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Jonas Amaral agressor de Jane Cherubim pode pegar até 30 anos de prisão

O vendedor Jonas Amaral, de 34 anos, que espancou, torturou e abandonou a namorada, Jane Cherubim da Silva, 36 anos, às margens de uma rodovia em Forquilha do Rio, comunidade que faz divisa entre Espera Feliz e Pedra Menina, distrito de Dores do Rio Preto, pode pegar até 30 anos de detenção por tentativa de feminicídio, […]

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O vendedor Jonas Amaral, de 34 anos, que espancou, torturou e abandonou a namorada, Jane Cherubim da Silva, 36 anos, às margens de uma rodovia em Forquilha do Rio, comunidade que faz divisa entre Espera Feliz e Pedra Menina, distrito de Dores do Rio Preto, pode pegar até 30 anos de detenção por tentativa de feminicídio, segundo Edilma de Oliveira, titular da Delegacia de Proteção à Mulher, de Cachoeiro de Itapemirim.

O caso aconteceu na madrugada da última segunda-feira e a motivação, segundo acredita a família, teria sido uma crise de ciúmes.

Jane foi encontrada desacordada, seminua, torturada e desfigurada às margens da rodovia que dá acesso ao Parque Nacional do Caparaó, pelo lado do Espírito Santo. O carro do acusado foi encontrado pouco depois, na mesma rodovia.

De acordo com Salvador Cherobin da Silva, irmão de Jane, seu outro irmão, Cleiton Cherobin, que é gerente da choperia onde Jane e Jonas trabalhavam, desconfiou de algo teria acontecido quando à esposa relatou ter visto que o carro em que estava o casal seguiu pelo sentido contrário de Espera Feliz, onde Jane e Jonas residiam.

Segundo a família, Jane namorava com Jonas há cerca de um ano e meio. Ela trabalha como vendedora em uma loja de calçados em Espera Feliz e aos finais de semana ajuda o irmão no comércio que fica no interior de Dores do Rio Preto.

Cleiton ligou diversas vezes para Jane e, em uma das tentativas, quem atendeu muito nervoso foi Amaral, dizendo que haviam brigado e desligou o telefone.

Salvador estava em casa e foi acionado por Cleiton. Juntos eles foram até a casa da irmã, mas não a encontraram. Os irmãos passaram a procurar por Jane e acharam a mulher às margens da rodovia, muito ferida e desacordada. Antes disso, eles foram à casa do pai do acusado, que recebeu uma ligação do filho avisando o que tinha feito, mas não disse seu paradeiro.

“Foi chocante, achei minha irmã praticamente morta, muito ensanguentada, uma situação muito difícil”, afirmou, ainda muito abalado, Salvador.

“Quase enlouqueço quando vejo minha irmã neste estado”, diz irmão da vítima

Os irmãos socorreram a mulher para o Hospital de Espera Feliz, mas devido ao estado delicado de Jane, ela foi transferida para o Hospital de Carangola, onde continua internada, mas não corre risco de morrer. E ainda não tem previsão de alta.

“Ela está melhorando, mas ainda não consegue abrir os olhos e a boca, está muito machucada. Ela também está com dificuldades para respirar. Deve ficar internada por mais uns 10 ou 15 dias. Ela é muito forte”, contou o irmão.

Salvador afirmou ainda que está muito abalado. “Quase enlouqueço quando vejo minha irmã neste estado”. Ele reveza junto aos outros familiares o acompanhamento de Jane no hospital.

Prisão

A Justiça expediu mandado de prisão contra Amaral na noite de terça-feira e, desde então, ele é considerado foragido. As primeiras informações são de que após espancar a namorada, o agressor se escondeu em uma mata.

“Pune-se a tentativa com a mesma pena do crime consumado, com diminuição de um a dois terços. Essa redução da pena é feita pelo juiz responsável pelo caso no momento da condenação, podendo a pena ser estimada entre 12 a 30 anos”, afirmou a delegada Edilma.

As polícias de Minas Gerais e Espírito Santo fazem buscas na região. O crime está sendo investigado pela 6ª Delegacia Regional de Alegre. A polícia pede a colaboração da população para que denunciem por meio do 181 ou 190, não é  preciso se identificar.

Fonte e Texto: Aqui Noticias

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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