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Longe de Magno Malta, Lauriete deu repaginada no visual

Solteira e longe de Magno Malta, Lauriete deu repaginada no visual e chama atenção. A cantora e deputada federal Lauriete tem chamado a atenção dos internautas não apenas por sua bela voz ou seu trabalho na câmara.A cantora tem arrancado suspiros de seus fãs por conta de seu novo visual. Lauriete,que sempre aparece em sua […]

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Solteira e longe de Magno Malta, Lauriete deu repaginada no visual e chama atenção. A cantora e deputada federal Lauriete tem chamado a atenção dos internautas não apenas por sua bela voz ou seu trabalho na câmara.A cantora tem arrancado suspiros de seus fãs por conta de seu novo visual.

Lauriete,que sempre aparece em sua conta no instagram tem evidenciado mudanças no seu visual  e tem mostrado que a separação pode ter feito bem para cantora.As sobrancelhas da cantora passaram por uma repaginação e a deputada tem sido vista com um corpo cada vez mais definido.Ela parece ter emagrecido bem depois do divórcio.O sorriso mais claro e um novo tom de cabelo mais escuro também surgiram na cantora,que a propósito também tem usado roupas cada vez mais justas.

Lauriete pode estar dando sinais de que está pronta pra recomeçar e que na sua concepção,nunca é tarde para ser feliz.

A cantora tem um histórico bem difícil na vida amorosa.Seu primeiro casamento com o pastor e também deputado Reginaldo Oliveira não terminou nada amistoso.A cantora teria descoberto uma infidelidade conjugal do esposo com um gosto homossexual.A descoberta pegou Lauriete de surpresa e ela deu basta no casamento de mais de 20 anos.A cantora teve uma filha com o pastor.

Entretanto,meses depois,Lauriete já estava se casando com o ,na época,senador,Magno Malta.O casamento sempre midiático e durou cerca de 6 anos.Pois no início de fevereiro,um site capixaba noticiou o fim da relação e pegou a todos de surpresa.Entretanto,o site deu conta que Lauriete teria sido surpreendida mais uma vez com uma escapadela do marido com uma gaúcha e deu ponto final na relação.

Magno Malta entrou em depressão e Lauriete foi ser feliz.Em uma das poucas entrevistas que deu falando sobre o assunto,Lauriete disse que vai bem sem Malta e que esta´cuidando da filha,da carreira e do mandato.A cantora agora está livre para encontrar um amor de verdade e quem sabe como Vanilda Bordiere engatar um terceiro relacionamento feliz.

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Ações de inclusão e aceleração de carreira buscam promover a equidade racial na BRK Ambiental

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Novembro é considerado o Mês da Consciência Negra, reforçando a luta contra o racismo estrutural e o preconceito no Brasil. Apesar dos muitos avanços, ainda são grandes os desafios para a população negra na busca de oportunidades no mercado de trabalho. Na tentativa de impulsionar a pluralidade em suas unidades, a BRK Ambiental tem atuado para atrair, capacitar e dar oportunidades às pessoas negras.

Por meio do Programa Diversifik, que desenvolve estratégias para ampliar as discussões e práticas sobre diversidade e inclusão, a concessionária desenvolve o Programa de Aceleração de Carreiras para Mulheres Negras que, em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, desenvolve profissionais negras e pardas para ocupar cargos de liderança.

A supervisora de projetos e controle de obras da BRK Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim, Adriana Cardoso da Silva de Oliveira, participou do programa em 2020, retornando em 2021 para contar a sua experiência para as novas participantes. Ela explica que, durante a iniciativa, realizada durante uma semana, em formato on-line, é feita uma imersão para promover conhecimentos, competências e habilidades, além do autoconhecimento, com a valorização da ancestralidade, do potencial individual e do empoderamento.

“A cada encontro, uma convidada externa aborda um tema, como ancestralidade, autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, comunicação não violenta e networking, compartilhando um pouco de suas experiências profissionais e também suas histórias de vida com as participantes. São feitas dinâmicas e abertos espaços de fala, para nos posicionarmos. É uma semana de muito aprendizado, partilha, autoconhecimento, empoderamento e de reconhecimento de como a nossa ancestralidade nos fortalece. Ubuntu: ‘Eu sou porque nós somos’ ”, afirma Adriana Cardoso.

Para a supervisora, o programa contribuiu para a formação profissional e pessoal de cada participante a partir da visão de que não se está sozinha e de que há diversas outras mulheres que desejam ser vistas e reconhecidas pelo seu potencial, capacidade técnica e conhecimentos, e não por algo que não é relevante, como a cor de pele ou raça. “Ao buscar promover essa equidade, a BRK Ambiental já se posicionou, já enxergou que existem potenciais grandes na empresa e que precisam de suporte para promover essa transformação tão necessária para a história do nosso país”, completa.

Mulheres negras e pardas correspondem 40,54% do quadro de mulheres na BRK Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim

De acordo com convenção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, são negras as pessoas que se autodeclaram preto ou pardo. Mesmo com 56% da população se autodeclarando de raça negra, o país possui apenas 29,9% de negros ocupando cargos de gerência, segundo o Instituto.

Para a supervisora de Recursos Humanos da BRK Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim, Adriana Altoé Pigatti, construir uma cultura empresarial que pensa na inclusão e na diversidade é a chave para uma empresa que está comprometida em transformar a vida das pessoas e que busca a equidade racial e a valorização de funcionários e funcionárias.

Adriana Pigatti destaca que, na unidade de Cachoeiro de Itapemirim, 40,54% das mulheres funcionárias da BRK são negras e pardas. A supervisora acrescenta que das nove mulheres contratadas como funcionárias e estagiárias em 2021, para atuar em diversas áreas da empresa, cinco integram esse grupo.

“Na BRK Ambiental, buscamos criar uma cultura inclusiva, que promova um ambiente seguro, livre de preconceitos e estereótipos. Temos o programa Diversifik, que nos orienta, e políticas que asseguram esse compromisso, como a Política de Ambiente de Trabalho Positivo. No recrutamento temos uma clara intenção de materializar nosso compromisso com uma sociedade mais justa e igualitária, garantindo o direito à igualdade de concorrência em todas as vagas”, completa Adriana Pigatti.

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