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Morre o médico e ex-deputado federal Luiz Buaiz, aos 97 anos

Morreu, na manhã deste sábado (02), o médico e ex-deputado federal Luiz Buaiz. Ele tinha 97 anos e estava internado deste janeiro após sofrer uma queda. Na noite desta sexta-feira (1º), ele foi submetido a uma nova cirurgia. Buaiz estava em fase de recuperação, ele já havia passado por cirurgias. Na noite de sexta, ele […]

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Morreu, na manhã deste sábado (02), o médico e ex-deputado federal Luiz Buaiz. Ele tinha 97 anos e estava internado deste janeiro após sofrer uma queda. Na noite desta sexta-feira (1º), ele foi submetido a uma nova cirurgia.

Buaiz estava em fase de recuperação, ele já havia passado por cirurgias. Na noite de sexta, ele estava no semi-intensivo e sentiu uma dor. Ao realizar exames, foi verificada uma perfuração no intestino. A cirurgia foi realizada com sucesso e a família aguardava o período de recuperação, mas o médico não resistiu e faleceu por volta das 8 horas deste sábado.

Segundo o filho, Alexandre Neto, o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para a realização dos procedimentos necessários. Ainda não há informações sobre o velório e enterro.

Luiz Buaiz foi médico, professor e político. Formado em Medicina em 1946 e especializado em Dermatologia pelo Departamento Nacional de Saúde, assumiu como médico, em 1947 a Santa Casa. Em 1948, assumiu o cargo de médico do Centro de Saúde de Vitória. Foi aprovado em primeiro lugar no concurso de médico leprologista do Espírito Santo. Ingressou na Previdência Social como médico do extinto Instituto de Assistência e Previdência dos Comerciários logrando o primeiro lugar no concurso de dermatologista. Foi, ainda, médico do IPASE, IAPI e IAPETC e superintendente médico do ex-IAPC. Com a unificação dos institutos ocupou o cargo de Coordenador Médico. Membro fundador e organizador do Conselho Regional de Medicina em 1958, tendo sido o seu presidente durante 15 anos. Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Vitória durante três gestões.

Foi Secretário Estadual de Saúde. Professor de Biologia do Colégio Estadual do Espírito Santo de 1948 a 1962, tendo sido aprovado em primeiro lugar no concurso público estadual. Professor de Dermatologia da Universidade Federal do Espírito Santo durante um ano. Como diretor do Grupo Buaiz integrou a Diretoria da Federação das Indústrias do Espírito Santo de 1959 a 1962. Como político foi candidato a prefeito de Vitória em 1992 e candidato a vice-prefeito da cidade em 1996. Em 1994 elegeu-se para o cargo de Deputado Federal, tendo se candidatado a reeleição em 1998.

Luiz Buaiz nasceu em Vitória no dia 29 de agosto de 1921, filho de Alexandre Buaiz e de Maria Saliba Buaiz. Era viúvo, tinha dois filhos, quatro netos e dois bisnetos.

Logo após o anúncio da morte, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e o empresário Marcus Buaiz, fizeram postagens lamentando o ocorrido.

Fonte: Folha Vitoria

Foto: TV Gazeta

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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