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Matou e desmembrou a noiva. Polícia espanhola acredita que morte foi acidental…

A Policia Nacional espanhola supõe que um homem conhecido como o “Rei do Cachopo” matou a noiva acidentalmente na sequência de uma discussão e, de seguida, desmembrou e enterrou o corpo, no ano passado, em Madrid, Espanha. Cesar Román, empresário de restauração apelidado como o “Rei do Cachopo” está detido desde outubro de 2018 em […]

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A Policia Nacional espanhola supõe que um homem conhecido como o “Rei do Cachopo” matou a noiva acidentalmente na sequência de uma discussão e, de seguida, desmembrou e enterrou o corpo, no ano passado, em Madrid, Espanha.

Cesar Román, empresário de restauração apelidado como o “Rei do Cachopo” está detido desde outubro de 2018 em prisão preventiva pelo assassinato da noiva. Porém, a investigação aponta agora para outro sentido.

A Polícia Nacional de Espanha presume que o homem de 45 anos matou a Heydi Paz Bulnes, de 25 anos, acidentalmente durante uma discussão, ao agredi-la ou empurrá-la, no apartamento que dividiam, no distrito de Vallecas, em Madrid.

Róman ficou assustado e em vez de chamar a polícia optou por desmembrar o corpo da mulher. Para esconder o crime, enterrou uma parte do cadáver juntamente com a faca que utilizou e transportou o torso numa mala que veio a ser descoberta dias depois, após um incêndio numa das instalações onde Román tinha um restaurante.

O homem, que desapareceu após a morte da namorada, alega ser inocente, negando todos os factos e atribui a culpa a um grupo de narcotraficantes ligados à policia. Segundo uma carta escrita pelo “Rei do Cachopo”, um grupo de traficantes de droga apontaram uma arma à cabeça da vítima acabando por assassinar Heydi, o que levou Cesar Román a desaparecer e sair da capital espanhola depois de várias ameaças de morte.

No entanto, foram encontrados vestígios onde as autoridades acreditam ser o local do crime, que estão a ser analisados. Caso correspondam ao ADN da noiva, a teoria de Román cai por terra.

Nas últimas semanas, testemunhos feitos por médicos, bombeiros, polícias e parentes de Heydi sustentam a teoria de que Cesar Román assassinou a noiva e que a desmembrou para transportá-lo facilmente.

Román apareceu constantemente nos meios de comunicação através de uma excessiva campanha de “marketing”, tornando um simples bife panado recheado com presunto e queijo, conhecido em Espanha como “cachopo”, num prato da moda de Madrid. Mariano Rajoy, ex-presidente do governo espanhol, foi um dos clientes.

Segundo o jornal espanhol El País, entre 2016 e início de 2018, o “Rei de Cachopo”, abriu cinco restaurantes, comprou seis motos para distribuir a comida e proclamou seu prato, típico nas Astúrias, como o melhor de Espanha.

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Polícia

Batalhão de Missões Especiais inicia o I COESP 2022

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A Polícia Militar do Espírito Santo, através do Batalhão de Missões Especiais (BME), deu início, nesta quarta-feira (29), ao I Curso de Operações Especiais (I COESP). A aula inaugural ocorreu às 16h, na Academia de Polícia Militar (APM), em Cariacica.

Após passarem por rigorosos testes de aptidão física e de habilidades especiais, iniciaram o curso 29 inscritos, sendo 21 da PMES e oito de corporações coirmãs (um 3º Sgt da PMAM; um 3º Sgt da PMMS; um PCES; um PCPA; um PRF; e três PPES-Sejus).

O curso tem previsão de término para o dia 16 de setembro de 2022. Serão 812 horas/aula, perfazendo um total de 81 dias.

O objetivo do COESP é capacitar o aluno a desempenhar atividades de Operações Policiais Especiais, especializando-o para o atendimento de ocorrências de alto risco e cumprimento de missões de grande complexidade e valor estratégico para o Comando da Corporação. Além disso, os formados poderão atuar como multiplicadores na Polícia Militar do Espírito Santo, por intermédio da docência, sobre os assuntos de Operações Especiais.

O corpo de instrutores do curso conta com diversos especialistas em várias áreas e que atuam com excelência na PMES e em outras instituições, como o CBMES, a PRF, a PF, a SEJUS e o EB.

Para o comandante-geral da PMES, coronel Douglas Caus, a Polícia Militar, através do governador Renato Casagrande, venceu o primeiro grande desafio que foi retornar com o Batalhão de Missões Especiais. “E não foi um retorno qualquer. Recebemos investimentos importantes que reestruturaram as instalações físicas da Unidade, bem como possibilitaram a construção de uma nova quadra poliesportiva. Temos também um processo de compra de armamentos em andamento e um projeto para criar um stand de tiro indoor”, enumerou.

Com todas essas conquistas, o coronel Caus ainda ressaltou a qualificação dos policiais militares através dos cursos oferecidos pelo Batalhão, tais como o de Controle de Distúrbios Civis (CDC), de Negociador e o de Atirador de Elite. “Agora com o COESP, teremos a formação de policiais especiais, uma vez que passarão por situações extremas que não são superadas por indivíduos comuns. Aqueles que conseguirem chegar até o final serão os futuros caveiras da Polícia Militar do Espírito Santo”, afirmou.

Antes do encerramento da aula inaugural, os presentes participaram de uma palestra com o lendário ex-comandante do Batalhão de Missões Especiais, o coronel reformado Juarez Monteiro da Silva. Na oportunidade, ele foi homenageado pela sua trajetória no BME, e por deixar um importante legado para os atuais comandantes da Unidade e para a sua tropa.

Informações à Imprensa:

Assessoria de Comunicação da PMES:
Tenente-coronel GASTÃO DOS SANTOS ALVES JÚNIOR
Tels. (27) 3636-8717 / 3636-8718
E-mail: [email protected]

Subseção de Jornalismo PMES:
Tel. (27) 3636-8715
E-mail: [email protected]

Fonte: PM ES

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