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Mobilização da Rússia na Venezuela inclui ‘equipes de cibersegurança’, diz agência

O contingente militar da Rússia que chegou à Venezuela no fim de semana é composto por forças especiais, incluindo “equipes de segurança”, denunciou um funcionário do governo dos Estados Unidosouvido pela agência Reuters nesta terça-feira (26). Dois aviões da Força Aérea da Rússia pousaram no sábado no aeroporto de Maiquetia – o maior da Venezuela. Eles transportavam cerca de 100 militares […]

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O contingente militar da Rússia que chegou à Venezuela no fim de semana é composto por forças especiais, incluindo “equipes de segurança”, denunciou um funcionário do governo dos Estados Unidosouvido pela agência Reuters nesta terça-feira (26).

Dois aviões da Força Aérea da Rússia pousaram no sábado no aeroporto de Maiquetia – o maior da Venezuela. Eles transportavam cerca de 100 militares russos, segundo a imprensa local. O regime de Nicolás Maduro confirmou que autorizou a chegada dos aviões, mas não deu mais detalhes.

A reportagem da agência Reuters mostra que a fonte do governo – entrevistada sob condição de anonimato – disse que os EUA estão convictos de que o contingente russo inclui especialistas em cibersegurança e que parte da missão deles é ajudar o grupo leal a Maduro com ações de vigilância, bem como com a proteção da infraestrutura cibernética.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse nesta terça-feira que a presença de “especialistas russos” na Venezuela é guiada por um acordo de cooperação técnico-militar entre os dois países, sem dar mais detalhes.

Rússia e Venezuela

A Rússia é um dos países que ainda reconhecem Nicolás Madurocomo presidente legítimo da Venezuela. Os EUA, por outro lado, foram os primeiros a reconhecer o chefe da Assembleia Nacional e líder oposicionista Juan Guaidó como presidente interino.

No fim do ano passado – antes da disputa entre Guaidó e Maduro pela legitimidade no cargo – bombardeiros russos pousaram no mesmo aeroporto venezuelano para “exercícios de cooperação militar” entre Rússia e Venezuela, informou o regime chavista. As aeronaves tinham capacidade para transportar armas nucleares.

Dias antes, Maduro e o presidente russo, Vladimir Putin, haviam se reunido em Moscou. A reunião resultou na assinatura de contratos da ordem de US$ 6 bilhões em investimentos russos nas áreas de mineração e petróleo na Venezuela.

Fonte: G1

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Ucraniano que pilota o gigante Antonov An-225 diz que ‘maior avião do mundo ainda está inteiro’

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Desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (24), rumores começaram a se proliferar na internet dando conta de que o Antonov An-225 Mryia, o maior avião comercial do mundo, havia sido danificado ou até mesmo destruído no ataque russo ao aeroporto de Gostomel, nos arredores de Kiev.

No entanto, há cerca de uma hora (desde que essa publicação foi escrita), o piloto-chefe da Antonov Airlines, Dmytro Antonov, confirmou via Facebook que o An-225 não foi destruído. O piloto é conhecido por manter um canal no YouTube em que mostra diversas operações de voo com o gigante avião, muitas das quais já foram repercutidas no AEROIN.

Enquanto relatos dão conta de que os russos teriam assumido o controle do aeroporto da cidade vizinha a Kiev, aparentemente os grandes aviões da Antonov não foram destruídos. A situação, no entanto, segue fora de controle. Dmytro Antonov assim disse no Facebook (tradução livre): “Queridos amigos. Tudo se comprovou. Grande decepção de novo. O aeroporto de Gostomel agora está sob as forças aéreas russas. Grandes aviões podem pousar esta noite. De positivo Mriya está inteiro. Nós esperamos e Glória para a Ucrânia”.

Fonte: AeroIn

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