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Saúde

Mães de primeira viagem: acompanhamento médico próximo faz gestantes mais seguras

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Especialista explica os passos que devem ser seguidos desde o pré-natal até o pós-parto

Os momentos que antecedem o parto podem passar a sensação de insegurança para as mães de primeira viagem. Porém, com acompanhamento médico e informações sobre como passar por essa experiência tranquilamente, é possível encarar os desafios. A gestação é uma etapa pessoal que varia entres as mulheres, quer dizer, cada pessoa passa por esse momento de maneiras diferentes.

O ginecologista e obstetra da Maternidade Unimed Vitória Jonnymar Lima orienta as mães de primeira viagem para que preparem a mente para essa nova fase da vida. Além das questões físicas, uma dica é dialogar com o parceiro e os familiares sobre a gestação. “É importante estar atenta às emoções do corpo e aos pensamentos. Ao cuidar da mente, também cuida do bebê. Devem-se evitar comparações, porque cada mulher é única, incluindo a gestação. Entender isso será libertador”.

Entre as dúvidas das mães que estão à espera do primeiro filho, as principais são: quais vacinas e a quantidade delas que o bebê deve tomar; questionamentos nutricionais e sobre o ganho de peso; exames e ultrassonografias a serem realizados; dúvidas sobre o parto normal e cesariana; quais atividades físicas a mãe pode praticar; se pode haver atividade sexual durante a gestação; como aliviar dores nas costas; e como saber a hora certa de ir para a maternidade.

Após descobrir a gestação, a mãe deve agendar a primeira consulta para dar início ao atendimento médico. O acompanhamento do pré-natal é individualizado. Para uma gestação habitual, as consultas acontecem mensalmente até as 34 semanas, quinzenalmente até as 38 semanas e semanalmente ao atingir 40 semanas. Em situações de gravidez de alto risco, cada acompanhamento é individualizado dependendo do grau de risco. O pré-natal só termina com o nascimento do bebê.

Sem dúvidas

Durante a gravidez, o médico obstetra deve garantir segurança por meio de um pré-natal feito de forma adequada, esclarecendo todas as dúvidas, realizando os exames físicos durante as consultas e fazendo todos os exames instruídos pelo Ministério da Saúde e das Sociedades de Obstetrícia, como os laboratoriais e de imagem, nos períodos certos. “Instruir a gestante sobre a rede de atendimento de urgência e emergência, com equipes multiprofissionais disponíveis para orientações e treinamentos dessas gestantes, também é dever do profissional”, reforça o especialista em obstetrícia.

O pós-parto, conhecido como puerpério, é uma fase que envolve o retorno do organismo materno à normalidade junto com a chegada do bebê. Logo após o nascimento, existe a preocupação com a amamentação, cuidados com o recém-nascido e a adaptação. Além disso, existe a preocupação com o pós-parto, que pode ter sido cirúrgico ou normal.

Nesse momento surgem dúvidas sobre a cicatriz cirúrgica, sangramento ginecológico, sinais de infecção, hematomas e dor pélvica. Por isso, a gestante deve realizar o resguardo de forma adequada; evitar saídas de casa desnecessárias; não realizar esforços físicos; ter uma alimentação mais saudável; observar sinais de infecção na cicatriz cirúrgica e nos pontos do parto normal, se foram realizados; além das mamas. O obstetra reforça ainda que a puérpera deve descansar e dormir a medida do possível, a fim de ter energia para amamentar e realizar os cuidados com o bebê.

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Cidades

Combate ao colesterol: nutricionista fala sobre alimentos que ajudam a evitar doenças

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Semana marca o Dia Nacional de Combate ao Colesterol; boa alimentação e hábitos saudáveis são essenciais, diz especialista da Unimed Sul Capixaba

O colesterol elevado no sangue é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, líderes de mortalidade no Brasil, e pode levar a incidências como o infarto ou ao acidente vascular cerebral (AVC).

Entretanto, nem todo colesterol é ruim, já que trata-se de um nutriente essencial para o corpo, funcionando como uma reserva de energia e usado na fabricação de hormônios.

Adriana Macedo Sarzeda, nutricionista da Unimed Sul Capixaba

“O colesterol está presente nos nervos, intestino, cérebro, músculos, fígado, pele e faz parte da produção de hormônios e da vitamina D. Mas em excesso ele pode ser prejudicial e aumentar risco de infarto e demais doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista da Unimed Sul Capixaba, Adriana Macedo Sarzedas.

A diferenciação se dá entre o LDL, conhecido como mau colesterol, rico em gorduras saturadas e que pode trazer prejuízos à saúde, e o HDL, tipo de “bom colesterol”, que atua na remoção do colesterol ruim das artérias.

Segundo a nutricionista, a alimentação é uma boa aliada para manter os níveis de colesterol em controle, além de hábitos mais saudáveis de vida como exercícios físicos diários e evitar fumar.

“É preciso reduzir ou eliminar o consumo de alimentos processados ou ultraprocessados, aumentar o consumo diário de fibras na alimentação e tentar introduzir diariamente alimentos que possuem a função de reduzir o colesterol”, alertou a especialista.

Entre eles, estão azeite, oleaginosas (amêndoas, nozes), peixes ricos em ômega 3 (cavalinha, arenque, atum, salmão, truta, entre outros) e frutas como o abacate.

Confira alguns alimentos que contém o chamado “bom colesterol”:

Abacate

É um dos alimentos mais ricos em gordura boa. Recomenda-se consumir até meia fruta por dia.

Amêndoas

Ricas em gordura mono e poli-insaturada. Mas, atenção, o teor calórico é alto, então, devem ser consumidas com parcimônia.

Castanha-do-pará

Apesar de elevado teor calórico, é rica em proteína. Uma unidade por dia pode ajudar na prevenção do câncer e retardar o envelhecimento das células.

Peixes

Atum, sardinha e salmão têm a famosa gordura ômega 3, que ajuda no combate ao estresse, auxilia na concentração e melhora a saúde do coração. O consumo ideal é de duas vezes por semana.

Azeite de oliva

Uma colher de sopa contém cerca de 10 gramas de gorduras boas. Por ser calórico, deve ser consumido com moderação.

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