca entendi, pois olhava ao meu redor e não via as “tais bençãos da riqueza”. Muito pelo contrário”, escreveu ele em uma publicação no dia 4 de setembro do ano passado com o objetivo de inspirar as pessoas.

No mesmo post, ele afirmou “Só então entendi que Deus nos abençoa com grandiosidades se estamos preparados para recebê-las”. Há ainda outra publicação em que o trader cita Deus, ao dizer que fez mais de 30 mil reais ao vivo para 200 pessoas em uma live, “mesmo com diversas pessoas ali desacreditando. Mas Deus está comigo e eu sei que ele não falha!”, escreveu.

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Wesley afirmava que começou a ganhar dinheiro aos 18 anos, e que antes recebia 400 reais por mês trabalhando 6h por dia com telemarketing. “Hoje, consigo tirar até o dobro do que eu recebia em apenas um dia”, escreveu.

Ele oferecia ainda uma série de encontros presenciais de mentorias sobre investimento em criptomoedas que chamava de “imersão”, e que chegou a acontecer em oito estados durante o ano passado, segundo suas publicações.

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Dona de cão que morreu após voo diz que fará registro na delegacia contra Latam

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Cachorro de Gabriela, morto em ponte aérea
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Cachorro de Gabriela, morto em ponte aérea

A estudante Gabriela Duque, de 24 anos, dona do cão que morreu no dia 14, após um voo de São Paulo com destino ao Rio , pretende levar o caso à polícia. Com o registro de ocorrência contra a companhia aérea Latam, ela pretende conseguir mais provas do que ocorreu, como o acesso a câmeras de segurança do aeroporto do Galeão, por exemplo, onde o pet desembarcou. Em nota divulgada nesta terça-feira numa rede social, a jovem já tinha anunciado a possibilidade de levar o caso à Justiça.

O cão Zyon tinha 2 meses e 4 dias. Segundo nota divulgada para a imprensa, o animal vinha de um canil , em São Paulo, com destino ao aeroporto do Galeão, no Rio. Gabriela contou, por meio de uma publicação em seu Instagram, que o embarque no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, aconteceu às 13h, e chegou ao Rio às 13h52. Mas somente às 15h30 o cachorro foi entregue à dona, já com dificuldades de respiração.

Após duas horas de espera, Gabriela contou que foi acompanhada por um dos funcionários da companhia em direção ao hospital veterinário. Lá, o cão, ainda com vida, foi diagnosticado com hipertermia, hiperglicemia e problemas de oxigenação. Segundo a nota, Zyon não resistiu e faleceu horas depois da internação. No atestado de óbito, a causa da morte foi determinada como parada respiratória.

Na terça-feira, a companhia aérea divulgou nota informando que seguiu todos os protocolos nacionais e internacionais para a locomoção do pet.

Leia a íntegra da nota:

“Nós da LATAM nos sensibilizamos muito com o que aconteceu e estamos em contato com a cliente Gabriela desde o desembarque do animal, prestando toda assistência necessária até o momento presente.

A empresa esclarece ainda que seguiu todos os procedimentos de aceitação e transporte do pet que atendem rigorosamente aos regulamentos de autoridades nacionais e internacionais.

Desde o embarque no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), o pet foi acompanhado de acordo com os mais rígidos protocolos de segurança, aguardando em ambiente refrigerado até a entrada na aeronave e permanecendo hidratado ao longo do trajeto.

Logo após o pouso, ainda dentro do kennel (caixa de transporte), a nossa equipe do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) identificou que o animal encontrava-se com sinais de mal-estar e, imediatamente, atuou para que ele fosse transportado a uma clínica veterinária em uma van dedicada e em tempo mais rápido do que o padrão para esta operação. Vale ressaltar que, da pista do aeroporto até o terminal de cargas, são 7,5 km e o trajeto deve ser percorrido em até 20 km/h.

Reforçamos que o pet não foi exposto ao sol ou passou calor e, que, nossa equipe esteve junto dele e de sua tutora durante todo o atendimento, e se manteve disponível via telefone inclusive após a internação do pet.

Esclarecemos que a LATAM obedece às mais restritas normas de segurança para transportes de pets, seguindo procedimentos baseados no Regulamento de Animais Vivos da IATA e tendo protocolos ainda mais rígidos que a portaria 93 do IBAMA, garantindo uma execução segura em todas as etapas do processo de transporte. Salientamos ainda que a operação ocorreu respeitando os intervalos de tempo seguros desde a entrega do pet à equipe da LATAM, inclusive após o desembarque.

A companhia reitera que a segurança é um valor inegociável, reforçando que se solidariza com a tristeza vivida pela cliente e que fará tudo que está ao seu alcance para oferecer a assistência necessária neste momento. A LATAM permanece em contato com a Gabriela, que sinaliza compreensão quanto ao posicionamento e procedimentos adotados pela companhia.”

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