conecte-se conosco


Cidades

Jogador de futebol é baleado por desconhecido em Domingos Martins

O jogador de futebol amador Washington Reis Batista, 31 anos, do Bairro Gurigica, Vila Velha, foi atingido por um tiro de pistola no braço e outro nas costas. Os disparos foram desferidos por uma pessoa desconhecida dele e dos demais colegas da equipe do clube BAVI. O atirador adentrou o gramado do Estádio Rogério Erlacher, […]

Publicados

em

O jogador de futebol amador Washington Reis Batista, 31 anos, do Bairro Gurigica, Vila Velha, foi atingido por um tiro de pistola no braço e outro nas costas. Os disparos foram desferidos por uma pessoa desconhecida dele e dos demais colegas da equipe do clube BAVI.

O atirador adentrou o gramado do Estádio Rogério Erlacher, em Paraju, e disparou a arma contra Washington há poucos minutos do início da partida, nesta tarde de domingo (10). Ele fugiu do local em companhia de outros dois homens, igualmente desconhecidos.

No campo de futebol do distrito haveria uma partida amistosa contra o time local quando tudo se desfez. O jogador e os colegas disseram para os agentes da Polícia Militar de Domingos Martins e Marechal Floriano que todos foram surpreendidos com a chegada do atirador e de dois colegas.

Enquanto o homem que atirou fugia junto aos outros dois homens após os tiros, o jogador ferido era atendido pelos próprios colegas do time de futebol que o transportaram em um carro de passeio até a Policlínica Ary Ribeiro da Silva, em Marechal Floriano.

Os policiais militares acionados Vander, Meneghelli, Pinheiro e Maiko acompanham toda a situação até na Policlínica onde o jogador foi atendido pelo médico Renan Borlot. A vítima seria encaminhada por uma ambulância do SAMU até um hospital da Grande Vitória.

Os colegas da vítima disseram aos policiais que desconheciam os dois homens que estavam com o que atirou, e que também é desconhecido de todos os jogadores. Outra equipe da PM está no local realizando buscas para efetuar a prisão do homem, que jamais foi visto pelos colegas da vítima.

Texto: Roberly Pereira / Foto: Roberly Pereira

Montanhas Capixabas

Comentários Facebook
Propaganda

Cidades

Itapemirim celebra hoje (27) seus 207 anos de emancipação política

Publicados

em

Por

Itapemirim celebra 207 anos de emancipação política neste dia 27 de junho - Foto: Reprodução/Web

Itapemirim iniciou-se com uma grande fazenda de açúcar no litoral e ao longo do século XIX, seu território abrangeu todo o sul do estado. Em 27 de junho de 1815, emancipou-se através do Alvará n° 55, editado pelo então príncipe regente de Portugal, D. João.

Itapemirim, “caminho de pedra pequena”, por séculos, foi cenário de revoltas e de conquistas, de sonhos e de delírios, de declínios e de progresso e, outrora, abrangia todo o sul do Espírito Santo até Mariana/MG e Campos dos Goytacazes/RJ. É um celeiro histórico e, há dois séculos vem encantando moradores, além de turistas do mundo inteiro por sua exuberante natureza.

O próprio imperador do Brasil, D. Pedro II, em 1860, registrou em seu diário de viagem, as belezas e monumentos naturais da região. O monarca não só escreveu sobre Itapemirim, como desenhou os perfis das serras do Frade e a Freira, mencionou o Monte Aghá e a Ilha dos Franceses, além de visitar a Matriz Nossa Senhora do Amparo.

Indiscutivelmente, Itapemirim é um município fascinante por seu relevo e diferentes características: planaltos e planícies; mar e montanhas; magníficas paisagens naturais; crepúsculos, nascente no oceano ou poente nas colinas; praias de águas cristalinas; Lagoa Guanandy e sua sedução e; fragmentos da mata atlântica e seu bioma atraem visitantes de vários estados brasileiros e até de outros países.

Seu passado de lutas e de glórias, bem como, toda a sua trajetória, desde a colonização aos dias atuais, foi comemorado com festejos durante 2015, ano em que se celebrou o bicentenário de emancipação política dessa terra, originalmente, habitada por índios e, cuja construção e desenvolvimento se devem ao trabalho escravo do negro africano e à imigração europeia.

Colonizado por grandes fazendeiros, com o decorrer dos anos, foi dominado por coronéis, onde reinaram, majestosamente, barões! Do passado, fotografias amareladas pelo tempo rememoram fatos históricos e narram memoráveis registros, como, entre outros, a recepção da Nobreza, onde a Família Real foi acolhida com honraria, tanto na Vila, quanto na Colônia de Rio Novo.

Carrega consigo a missão de manter tradições. Um dos exemplos é a música dançada ou a dança musicada. Antes mesmo da vinda da comitiva do imperador D. Pedro II e da imperatriz, Teresa Cristina, Itapemirim vê perdurar uma rica cultura de origem africana – o genuíno jongo, este que sobrevive a percalços, sem se sucumbir à contemporaneidade. E para homenagear Itapemirim, esse grande palco que por um bicentenário, cotidianamente, reacende as luzes da ribalta para encenar tantos e belos espetáculos, a cada sessão, os munícipes aplaudem a terra mãe dos municípios sul capixabas. Parabéns, Itapemirim!

Comentários Facebook

Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana