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Veja o vídeo: Jovem de 29 anos morre ao cair de prédio na Praia do Morro em Guarapari ES

De acordo com uma testemunha que pediu para não ser identificada, Rodrigo Barbosa Passos, 29 anos, se desequilibrou ao tentar consertar o ar condicionado do apartamento, onde ele morava com a avó, “os pais dele tinham acabado de chegar de Ouro Preto, entraram no apartamento, como estava quente, eles ligaram o ar condicionado, como o […]

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De acordo com uma testemunha que pediu para não ser identificada, Rodrigo Barbosa Passos, 29 anos, se desequilibrou ao tentar consertar o ar condicionado do apartamento, onde ele morava com a avó, “os pais dele tinham acabado de chegar de Ouro Preto, entraram no apartamento, como estava quente, eles ligaram o ar condicionado, como o ar condicionado não funcionou, o rapaz falou que ia dar uma manutenção no aparelho“, relatou a testemunha.

Jovem de 29 anos morre ao cair de prédio na Praia do Morro. http://www.ftemporeal.com.br/jovem-de-29-anos-morre-ao-cair-de-predio-na-praia-do-morro/

Posted by Tempo Real on Wednesday, March 27, 2019

Essa é a transmissão  ao vivo do local com o jornalista Tell Miranda do Portal de Noticias Tempo Real.

Ele conta que a mãe, a avó e a irmã, pediram para ele não subir, pois era muito perigoso, “mas ele tentou resolver o problema, rapaz novo, gosta de fazer as coisas, acabou escorregando e caindo do 6º andar”.

Os pais e a irmã tinham chegado de Ouro Preto, Minas Gerais. Eles chegaram por volta das 16h30 e o acidente, segundo a Polícia Militar, foi por voltas das 18h15. O corpo de Rodrigo caiu em um corredor que dá acesso a uma residência. O portão foi fechado pelos policiais que participam da ocorrência, para evitar a presença de curiosos.

O jovem morava com a avó no apartamento. Ele era gêmeo. A família e os moradores do edifício estão em estado de choque.

A apresentadora da Rádio Colina, Rosimarrie Sanglard, uma das moradoras do edifício conversou com a nossa reportagem, e contou que estava muito triste com o que aconteceu, “muita tristeza gente, eu não estou nem me sentido muito bem, porque a gente que conhece eles, somos muito amigos de Dona Terezinha (Avó), o rapaz era muito gente boa”, disse emocionada.

Fonte: Tempo Real

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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