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Economia

Levantamento mostra que vendas devem aumentar no Dia dos Pais

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Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo & Mercado de Consumo (Ibevar) sobre a intenção de compra de presentes para o dia dos pais mostrou que nas duas semanas que antecedem a data há tendência de aumento na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre as categorias tradicionais de produtos presenteados, a pesquisa notou aumento na intenção de comprar de 48,9% para TV, 48,1% para notebooks, 25,4% para smartphones, 48,9% para adega e 48,9% para ferramentas.

“O que explica esse aumento da intenção de compra em 2020 é o crescimento muito grande das vendas online e o fato de as pessoas que estão isoladas em suas casas precisam demonstrar de alguma forma sua presença e o seu vínculo afetivo com a família, que de alguma forma acaba sendo prejudicado pelo isolamento prolongado”, afirmou o presidente do Ibevar, Claudio Felisoni.

Apesar do aumento das vendas online, Felisoni disse que esse tipo de comercialização não compensará a queda das vendas físicas no varejo. “Temos assistido uma queda significativa do varejo motivada pelas questões relacionadas à pandemia de covid-19, pelo desemprego e pela insegurança das pessoas que estão empregadas”, disse o presidente do Ibevar.

Felisoni ressaltou que as promoções devem ocorrer como é natural para as datas comemorativas. “Os produtos não têm muita diferença de uma loja para a outra, o que diferencia é o preço e as condições de pagamento. Portanto, é natural que as promoções sejam acirradas por conta da intensificação da competição”.

Edição: Aline Leal

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Economia

Dólar cai para R$ 5,12 e fecha terceira semana seguida de queda

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Beneficiado pela entrada de fluxos internacionais durante a tarde, o dólar fechou a terceira semana seguida em queda e está no menor valor em quatro meses. Na quinta semana seguida de valorização, a bolsa de valores aproximou-se dos 114 mil pontos e quase zerou as perdas no ano se desconsiderar a variação cambial.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (4) vendido a R$ 5,125, com recuo de R$ 0,016 (-0,3%). A cotação operou em alta durante quase toda a sessão, atingindo R$ 5,18 por volta das 12h30. No entanto, passou a cair nos 90 minutos finais de negociação.

A moeda norte-americana está no menor valor desde 22 de julho (R$ 5,114) e acumula recuo de 3,77% na semana e de 4,14% em dezembro. Em 2020, a divisa subiu 27,72% ante o real.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 113.750 pontos, com ganho de 1,3%. O indicador operou em alta durante todo o dia, beneficiado pelo ingresso de capital estrangeiro e pelos recordes nas bolsas norte-americanas em meio a avanços nas pesquisas de vacinas contra a covid-19.

Apesar do número recorde de casos diários e de mortes nos Estados Unidos e em países da Europa, os investidores estão animados com a aprovação da vacina no Reino Unido e pela divulgação de planos de imunização em diversos países. A vacinação aumenta as expectativas de reabertura mais rápida de economias avançadas, o que estimula a aplicação em mercados emergentes de maior risco, como o Brasil.

Paralelamente ao avanço das vacinas, a divulgação de que a criação de empregos nos Estados Unidos foi menor que o esperado diminuiu as pressões sobre o câmbio. O desempenho do mercado de trabalho reforça a expectativa de aprovação de um pacote de estímulos na maior economia do planeta que injetará dólares nos mercados globais.

Os três principais índices das bolsas norte-americanas fecharam em máximas históricas. O Dow Jones (índice das empresas industriais) subiu 0,83%, o S&P 500 (das 500 maiores empresas) ganhou 0,88%, e o Nasdaq (das empresas de tecnologia) teve alta de 0,7%.

* Com informações da Reuters

Edição: Liliane Farias

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