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Kawasaki Z650 tem a linha 2020 revelada com várias mudanças

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Kawasaki Z650: mudanças no desenho, mais conforto e sofisticação entre as principais mudanças da linha 2020


Uma das novidades que a Kawasaki mostra no Salão de Milão (Itália), que abre hoje (7) para o público e vai até o próximo dia 10 é a linha 2020 do modelo Z650. A moto agora passa a ter novo farol de LED entre as alterações no desenho, que ficou ainda mais arrojado com novos grafismos e linhas ousadas.

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A reestilização da Kawasaki Z650 mostra como deverá ser o estilo de outros modelos da linha Z, como a Z-H2, a Z900 e a Z400. Além disso, o cluste r digital agora fica parecido com o da Ninja 650 e recebe conexão via Bluettoth para conetar um aplicativo no celular para receber noticações e email ou ligações recebidas na tela da moto.

Ainda entre as principais novidades da Kawasaki Z650, destaca-se o desenho do tanque e o banco mais confortável e mais espesso tanto para o piloto quanto para que vai na guarupa. Você também vai notar que existem novas opcões de cores  e combinações, como preto e vermelho.

 O motor tem 650 cc de cilindrada, de dois cilindros que funcionam em paralelo, com refrigeração a água, 8 válvulas e duplo comando no cabeçote. Rende 68 cva 8.000 rpm e 6,5 kgfm de torque a 6.700 rpm e a moto naked da marca japonesa vem acoplado ao câmbio de seis marchas.

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Os freios da Kawasaki Z650 da linha 2020 contam com discos de 300 mm na roda de frente, como pinças de dois pistões e de 220 mm na traseira com apenas um pistão. Confira abaixo o video oficial de lançamento da moto que logo deverá desembarcar no Brasil.



Fonte: IG CARROS

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Mercedes A35 AMG:  foguete de bolso

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Mercedes A35 AMG
Carlos Guimarães

Mercedes A 35 AMG é um hatch esportivo de respeito, embora não seja tão viceral quanto os rivais BMW M2 Competition e Audi RS3

Ah, o Mercedes A35 AMG chegou em boa hora na minha garagem. Depois de um tempo em quarentena, estava sentido falta de dar uma volta, mesmo de máscara e tomando todos os cuidados necessários. Consegui pegar um pouco de estrada, nas imediações do Rodoanel, em São Paulo. Foi como o primeiro gole d´água fresca depois de uma longa caminhada no deserto. Serviu para dar ainda mais valor ao prazer ao dirigir, algo que deve estar garantido, ainda mais agora, que a questão dos carros autônomos deve ficar meio de lado, por causa da crise.

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Nada discreto, o esportivo Mercedes A 35 AMG com belas rodas de aro 19 rasga o asfalto como um ponto amarelo no meio de um mar de carros cinzas e pretos. Reduzo uma marcha dentro do túnel, antes da curva à esquerda pelas hastes do câmbio de dupla embreagem, banhada a óleo, de sete marchas. E o ronco encorpado do motor de 306 cv ecoa pelas paredes ao redor. Uma ode aos que curtem estar ao volante de hatches com sobra de fôlego, cada vez mais raros hoje em dia.

O Mercedes A35 AMG é a porta de entrada da marca que domina a Fórmula 1 atualmente. Mesmo assim, ainda estamos falando de um carro para poucos, com preço sugerido que parte de R$ 279.900, que pode assustar, mas lembre-se que o dólar já beira os R$ 6. De qualquer forma o que não falta é sofisticação e equipamentos para quem não quer saber de SUVs e pode ter um esportivo de verdade com jeito invocado e bem mais acertado que as demais versões do Classe A, em todos os aspectos.

Já começa pela tração integral 4 Matic, que distribui com perfeição a força do motor entre os eixos conforme as mais variadas condições de aderência. Com a parafernália eletrônica ligada, o carro gruda no chão, mesmo ao acelerar em curva, como se estivesse sobre trilhos. Mas, se estiver em pista fechada, é possivel desligar tudo e aproveitar todo o potencial do esportivo . Até onde conseguimos ir, ficou claro que o controle de largada funciona perfeitamente, fazendo o carro acelelar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, tirando seu fôlego nesse pequeno espaço de tempo.

