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Jovem de 17 anos morre após trocar tiros com a polícia no Morro do Romão em Vitória

Um adolescente de 17 anos, morreu após trocar tiros com policiais militares, na tarde de sábado (23) no Morro do Romão, em Vitória. De acordo com a polícia, militares teriam subido ao local por conta de um outro tiroteio motivado pela guerra do tráfico de drogas na região.  Por conta da situação, moradores acionaram a polícia […]

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Um adolescente de 17 anos, morreu após trocar tiros com policiais militares, na tarde de sábado (23) no Morro do Romão, em Vitória. De acordo com a polícia, militares teriam subido ao local por conta de um outro tiroteio motivado pela guerra do tráfico de drogas na região. 

Por conta da situação, moradores acionaram a polícia e uma equipe da Companhia Independente de Missões Especiais ( CIMEsp ) foi encaminhada para o local.

De acordo com a polícia, eles seguiram por um caminho conhecido por abrigar criminosos e, no local, encontraram cinco suspeitos armados. A equipe deu voz de parada, mas os criminosos fugiram. Foi neste momento que começou o tiroteio e o adolescente fiou ferido. Ele chegou a ser socorrido pelos militares, mas não resistiu aos ferimentos e morreu minutos depois.

Com o adolescente, a polícia encontrou uma pistola calibre 380, com numeração raspada. Um outro rapaz que estava com ele, identificado como Luca Guimarães Medeiros, de 19 anos foi detido. Com ele, a polícia encontrou 700 gramas de maconha, um rádio comunicador e um celular.

Segundo a polícia, Luca já foi preso outras três vezes por tráfico, posse de arma e uso de drogas. Duas em 2016 e uma em 2015, quando ainda era menor. O caso foi encaminhado para Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa de Vitória e está sendo investigado. 

Folha Vitória

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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