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Isolamento na cidade de SP chega a 80% em feriado antecipado, diz prefeitura

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Coletiva da Prefeitura de SP
Foto: Reprodução/Internet

Coletiva da Prefeitura de SP

O feriado prolongado de dez dias na cidade de São Paulo, que terminou no último domingo (4), resultou na taxa de isolamento de 80% no município, de acordo com dados apresentados, nesta quinta-feira (8), pela prefeitura da capital paulista.

O objetivo da medida era aumentar os índices de distanciamento e reduzir a circulação de pessoas no município para combater a disseminação do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

De acordo com a gestão municipal, quatro índices foram analisados para chegar ao número do isolamento, em uma metodologia própria da gestão municipal. O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa da prefeitura de São Paulo.

O secretário de Governo, Rubens Rizek, afirma que são observadas as “catracadas” nos ônibus, a quantidade de carros nas ruas da cidade, a estimativa de lentidão no trânsito e um apanhado da emissão de notas fiscais de diversos serviço na capital paulista. 

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Ainda de acordo com Rizek, o isolamento social antes de o estado entrar na fase vermelha do Plano São Paulo, no dia 6 de março, era de 40% e evoluiu para 60%. Durante o período do feriadão, ele afirma que a taxa chegou ao nível “extremamente satisfatório” de 80%.

“Estávamos com isolamento não suficiente na cidade, na ordem de 40%, aquém do que as equipes recomendam. Isso, antes das medidas restritivas do governador João Doria. Quando a fase emergencial é implementada, o isolamento sobe para 60%, mas quando o prefeito agrega medidas na semana passada, o índice fica absolutamente satisfatório e chegamos a um indicador de mobilidade e isolamento em 80%”, afirmou Rizek.

Isolamento na capital paulista
Foto: Reprodução/Prefeitura de SP

Isolamento na capital paulista

Apesar de considerar os números “um sucesso”, a metodologia é muito diferente dos índices contabilizados pelo sistema de monitoramento do governo estadual.

De acordo com o índice estadual, na cidade de São Paulo, nos dias em que foram antecipados os feriados, a taxa de isolamento não mudou, na comparação com a semana anterior aos feriados, e variou entre 43% e 47%.

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Câmara desiste de pedir afastamento de Jairinho da Comissão de Redação e Justiça

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Vereador Dr. Jairinho é padrasto do menino Henry Borel, que morreu no dia 10 de março
Renan Olaz / Divulgação CMRJ

Vereador Dr. Jairinho é padrasto do menino Henry Borel, que morreu no dia 10 de março

A Mesa Diretora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro decidiu que não irá mais pedir o afastamento do vereador e padrasto do menino Henry Borel , Dr. Jairinho (ex-Solidariedade), da Comissão Permanente de Redação e Justiça . A medida havia sido anunciada na última quinta-feira (8), pelo presidente da Casa, Carlo Caiado (DEM). As informações são da CNN Brasil .

Segundo a publicação, a mudança foi uma orientação da Procuradoria da Casa, com o objetivo de evitar uma batalha judicial que, mais para frente, possa mantê-lo como um integrante da Comissão. O  vereador está em prisão temporária (30 dias), assim como a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros. Enquanto Jairinho estiver preso, ele não poderá participar das atividades do órgão.

Segundo a Mesa Diretora, a nova orientação é aguardar que a prisão temporária faça com que o vereador perca as sessões regulares da comissão, sendo excluído do órgão por faltas, de acordo com o artigo 64 dos termos de regimento: “Os membros das comissões permanentes serão destituídos caso não compareçam a cinco reuniões ordinárias consecutivas”. Até lá, Jairinho não será substituído na comissão. Em sua ausência, o vice-presidente Inaldo Silva (Republicanos) assume o comando interinamente. Assim, o vogal Thiago K. Ribeiro (DEM) subirá para o posto anteriormente ocupado por Inaldo.

A Mesa Diretora aguarda a resposta do Tribunal de Justiça em relação ao pedido de acesso aos autos realizados na última quinta, para embasar uma possível representação. Caso o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar decida fazer essa representação, a Comissão de Justiça e Redação terá cinco dias para analisar os aspectos jurídicos, legais e regimentais do documento. Em caso de parecer favorável, o processo avança, caso contrário, vai para arquivo.

Ao receber o documento, a comissão terá que analisar os requisitos formais do processo e envio de um parecer ao Conselho de Ética, se concordar.

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