conecte-se conosco


Geral

Justiça do Trabalho mantém liminar que proíbe Ford de demitir

Publicados

em

Divulgação/Ford

A Justiça do Trabalho confirmou hoje (22) a liminar que proibiu a montadora Ford de demissão coletiva dos trabalhadores da fábrica de Taubaté (SP). A empresa também continua impedida de se desfazer de bens e maquinários até a conclusão das negociações coletivas. 

A decisão foi motivada por um recurso da empresa, apresentado após a decisão proferida no dia 5 de fevereiro, que também impediu a dispensa em massa dos empregados. A liminar foi assinada nesta manhã pela desembargadora Maria da Graça Bonança Barbosa, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas.

Na mesma decisão, a desembargadora deferiu parcialmente pedido da montadora para desobrigar a empresa de fornecer em 30 dias um cronograma de negociação coletiva e para garantir que não há mais necessidade da participação do Ministério Público do Trabalho (MPT) nas negociações entre a Ford e o sindicato da categoria.

A Ford anunciou em janeiro o fechamento de todas as suas fábricas no Brasil, após mais de 100 anos montando veículos no país. Em nota à época do anúncio, a empresa citou, entre outros fatores, os impactos provocados pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), que “amplia a persistente capacidade ociosa da indústria e a redução das vendas, resultando em anos de perdas significativas”.

Fonte: Agência Brasil

Comentários Facebook
Propaganda

Geral

Continuidade no home office acende alerta para má alimentação

Publicados

em

Por

Reprodução - Home office

Para muitos profissionais, o home office tem trazido desafios que vão além do trabalho. A dificuldade em fazer um horário fixo como se estivesse no escritório leva a uma série de erros ao fazer as refeições. O resultado disso é, para muitos, o aumento de peso e uma corrida aos consultórios em busca de emagrecimento. “Há uma tendência em querer fazer a refeição rapidamente para voltar logo ao trabalho que acaba levando as pessoas a usarem aplicativos para pedir comida. A primeira dica é começar a organizar as refeições com antecedência”, pontua a nutricionista do Viver Bem Unimed, Dalyla Formagine.

A nutricionista sugere que quem estiver trabalhando em casa pode tirar um dia para preparar pratos para a semana. “Escolha um dia para fazer uma organização do menu da semana. Se você não se organiza entra numa confusão alimentar de querer tudo pronto na hora que a fome aparece. Tire um dia para ir às compras e priorize alimentos como frutas, verduras, ovos, carnes, frango e peixe. Pode usar ainda a sardinha enlatada, que ajuda na concentração e é rápida para fazer”.

Dalyla aponta que antes da pandemia e da ida massiva de profissionais para o home office, as pessoas se queixavam que se alimentavam mal porque estavam fora de casa. Agora que trabalham no aconchego do lar, reclamam que estão se alimentando mal pela dificuldade de estar muito tempo dentro de casa. “Temos que focar na organização para ter mais liberdade durante a semana”.

A dica é deixar frutas, uma variedade de folhas, legumes e verduras já lavados dentro da geladeira. Além disso, na hora de fazer as compras, escolha alimentos de fácil preparo como ovos e carne moída, por exemplo. Quando o caso for para apelar mesmo para os aplicativos de entrega de refeições, é aconselhável tentar opções mais saudáveis. “Tenho recebido no consultório casos de pessoas que pedem lanche várias vezes por semana. Não que as pessoas não possam comer também pizza, cachorro-quente, lanches. Mas não pode ser só isso”, alerta. Aumento de peso

Desde o início da pandemia, a nutricionista tem notado um aumento no número de pacientes que tiveram aumento de peso. “Acredito que um dos motivos para esses casos de aumento de peso é a busca pela comodidade. Muita gente no home office não estipula um período fixo para o expediente e acaba trabalhando durante muitas horas sem parar. Assim não param para fazer as refeições e acabam comendo qualquer outra coisa”.

Não é necessário ter horários para comer, mas faça ao menos as três principais refeições do dia. Desta forma, fica mais fácil burlar a rotina da preguiça, que acaba levando ao hábito de substituir um prato de comida por biscoitos ou outros produtos do gênero.

Um estudo do Datafolha, encomendado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), mostrou que brasileiros de 45 a 55 anos passaram a consumir mais produtos ultraprocessados na pandemia. O consumo passou de 9% em 2019 para 16% em 2020. O ganho de peso está muito associado ao consumo de ultraprocessados.

Comentários Facebook
Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA NACIONAL

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana