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Ciência e Tecnologia

Marca anuncia iPhone 12 cravejado de meteorito por R$35 mil

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iPhone 12
Caviar / Divulgação

iPhone

A Apple ainda não anunciou oficialmente o iPhone 12 , mas isso não impediu a empresa russa Caviar , conhecida por produzir versões customizadas de smartphones com acabamento extravagantes e luxuosos, de anunciar uma edição limitada do aparelho, tendo o espaço como tema e pedaços de meteoritos integrados à tampa traseira.

São três modelos da linha Space Odissey : Moon (Lua), Mercury (Mercúrio) e Mars (Marte). Eles serão baseados no iPhone 12 Pro ou Pro Max, com capacidade interna de 128, 256 ou 512 GB. A traseira de vidro foi substituída por uma chapa de titânio, à qual é integrada o que a empresa chama de “pedra composta” representando um céu estrelado e as superfícies dos corpos celestes.

Todos os aparelhos têm embutido em sua traseira um pequeno pedaço do meteorito Muonionalusta, que tem cerca de 4,5 bilhões de anos e caiu entre a Finlândia e a Suécia cerca de 1 milhão de anos antes de Cristo.

Assim como os outros produtos da Caviar, os novos iPhones não são baratos: o Space Odissey Moon custa a partir de US$ 5.830 (cerca de R$ 31 mil), o Mars a partir de US$ 6.110 (R$ 32.300) e o Mercury a partir de US$ 6.600 (R$ 35 mil). Isso pelo modelo “básico”, baseado em um iPhone 12 Pro com 128 GB de memória interna.

Segundo a Caviar, apenas 19 unidades de cada modelo serão produzidas. Os aparelhos estão em pré-venda, ainda sem data para entrega. O frete é grátis, para qualquer parte do mundo.

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Ex-funcionária do Facebook acusa rede social de permitir manipulação política

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Unsplash/Brett Jordan

Facebook é acusado de não impedir disseminação de fake news

Durante as últimas eleições presidenciais dos Estados Unidos e do Brasil, as redes sociais tiveram um grande impacto no andamento da disputa. Estas, porém, não foram as únicas vezes que elas foram usadas para a disseminação de desinformação, segundo Sophie Zhang, ex-cientista de dados do Facebook . Após ser demitida, ela divulgou um memorando mostrando diversas campanhas de fake news na plataforma, e a incapacidade de combatê-las.

No documento, Zhang listou diversos exemplos concretos de governos espalhados pelo mundo que usaram a rede social para “enganar seus próprios cidadãos”. Na maioria dos casos, contas falsas são usadas para influenciar a opinião pública e desacreditar a oposição.

Entre as diversas medidas da rede socia l para impedir isso, mais de 10 milhões de reações falsas e fãs de páginas políticas importantes no Brasil e nos Estados Unidos foram removidas durante as últimas eleições.

Algumas campanhas, porém, demoram um certo tempo para serem combatidas. Um exemplo aconteceu em Honduras, quando o Facebook demorou nove meses para agir em relação a uma ação coordenada do presidente Juan Orlando Hernandez para melhorar sua imagem com a população por meio de contas falsas. Depois de fechada esta operação, outras contas foram criadas e permanecem ativas.

Já no Azerbaijão, a rede social levou um ano para começar a pesquisar sobre o uso de perfis falsos para “assediar a oposição”. Na Índia, a própria Zhang trabalhou para derrubar uma “rede politicamente sofisticada de mais de mil atores trabalhando para influenciar as eleições”.

Nem mesmo a pandemia de Covid-19 escapou das campanhas maliciosas. Nos últimos meses, 672 mil contas falsas que manipulavam informações relacionadas à Covid-19 na Espanha e nos Estados Unidos foram removidas.

Poderia ter feito mais 

Apesar de toda essa ação, Zhang afirmou que se sente com “sangue nas mãos” por ter decidido não agir, assim que descobriu atividades inautênticas em apoio a um candidato presidencial de oposição na Bolívia. Após a renúncia de Evo Morales, o país se viu no meio de diversos protestos que causaram dezenas de mortes.

“Embora eu tenha tomado a melhor decisão que pude com base no conhecimento disponível na época, no final fui eu que decidi não forçar ou priorizar mais em cada caso, e eu sei que tenho sangue nas mãos agora”, afirmou.

Por fim, a ex-funcionária afirmou que não acredita que as pessoas que administram a rede social sejam mal-intencionadas. Porém, algumas decisões precisam ser tomadas. Todo esforço no caso afetou a saúde da ex-cientista de dados do Facebook . Quando teve um pedido de apoio negado por “limitação de recursos humanos”, foi ameaçada de demissão por se concentrar no trabalho civil.

Em resposta ao memorando, o Facebook afirmou que trabalha para “impedir que malfeitores abusem dos sistemas”. Por fim, destacou que cada questão é investigada cuidadosamente antes da ação ou de reivindicações públicas como uma empresa.

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