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Mesmo com ‘pessoas cansadas’, isolamento continua em SP, diz Gabbardo

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Secretário-executivo do Ministério da Saúde João Gabbardo
José Dias/PR

“População tem ficado receosa de sair”, afirmou Gabbardo


Nesta segunda-feira (27), João Gabbardo Reis, secretário-executivo do Centro de Contingência do Combate ao Coronavírus em São Paulo, voltou a afirmar que o estado continua com as medidas de isolamento social vigentes, mesmo diante do avanço no Plano SP de reabertura . Os  critérios usados para controlar a pandemia no estado foram alterados hoje.


Em entrevista à CNN, Gabbardo afirmou que as pessoas estão “cansadas, fatigadas desse período de quarentena” em todo estado. No entanto, ele reforçou as necessidades restritivas atuais e informou que ” distanciamento social prevalece em todo o estado”.

“O uso da máscara é obrigatório, as orientações para que as pessoas com mais de 60 anos ou doenças crônicas não saiam de suas residências, a não ser em situações excepcionais de muita necessidade. As reivindicações de ações que possam gerar aglomerações todas elas são negadas. Essas medidas continuarão valendo para todo o estado”, informou.

O secretário também deu entrevista à TV Globo na manhã de hoje, onde esclareceu os próximos passos do estado diante do plano de reabertura.

Gabbardo informou que espera que a capital paulista leve mais um mês para atingir a Fase 4 – Verde , a penúltima do Plano SP. Com isso, os estabelecimentos não terão restrição de horário de funcionamento, mas terão de diminuir a capacidade, o que o secretário não vê como desafio “porque a população tem ficado receosa de sair”.

“Passando para essa fase verde, além dessa ocupação, vão ficar com restrições eventos que envolvem aglomerações, isso só será possível mais adiante, na fase azul”, concluiu Gabbardo.

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Pelo menos nove prefeitos morreram pela Covid-19 no Brasil

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Prefeito Fabio Mauri Garbugio
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Prefeito Fabio Mauri Garbugio

Com a morte de Fabio Mauri Garbugio neste domingo (26) em um hospital em Goiânia, o número de prefeitos mortos pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), desde o início da pandemia já é de nove. Garbugio era prefeito da cidade de Alto Taquari, no Mato Grosso, e foi diagnosticado com a doença na última quinta-feira (23).

“Eu e minha esposa Virginia lamentamos muito o falecimento do prefeito de Alto Taquari e prestamos nossas condolências à família, rezando para que Deus dê forças aos amigos e familiares neste momento difícil”, disse o governador Mauro Mendes (DEM), do Mato Grosso.

Outro caso que chamou a atenção foi o do óbito de Hernandes da Areia (DEM). Ele comendava o Executivo do município de Araguanã, no Tocantins, tendo assumido após a renúncia do titular em 2017, mas morrendo 30 dias depois de ser internado com a Covid-19.

O presidente da Câmara, que tinha assumido interinamente, também morreu enquanto Hernandes estava internado. Como resultado, coube à vice do legislativo ficar no cargo. Irene Duarte (PSD) foi efetivada oficialmente para o cargo no último dia 11.

Além desses dois óbitos, outros quatro prefeitos morreram vítimas da pandemia do novo coronavírus em julho. As vítimas foram os prefeitos de Rio Grande do Sul, Alagoas, Paraíba e Espírito Santo.

Em Viamão, no Rio Grande do Sul, Valdir Jorge Elias (MDB) também morreu na quarta-feira (22), após sete dias internado no hospital da cidade para tratar complicações da Covid-19. Conhecido como Russinho, ele era hipertenso e idoso e tinha sido internado com febre e problemas respiratórios.

No mesmo dia, Paulo Márcio Leite Ribeiro (PSB), prefeito de Água Doce do Norte, no Espírito Santo, morreu num hospital de Colatina depois de 15 dias do diagnóstico do novo coronavírus.

Já no dia 16, a vítima foi prefeito de Ingá, na Paraibá, Manoel Batista Chaves Filho (PSD), que morreu depois de 11 dias internado em Campina Grande. Ele teve sintomas no dia 5 e, no mesmo dia, já foi colocado num leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Em Santana do Ipanema, Alagoas, a morte do prefeito Isnaldo Bulhões, 78, fez com que sua filha Christiane Bulhões assumisse o cargo no último dia 8. Ela decretou luto oficial de sete dias na cidade.

São Paulo

No interior de São Paulo, dois prefeitos morreram no intervalo de uma semana, em junho. A primeira morte foi no dia 20, quando o então prefeito de Borebi, Antônio Carlos Vaca (PSDB), 73, morreu em Bauru.

Seis dias depois quem morreu foi o prefeito de Santo Antônio do Aracanguá, Rodrigo Aparecido Santana Rodrigues (DEM). Ele chegou a ficar 24 dias internado na UTI do Hospital da Unimed, em Araçatuba.

O primeiro óbito de prefeito ocorreu em 27 de março, em São José do Divino (PI). Antônio Nonato Lima Gomes, o conhecido como Antônio Felicia (PT), tinha histórico de diabetes e foi também a primeira morte confirmada por Covid-19 em seu estado.

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