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Política

Isolado, Rigoni não vê possibilidade de eleição ao Governo do ES e disputará reeleição para deputado federal

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Felipe Rigoni - Foto: União Brasil ES

O deputado federal, Felipe Rigoni (União Brasil), anunciou em carta endereçada aos eleitores capixabas que desistiu de sua candidatura ao Palácio Anchieta. O comunicado ocorreu nesta quarta-feira (27). No texto, o deputado informa que irá concorrer à reeleição a deputado federal.

A desistência de Rigoni já era esperada pelo mercado político capixaba. O deputado seguia isolado em sua tentativa de levantar o União Brasil no Espírito Santo. No texto, Rigoni afirma que o ciclo de renovação precisa mais dele no Congresso.

A desistência ocorre dias antes de várias convenções partidárias e em meio à movimentação de bastidores que mostram que o deputado estadual Erick Musso (Republicanos) também deverá desistir de concorrer ao Governo do Estado do Espírito Santo, optando por disputar uma vaga no Senado.

Segundo informações, Musso entraria na disputa no lugar do ex-prefeito de Colatina, Sérgio Menegueli, que passaria a disputar uma vaga de deputado federal.

No meio político, a candidatura de Rigoni era considerada impraticável, devido ao seu isolamento e falta de aliados de peso, resultante da debandada da família Ferraço do União Brasil, depois que Rigoni foi confirmado presidente da legenda no Espírito Santo.

“Ninguém consegue governar um país ou um estado sem uma construção coletiva. Como deputado federal confirmo meu compromisso com o Brasil e com o Espírito Santo: trabalhar pela renovação do estado, com mais justiça social e oportunidades para todos”, conclui a nota de Felipe Rigoni.

Confira na íntegra o comunicado do deputado Felipe Rigoni:

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Projeto cria programa de acompanhamento de pacientes de câncer de mama

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O Senado aprovou hoje (10) o projeto que cria um programa de acompanhamento de pacientes com câncer de mama, para prestar orientação e tornar mais ágeis o diagnóstico e o tratamento. O projeto de criação do Programa Nacional de Navegação de Pacientes para Pessoas com Neoplasia Maligna de Mama volta à Câmara dos Deputados para nova análise, uma vez que foi modificado pelos senadores.

O texto estabelece a criação do programa no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e integrado à Política Nacional de Atenção Oncológica, com medidas de agilidade no atendimento, diagnóstico e tratamento da doença. Segundo o projeto, o diagnóstico deve ser viabilizado em menos de 30 dias. Depois de diagnosticado, o paciente deve ter o tratamento iniciado em até 60 dias.

A navegação é o acompanhamento dos casos de suspeita ou de confirmação da doença com abordagem individual e orientações a cada paciente. De acordo com o relatório, os navegadores atuam como uma ponte entre o paciente, o estabelecimento de saúde e os recursos da comunidade.

“Somos favoráveis à iniciativa legislativa e esperamos que seja transformada em lei para beneficiar as pessoas com câncer de mama que dependem do SUS. Essas pessoas precisam enfrentar as inúmeras barreiras que costumam impedi-las de exercer seu direito à saúde, garantido pela própria Constituição Federal, especialmente no caso dos doentes pertencentes às camadas mais vulneráveis da população brasileira”, diz o relatório.

O projeto, oriundo da Câmara sofreu alterações e voltará àquela Casa para nova análise. Uma das emendas incluiu no texto a determinação de que a equipe de saúde mantenha contato com o paciente por telefone e por e-mail além de garantir a ele o direito de entrar em contato sempre que tiver necessidade de esclarecer suas dúvidas ao longo do tratamento. A outra emenda determina que o programa deve estar integrado à Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas.

A aprovação do projeto ocorreu no dia reservado à votação de propostas voltadas aos interesses e direitos da mulher. O dia de hoje foi escolhido em comemoração aos 16 anos da Lei Maria da Penha, completados no dia 7 de agosto.

* Com informações da Agência Senado

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Política Nacional

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