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Julgamento Khashoggi: Funcionário do consulado foi instruído a “acender o forno”

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Julgamento sobre Khashoggi
Reprodução Twitter @g1

Julgamento sobre Khashoggi


Zeki Demir, um técnico local que trabalhava para o consulado, testemunhando no primeiro dia do julgamento, à revelia de 20 autoridades sauditas, pelo assassinato de Khashoggi, o que provocou indignação global.

Khashoggi, renomado jornalista que trabalhou em coberturas de grandes notícias para vários veículos de comunicação sauditas – incluindo entre elas a invasão soviética no Afeganistão e a ascensão de Osama Bin Laden.

Demir disse que foi chamado para a residência do cônsul depois que Khashoggi entrou no consulado próximo. “Havia de cinco a seis pessoas lá … Eles me pediram para acender o forno. Havia um ar de pânico”, disse Demir.

Khashoggi desapareceu depois de entrar no edifício do consulado em outubro de 2018 para obter documentos para seu próximo casamento. Alguns governos ocidentais, assim como a CIA, disseram acreditar que o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman (MBS) ordenou o assassinato – uma acusação que as autoridades sauditas negaram.

As autoridades turcas disseram que uma teoria que a polícia adotou foi que os assassinos podem ter tentado se desfazer do corpo queimando-o depois de sufocá-lo e cortar seu cadáver.

De acordo com seu testemunho na acusação, Demir relatou ter visto muitos espetos de carne e um pequeno churrasco, além do forno no jardim do cônsul.

Lajes de mármore ao redor do forno pareciam ter mudado de cor como se tivessem sido limpas com um produto químico, informou o indiciamento.

Testemunho separado da testemunha na acusação, do motorista do cônsul, disse que o cônsul ordenou que kebabs crus fossem comprados em um restaurante local.

Demir se ofereceu para ajudar com a porta da garagem quando um carro com janelas escuras chegou, mas lhe disseram para deixar o jardim rapidamente, disse o indiciamento.


Fonte: IG Mundo

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Grã-Bretanha fecha novo acordo e reserva mais 60 milhões de doses de vacina

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Bandeira da Escócia, Grã-Bretanha e União Europeia
Calum Hutchinson/Creative Commons

Grã-Bretanha já garantiu 250 milhões de doses de vacinas

O governo britânico anunciou hoje a reserva de mais 60 milhões de uma das vacinas candidatas contra a Covid-19 . O novo acordo é com o grupo farmacêutico frances Sanofi e o britânico GlaxoSmithkline (GSK), que desenvolvem a  vacina em conjunto.

Com isso, a Grã-Bretanha já garantiu 250 milhões de doses de quatro vacinas contra a Covid-19; além do novo acordo, são 30 milhões de doses desenvolvida pela estadunidense Pfizer e pela alemã BioNtech; 60 milhões com a francesa Valneva, com a possibilidade de compra de mais 40 milhões; e 100 milhões da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com a AstraZeneca.

A vacina da Sanofi e GSK ainda está na fase de registro. Segundo os grupos, a estimativa é que as fases 1 e 2 sejam concluídas em setembro. O plano é atingir a fase 3 antes do término deste ano.

“Se os resultados forem positivos, as aprovações regulatórias poderão ser atingidas no primeiro semestre de 2021. Em paralelo, Sanofi e GSK estão redimensionando a produção do antígeno e adjuvante para produzir um bilhão de doses no ano todo”, diz o comunicado divulgado pela GSK.

A potencial vacina da Sanofi e GSK usa uma tecnologia diferente das que estão em fases mais avançadas. Trata-se de uma vacina uma vacina com adjuvante (ou adjuvantada) que, segundo nota divulgada em abril, usa “tecnologias inovadoras”. Esse tipo de vacina é comum e usa substâncias que são capazes de aumentar a resposta imune e ainda a desencadear uma resposta imune precoce. 

“A Sanofi contribuirá com o antígeno Covid-19 da proteína S, que é baseado na tecnologia de DNA recombinante. Essa tecnologia produziu uma correspondência genética exata com as proteínas encontradas na superfície do vírus, e a sequência de DNA que codifica esse antígeno foi combinada no DNA da plataforma de expressão do baculovírus, a base do produto influenza recombinante licenciado pela Sanofi nos EUA”, explica a empresa.   

As empresas acreditam na rapidez do processo, já que o uso do adjuvante já foi utilizado no caso da gripe e “reduz a quantidade de proteína necessária por dose de vacina, o que permite que mais doses sejam produzidas e, assim, alcancem e protejam mais pessoas. Além disso, um adjuvante pode melhorar a resposta imune e criar uma imunidade mais forte e duradoura contra infecções”, informa a GSK. 

Fonte: IG Mundo

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