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Lima Duarte fala de Regina Duarte em entrevista a Bial: “Caiu quando entrou”

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Lima Duarte foi o convidado do programa ” Conversa com Bial ” na última quinta-feira (21). Ao longo da entrevista, o ator falou sobre arte e também comentou a política brasileira. Ele aproveitou o espaço para mandar um recado para a ex-secretária da Cultura, Regina Duarte .

Lima Duarte e Regina Duarte
Montagem/Instagram/Twitter

Lima Duarte manda recado para Regina Duarte


Pedro Bial perguntou o que Lima achava da saída da atriz de Brasília. “Eu acho que ela saiu quando entrou”, brincou o global. O ator ainda comparou a entrada de Regina no governo Bolsonaro com a história da Chapeuzinho Vermelho. “O caçador tinha sido assassinado e o Chapeuzinho perdido encontrou com o lobo”, falou dando risada.

Falando em um tom mais sério, o artista também direcionou um recado à ex-secretária. “Democracia e Arte. Reinventar a democracia, democratizar a arte. A democracia é invenção constante, é a criação contínua de novas formas de vida coletiva em liberdade. A arte é o exercício de possibilidades. É projeto e antecipação do conhecimento futuro e da ação de transformação do mundo. Não seguiu isso, dança. E vai dançar! A Arte é a forma de vida coletiva em liberdade. A Arte é um exercício de possibilidades”, recitou.

Nas redes sociais, a repercussão da fala de Lima Duarte foi grande. Muitas pessoas elogiaram o ator pelo recado que mandou a Regina , já outros internautas repudiaram o que o global disse sobre o ex-presidente Lula . Ele falou para Bial que não gostava do político, porque ele “glamorizava a ignorância”. Confira abaixo as reações da web à entrevista:







Fonte: IG GENTE

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A luta antirracista narrada em 5 livros de autores negros

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As recentes manifestações  contra o racismo, principalmente nos Estados Unidos e Brasil, nos convidam a refletir sobre essa questão e a apoiar o movimento antirracista . E algumas das principais formas de fazer isso é estudando e, sobretudo, prestigiando o trabalho de artistas negros. 

Leia também: 7 intelectuais para seguir e entender o racismo no Brasil

Por isso, o iG Gente reuniu alguns livros que abordam a questão do racismo e, o mais importante: que foram escritos por negros e contam a história de negros.

1. “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Livro de Marina Firmina dos Reis
Reprodução/EditoraTaverna

Livro de Marina Firmina dos Reis


O livro é considerado o primeiro romance publicado por uma mulher no Brasil. De 1859, é também o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e o primeiro romance da literatura afro-brasileira. Maranhense, Maria Firmina dos Reis escreveu sobre a história de amor impossível entre Úrsula e Tancredo, denunciando injustiças sociais da época – que ainda são bastante atuais.

Leia também: 8 produções nacionais e internacionais para entender mais sobre o racismo

2. “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro

Livro de Djamila Ribeiro
Reprodução/Companhia das Letras

Livro de Djamila Ribeiro


Muito mais jovem e didático que “Úrsula”, o livro de Djamila Ribeiro reúne várias dicas para combater o racismo – elas são preciosas, sobretudo, para pessoas brancas. “No Brasil, há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza”, diz em um dos capítulos. 

3. “Bucala: A pequena princesa do quilombo do cabula”, de Davi Nunes

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana
Reprodução/UNEB

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana


Para que a mensagem antirracista chegue também às crianças , várias obras infantis valorizam a cultura negra. Escrita por Davi Nunes, a obra resgata a história de um quilombo de Salvador, o Cabula, através da figura de uma princesa. Com o cabelo crespo em formato de coroa de rainha, ela possui poderes que protegem o quilombo dos escravocratas e capitães do mato.

4. “Na Minha Pele”, de Lázaro Ramos

Reprodução/Instagram/Acervo Literário

“Na Minha Pele” mostra a trajetória de Lázaro Ramos na arte e como lutar contra o preconceito


Já bastante conhecido por atuar em várias novelas e filmes, Lázaro já escreveu alguns livros. Um deles é “Na Minha Pele”, de 2017. Mesmo não sendo propriamente uma autobiografia, o autor narra as memórias de sua vida, propondo muitas reflexões. Ele chega a citar, inclusive, sua esposa, a atriz Taís Araújo , que também é negra e que já passou por cituações parecidas com as suas por causa do racismo.

Leia também: Convidada critica CNN, ao vivo, por ter Waack falando de racismo

5. “Quando me descobri negra”, de Bianca Santana

Bianca Santana
Reprodução/SESI-SP

Bianca Santana


A escritora e professora Bianca Santana reúne uma série de relatos sobre experiências pessoais e ouvidas de outras mulheres e homens negros. “Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena .” começa o livro, que denuncia o racismo velado e narra um processo de descoberta que pode ser doloroso, mas que também é libertador. 

Fonte: IG GENTE

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