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Política Nacional

Moro diz que pode surgir corrupção no governo, mas Bolsonaro é ‘pessoa íntegra’

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Sergio Moro ao lado do presidente Jair Bolsonaro arrow-options
Agência Brasil

Sergio Moro tem forte apoio popular no governo Bolsonaro em função da defesa do combate à corrupção

O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou nesta terça-feira (3), durante evento sobre combate à corrupção, que podem surgir casos de desvios de conduta e corrupção no governo federal devido ao tamanho da máquina administrativa, mas ressaltou que considera o presidente Jair Bolsonaro uma “pessoa muito íntegra” e que houve mudança de postura em relação a administrações anteriores.

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“O presidente Bolsonaro é uma pessoa muito íntegra, todo mundo que conhece atesta isso. (…) Claro que a gente sabe que numa máquina gigantesca da administração federal podem surgir casos de desvios de conduta e de corrupção, mas vamos fazer um paralelo com o que a gente tinha no passado, esquemas sistemáticos de suborno e de corrupção incrustados na administração pública. Não dá para ter um código de ética da administração pública e ao mesmo tempo ter esse comportamento. Então algo mudou nesse governo federal, acho que as lideranças estão dando esse exemplo”, afirmou o ministro.

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Moro participou de um debate com o ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, e com o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas, sobre práticas de integridade no governo federal.

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O ministro da Justiça afirmou que implantou uma campanha interna para estimular comportamentos íntegros dos servidores e outras medidas, como a digitalização de serviços do governo, e disse ainda que os líderes do governo precisam dar exemplo aos servidores.

“Não adianta nada eu cobrar do meu servidor, cobrar dos órgãos do ministério e ao mesmo tempo a liderança dá um mau exemplo”, afirmou Moro sobre o combate à corrupção .

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Política Nacional

PSL denuncia seis deputados do próprio partido ao Conselho de Ética da Câmara

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Carla Zambelli arrow-options
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

A deputada Carla Zambelli está no grupo de deputados que foram denunciados

O PSL denunciou, nesta sexta-feira (6), seis deputados do próprio partido ao Conselho de Ética da Câmara por conta de seus posicionamentos após o racha entre o presidente da República Jair Bolsonaro e o presidente da legenda Luciano Bivar (PE). As representações citam gravações feitas pelo deputados de conversas na liderança do PSL, acusações públicas contra Bivar e manifestações dos parlamentares em redes sociais.

Os seis deputados — Alê Silva (MG), Bibo Nunes (RS), Carla Zambelli (SP), Carlos Jordy (RJ), Daniel Silveira (RJ) e Filipe Barros (PR) — foram denunciados pelo PSL por quebra de decoro parlamentar, que pode levar à perda do mandato. O grupo fez parte da ala do partido que apoiou a substituição de Delegado Waldir (GO), aliado de Bivar, por Eduardo Bolsonaro (SP) na liderança do partido na Câmara. Os parlamentares também já manifestaram intenção de trocar a sigla pelo partido Aliança pelo Brasil, fundado pelo presidente Jair Bolsonaro.

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Todas as representações são assinadas por Bivar, presidente do PSL. A denúncia contra Daniel Silveira, por exemplo, se baseia no episódio em que o parlamentar gravou um diálogo na liderança do PSL em que o então líder Delegado Waldir chamava o presidente Jair Bolsonaro de “vagabundo”. Para o PSL, a divulgação da conversa transformou o partido em “chacota nacional”.

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“De modo ardil e premeditadamente, como informou aos jornalistas, o representado gravou a reunião de seu grupo parlamentar, sem permissão e com intenção de prejudicar seu partido, registrou partes das conversas e manipulou manifestações. Assim, agiu de modo desleal, imoral, abusando da confiança, tornou uma reunião séria em chacota nacional”, diz a representação do PSL contra Silveira.

Nesta semana, o PSL já havia confirmado punições contra 18 parlamentares por infringir regras de disciplina e fidelidade partidária previstas no Estatuto e no Código de Ética da sigla. Os seis deputados denunciados nesta sexta ao Conselho de Ética da Câmara fazem parte deste grupo punido internamente no partido, com suspensões que vão de três meses a um ano.

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