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Invicto em 2019, Vasco vence o Serra-ES e avança na Copa do Brasil

O Vasco venceu o Serra-ES por 2 a 0 nesta quarta-feira (20), no estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES), e avançou para a terceira fase da Copa do Brasil. De quebra, ainda manteve sua invencibilidade na temporada. Sem sustos, a equipe cruzmaltina dominou a partida e mostrou entrosamento, com boas trocas de passes. Já o […]

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O Vasco venceu o Serra-ES por 2 a 0 nesta quarta-feira (20), no estádio Kléber Andrade, em Cariacica (ES), e avançou para a terceira fase da Copa do Brasil. De quebra, ainda manteve sua invencibilidade na temporada.

Sem sustos, a equipe cruzmaltina dominou a partida e mostrou entrosamento, com boas trocas de passes. Já o modesto Serra demostrou fragilidade e ficou recuado mesmo após sofrer o primeiro gol, aos 26min da etapa inicial, em cabeceio de Lucas Mineiro.

O segundo tento vascaíno saiu aos 47min do segundo tempo, com Ribamar.

Com o resultado, o Vasco já soma oito vitórias e um empate em 2019. Sendo que no Campeonato Carioca, no qual foi campeão da Taça Guanabara, o clube segue com 100% de aproveitamento.

Agora, o time carioca aguarda o vencedor do confronto entre Avaí e Brasil de Pelotas, em 7 de março, para a próxima fase da Copa do Brasil.

No próximo sábado (23), o Vasco volta às atenções para o estadual, onde estreia na Taça Rio já com um clássico contra o Botafogo, às 19h30, no Nilton Santos.

SERRA-ES

Walter, Gilmar Baiano, Alex, Renato Oliveira e Peu; Caetano, Guilherme Pitty (Diogo Noronha) e Emílio (Darlan); Rodrigo Pardal, Lessinho (Madison) e Rael. T.: Cleiton Marcelino

VASCO

Fernando Miguel, Raúl Cáceres, Werley, Leandro Castan e Danilo Barcelos; Lucas Mineiro, Raul, Yago Pikachu, Bruno César (Rossi) e Marrony (Yan Sasse); Maxi Lopez (Ribamar). T.: Alberto Valentim

Estádio: Kléber Andrade, Cariacica (ES)

Juiz: Vinicius Gonçalves Dias (SP)

Cartões amarelos: Peu, Caetano (SER); Raúl Cáceres, Maxi Lopez (VAS)

Gols: Lucas Mineiro (VAS), aos 26min do primeiro tempo (VAS); Ribamar (VAS), aos 47min do segundo tempo

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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