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Saúde

Moda na internet, bronzeamento no períneo pode trazer riscos, afirma médica

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Quando a gente acha que já viu de tudo na internet, ela sempre dá um jeito de surpreender. Férias, verão, sol, calor, praia, aquela combinação perfeita para curtir e pegar um bronzeado. Mas parece que não é o suficiente. Influenciadores digitais estão agora bronzeando o períneo. Isso mesmo. Aquela parte bem íntima do ser humano.

A nova onda, aparentemente, surgiu nos Estados Unidos, popularizada pela blogueira autoproclamada de saúde e bem-estar Meagan “Metaphysicalmeagan” Whitson. Não demorou muito, chegou ao Brasil e começou ao causar alvoroço. E não é para menos, já que o tal bronzeamento promete diversos benefícios, entre os quais, aumentar a libido.

Para a médica dermatologista de Cachoeiro de Itapemirim, Roberta Goltara, é preciso ficar atento a esses movimentos que surgem na internet. “Não há nada que comprove qualquer benefício. É só mais uma moda sem qualquer fundamento. Inclusive, pode trazer alguns problemas, como queimaduras e aumentar o risco de câncer de pele”, alertou a médica.

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Imunidade pública pode ser maior que o esperado, apontam cientistas

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Veja como o organismo combate o novo coronavírus após uma infecção

O número de pessoas com imunidade para a Covid-19 pode ser maior do que os testes de anticorpos sugerem, aponta um novo estudo da Universidade de Karolinska, na Suécia. Pesquisadores encontraram as células T, que em tese garantem imunidade para o novo coronavírus (Sars-CoV-2), em pacientes com poucos ou nenhum sintoma de Covid-19 .

Segundo Marcus Buggert, professor do Centro de Doenças Infecciosas de Karolinska, as células T têm a função de reconhecer as células infectadas pelo vírus, e são uma parte essencial do sistema imunológico.

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“Análises avançadas nos permitem detalhar a resposta das células T durante e após a infecção pelo novo coronavírus. Nossos resultados indicam que praticamente o dobro de pessoas contam com as células T, na comparação com as pessoas que contam com anticorpos”.

O estudo, que ainda não foi revisado por especialistas, toma como base os dados coletados de 200 pacientes com poucos ou nenhum sintoma da Covid-19. “Um fato interessante é que não foram apenas os pacientes sintomáticos da Covid-19 que registraram presença de células T no sangue. Seus parentes assintomáticos também tinham boa quantidade dessas células”, afirma Soo Aleman, professor de virologia.

“Cerca de 30% dos doadores de sangue de maio de 2020 tinham células T que combatem a Covid-19. O número é bem superior aos resultados dos testes de anticorpos”, afirma.

Para o professor do Centro de Doenças Infecciosas de Karolinska, Hans-Gustaf Ljurggren, a descoberta pode trazer ótimas notícias. “Nossos resultados indicam que a imunidade pública para a Covid-19 é bem maior do que os exames de anticorpos sugerem. Se for o caso, é uma boa notícia para a saúde pública”.

Apesar dos resultados, os especialistas concordam que novos estudos precisam ser feitos com base nas células T e nos anticorpos para entender a duração da imunidade.

Fonte: IG SAÚDE

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