Ao volante do novo A35 AMG

Mercedes
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Mercedes-Benz A35 AMG tem central multimídia com comando de voz, com tela de alta resolução no painel


Em cada acelerada um pouco mais forte fica claro o sibilar da turbina de sobrealimentação do motor. De tão bem acertado, não se nota o chamado “turbo lag”, nome do atraso para turbina começar a “encher” o motor. Entre outros recursos, há variador de fase dos comandos de válvulas tanto na admissão quanto no escape, levando aos nada desprezíveis 40,8 kgfm de torque a meros 3.000 rpm, mas logo na metade desse regime de rotação o carro já responde bem, o que garante retomadas vigososas.

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Na compação com o  Mercedes GLA 45 AMG  que avaliamos há um pouco menos de um ano, o novo A35 AMG me pareceu bem mais discreto quando o assunto é nível de ruído. Mas a vocação esportiva fica clara por outros detalhes, como os pneus 235/35R 19, que exigem cuidado ao passar por piso irregular.  E pode confiar nos freios as discos ventilados nas quatro rodas, de 350 milímetros na frente e 330 mm na traseira e com pedal de alumínio perfurado.

Com tanta disposição, a tração integral sob demanda é muito bem-vinda, uma vez que o carro tem relação entre peso e potência de 5,1 kg/cv, portanto, bem abaixo dos 7 kg/cv, o que é considerado o limite ideal para ter apenas as rodas da frente tracionado. Aliás, pode-se ajustar o modo de condução por um dos botões no console central. Por outro comando, também dá para selecionar se o câmbio vai funcionar com trocas automáticas ou manuais, pelas hastes atrás do volante multifuncional, revestido de Alcântara e com base achatada.

Mercedes
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Mercedes-Benz A35 AMG vem com bancos do tipo concha com largos apoios laterais

A ergonomia é boa, mas é preciso um certo tempo para se familiarizar com tantos recursos. Bom é mesmo é a nova central multimídia com tela de alta resolução, que pode ter uma série de funções comandadas por voz. O sistema funciona como a Siri da Apple, ou a Bixby dos celulares da Samsung. Basta pronunciar uma saudação, como “Olá, Mercedes”, ou “E aí, Mercedes”, para que a central pergunte o que você deseja fazer. A nova tecnologia atende até mesmo comandos muito específicos, como ligar a luz de leitura do lado esquerdo.

Os bancos do tipo concha têm largos apoios laterais para segurar o corpo nas curvas. Há teto solar panorâmico com tela escamoteável acionada por comando do tipo “um toque”. Não faltam também itens como câmera de ré de alta resolução, ancoragem ISOFIX, indicador de fadiga, freio de estacionamento elétrico e entradas USB, uma no painel e outra dentro do porta-objetos central, sob o apoio de braço. Para um carro com aspecto irreverente, senti falta de luz ambiente personalizável, como no  Mini JCW (R$ 221.990).

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Conclusão
O Mercedes A35 AMG é um hatch esportivo como poucos hoje em dia. Para quem pode, é um hatch esportivo de verdade que não vai decepcionar. Hoje em dia, tem muito poucos rivais diretos, já que o mais viceral Audi RS3 2020 (400 cv) ainda não chegou e o novo e brutal BMW M2 Competition (410 cv) está com o primeiro que veio ao Brasil esgotado.

Ficha técnica – Mercedes A 35 AMG

Preço:  R$ 279.900
Motor: 2.0, quatro cilindros, turbo, gasolina  
Potência: 306 cv a 5.800 rpm   
Torque: 40,8 kgfm a 3.000 rpm   
Transmissão: automatizado, dupla embreagem, sete marchas, tração integral   
Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / multilink (traseira)   
Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos ventilados (traseiros)   
Pneus: 235/35 R19  
Dimensões: 4,44 m (comprimento) / 1,80 m (largura) / 1,41 m (altura), 2,73 m (entre-eixos)   
Tanque: 51 litros   
Porta-malas: 370 litros   
Consumo gasolina: 9,2 km/l (cidade) / 10,9 km/l (estrada)   
0 a 100 km/h: 4,7 segundos   
Velocidade máxima: 250 km/h




Fonte: IG CARROS

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