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Carlos Manato (PSL) sai do silencio, esclarece “caso sexual” e apresenta documentos

O Assessor da Casa Civil da Presidência da República, Carlos Manato (PSL), em decorrência de questionamentos colocados pelo Portal Hoje ES, com exclusividade apresenta argumentos e documentos que realçam outro lado do suposto escândalo sexual e de extorsão, amplamente divulgado pelas redes sociais e veículos de comunicação. Manato fez questão de ressaltar para o Hoje […]

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O Assessor da Casa Civil da Presidência da República, Carlos Manato (PSL), em decorrência de questionamentos colocados pelo Portal Hoje ES, com exclusividade apresenta argumentos e documentos que realçam outro lado do suposto escândalo sexual e de extorsão, amplamente divulgado pelas redes sociais e veículos de comunicação.

Manato fez questão de ressaltar para o Hoje ES sobre pontos cruciais de esclarecimento sobre os seus atos nessa história, “premeditada”, segundo ele, contada pela Simone Lima Silva no seu depoimento à polícia. “Primeiro de tudo, nunca houve vídeo íntimo. Ela mesma atesta isto. Logo, o crime que está sendo investigado não é sobre crime sexual e sim sobre extorsão”, enfatiza.

DOCUMENTOS

O ex-deputado, para provar sua inocência sobre o imbróglio, enviou ao jornalista Jackson Rangel, dois documentos considerados importantes para desvendamento de dúvidas. O primeiro foi que a protagonista da chantagem assinou a confissão do que considera a verdade. O segundo é o B.O policial que antecede o fragrante da polícia na prisão durante a entrega de R$ 10 mil que seria a isca para colocar ponto final na pretensão da Simone Lima.

A História

O ex-deputado fez questão de contar detalhes da história que teve início há 15 dias. Seu assessor insistiu para que dessa atenção a uma mulher que deseja emprego. Num trajeto até Vila Velha aonde o Manato iria dar entrevistas nas emissoras locais, no carro, de carona, conversaram sobre a pretensão de emprego, em que ela contou um monte de “mentira” sobre a vida dela, objetivando alcançar um cargo na Gabinete da minha esposa, “mas sem trabalhar, fantasma”, o que logo, diz Manato, repeliu.

Chegando em Guarapari, descrevendo o ocorrido, Manato disse que ela vendo que não teria emprego, perguntou se o mesmo poderia pagar uma boleta de R$ 3 mil. O ex-deputado disse que não tinha nem R$ 100,00 reais no bolso. “Foi quando ela me ameaçou e disse que gravou conversa no carro e que iria me comprometer. Eu não me importei e disse que ficasse à vontade, pois não disse nada impróprio e nem toquei nela”, narra.

– Passado algum tempo – detalha Manato – , ela me ligou e disse que tinha provas contra mim, gravações e nem sei o que, pois nunca tive nada com essa mulher. Então eu disse que não trataria mais de nenhuma assunto e que ela procurasse meu secretário a partir dali. Foi quando meu assessor (mais conhecido como Júnior) e meu advogado fizeram o Boletim de Ocorrência e preparam o flagrante, pois eu dei a certeza a eles de que não havia nada a temer.

“Quero deixar bem claro: não existe vídeo íntimo. Nunca toquei nessa mulher. E o crime que está se apurando é de extorsão. Ela confessa a verdade e as providências foram tomadas antes do flagrante da concretização da tentativa de chantagem. Sobre a menção no depoimento do nome “CARLOS” como empresário, não há nada de errado. A delegada não sabia de que se tratava da minha pessoa e, realmente, sou empresário. Nunca houve da minha parte a tentativa de colocar em sigilo ou esconder nada. Sempre fui muito transparente.”, explica Manato.

A polícia depois do flagrante foi até à casa da Simone, em Vila Velha, e nada foi encontrado senão um vídeo dela com outra pessoa. Segundo me narraram, o tempo todo ela afirmou que nunca houve vídeo íntimo. “Ela queria o emprego fantasma que lhe foi negado. Tudo se resume nisto, sendo que ela tem antecedente criminal por furto em loja em 2015, segundo consta por problemas psicológicos. Talvez, ela agiu por desespero ou continua com os mesmos problemas do passado. Só sei que foi premeditado. Não posso ser leviano e dizer que alguém mais está com ela nessa armação”, sintetiza Manato.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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