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Majeski apresenta propostas para fortalecimento da Educação

O deputado Majeski foi à Secretaria de Estado da Educação (Sedu) para apresentar ao secretário Vitor de Angelo e equipe um conjunto de demandas colhidas a partir do trabalho do parlamentar junto aos alunos, profissionais do setor e sociedade em geral. Em pauta, a gestão democrática nas escolas; o pagamento do Bônus Desempenho aos professores […]

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O deputado Majeski foi à Secretaria de Estado da Educação (Sedu) para apresentar ao secretário Vitor de Angelo e equipe um conjunto de demandas colhidas a partir do trabalho do parlamentar junto aos alunos, profissionais do setor e sociedade em geral.

Em pauta, a gestão democrática nas escolas; o pagamento do Bônus Desempenho aos professores e servidores da Sedu; o cumprimento da Constituição para aplicação dos 25% do orçamento do Estado no desenvolvimento da Educação; a reabertura de escolas, de turnos (principalmente o noturno) e das turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA); a revisão dos critérios dos editais para a contratação em designação temporária; o fortalecimento da Educação Especial na rede pública; e os investimentos em melhorias e obras de reforma e construção das escolas estaduais.

Recentemente o deputado teve aprovada na Assembleia Legislativa indicação ao Governo do Estado para que todas as obras de construção e reforma de escolas contemplem, no projeto, espaço específico e adequado para a instalação de salas de recursos destinadas ao Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Também foram aprovadas indicações para que a Sedu garanta o pagamento do Bônus Desempenho aos professores e servidores da pasta que tenham faltas abonadas e justificadas pelos casos previstos na legislação vigente e que também volte a ofertar o Ensino Médio Regular e a EJA nas escolas públicas estaduais nos municípios de Água Doce do Norte, Águia Branca, Alto Rio Novo, Brejetuba, Divino de São Lourenço, Dores do Rio Preto, Governador Lindenberg, Iconha, Itarana, Laranja da Terra, Marechal Floriano, Marilândia, São Roque do Canaã e Vila Pavão.

Outra proposição do deputado que está tramitando na Ales é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 007/2019, que acrescenta artigo na constituição do Estado do Espírito Santo, estabelecendo que os recursos financeiros devolvidos, de forma espontânea, pelo Ministério Público, Tribunal de Contas e poderes Legislativo e Judiciário ao Poder Executivo deverão ser destinados, exclusivamente, à Sedu para investimentos em ações que favoreçam o cumprimento da Meta 7.19, do Plano Estadual de Educação (PEE-2015/2025), que prevê melhorias na infraestrutura das escolas públicas.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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