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Saúde

Moda na internet, bronzeamento no períneo pode trazer riscos, afirma médica

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Quando a gente acha que já viu de tudo na internet, ela sempre dá um jeito de surpreender. Férias, verão, sol, calor, praia, aquela combinação perfeita para curtir e pegar um bronzeado. Mas parece que não é o suficiente. Influenciadores digitais estão agora bronzeando o períneo. Isso mesmo. Aquela parte bem íntima do ser humano.

A nova onda, aparentemente, surgiu nos Estados Unidos, popularizada pela blogueira autoproclamada de saúde e bem-estar Meagan “Metaphysicalmeagan” Whitson. Não demorou muito, chegou ao Brasil e começou ao causar alvoroço. E não é para menos, já que o tal bronzeamento promete diversos benefícios, entre os quais, aumentar a libido.

Para a médica dermatologista de Cachoeiro de Itapemirim, Roberta Goltara, é preciso ficar atento a esses movimentos que surgem na internet. “Não há nada que comprove qualquer benefício. É só mais uma moda sem qualquer fundamento. Inclusive, pode trazer alguns problemas, como queimaduras e aumentar o risco de câncer de pele”, alertou a médica.

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Saúde

Caso de febre hemorrágica é registrado no Brasil após 20 anos

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Na segunda-feira (20), o Ministério da Saúde, confirmou uma morte por febre hemorrágica em Sorocaba, interior de São Paulo. A doença não era registrada no país há mais de 20 anos.

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A febre hemorrágica é considerada extremamente rara e de alta letalidade

A morte do paciente adulto aconteceu no dia 11 de janeiro, mas ainda não foi confirmada a origem da contaminação. Segundo o ministério, o paciente passou por três hospitais diferentes entre o início dos sintomas (30/12/2019) e o óbito (11/01/2020), e não houve histórico de viagem internacional.

“Os funcionários dos hospitais por onde o paciente passou estão sendo monitorados, e avaliados, assim como os familiares do caso confirmado em São Paulo”, afirma o ministério em nota.

Além disso, a nota explica que o caso foi isolado e não apresenta risco. “Nesse momento, não há risco para trânsito de pessoas, bens, mercadorias a nível nacional ou internacional”.

Considerada rara e de alta letalidade, o caso foi notificado à Organização Mundial da Saúde e à Organização Pan-americana de Saúde.

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Sintomas da doença

O período de incubação da doença é longo, em média de 7 a 21 dias, e começa com febre, mal-estar, dores musculares, manchas vermelhas no corpo, dor de garganta, no estômago e atrás dos olhos, dor de cabeça, tonturas, sensibilidade à luz, constipação e sangramento de mucosas, como boca e nariz.

Com a evolução da doença , pode haver comprometimento neurológico (sonolência, confusão mental, alteração de comportamento e convulsão).

Contaminação e transmissão

Segundo o Ministério da Saúde, as pessoas contraem a doença possivelmente pela inalação de partículas formadas a partir da urina, fezes e saliva de roedores infectados.

A transmissão dos arenavírus de pessoa a pessoa pode acontecer quando há contato muito próximo e prolongado ou em ambientes hospitalares, quando não se utilizam equipamentos de proteção, por meio de contato com sangue, urina, fezes, saliva, vômito, sêmen e outras secreções ou excreções.

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Histórico no Brasil

O último registro de febre hemorrágica brasileira foi há mais de 20 anos. Nesse período, foram quatro casos em humanos, sendo três adquiridos em ambiente silvestre no estado de São Paulo e um por infecção em ambiente laboratorial, no Pará.

Fonte: IG SAÚDE

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