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Morre Olivia de Havilland, de “O Vento Levou”, aos 104 anos

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Olivia de Havilland, que estrelou o filme “E o Vento Levou”, de 1939, morreu na noite do último sábado (25), aos 104 anos. A notícia foi confirmada pelo site Entertainment Weekly, que informou que a atriz morreu de causas naturais enquanto dormia em sua casa em Paris.

Olivia de Havilland

Olivia de Havilland. Divulgação

Ícone da era de ouro do cinema, ela tem dois Oscar de melhor atriz. Depois de se aposentar, ela fez poucas aparições públicas, mas retornou a Hollywood em 2003 para participar da 75ª edição dos Oscar.

Filha de pais ingleses, a atriz nasceu no Japão. Naturalizada norte-americana, cresceu na Califórnia e vivia em Paris desde 1953.  Sua estreia nos cinemas foi em uma adaptação de 1935 do clássico de Shakespeare “Sonho de Uma Noite de Verão”. Na televisão, ela trabalhou na minissérie de 1976 “Roots: The Next Generation”.

Fonte: IG GENTE

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Vovó Naná, do “BBB 9”, fala de sequelas após sofrer cinco AVCs

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Vó Naná se recupera de cinco AVCs
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Vó Naná se recupera de cinco AVCs


Naiá Barros, que ficou mais conhecida como Vovó Naná quando participou do “BBB 9”, sofreu cinco AVCs em março de 2018, tendo que ficar um mês internada. Agora, aos 72 anos, ela luta para se recurar das sequelas que os acidentes vasculares cerebrais deixaram – Naná teve a visão e a fala comprometidas, tem dificuldade para andar e está com o lado esquerdo do corpo paralisado.

“Foram cinco AVCs, um atrás do outro. Fiquei dez horas no chão esperando socorro. Pensei no pior, tive medo, mas nunca me faltou fé. Meu lado esquerdo do braço e da perna ficaram paralisados. Caminho com dificuldade, com uma bengala. Precisei aprender a andar num guindaste. A fala ficou bem comprometida, estou com dificuldade de enxergar e teclar. Os médicos dizem que, pelo jeito que eu estava e fiquei, o que aconteceu comigo foi um milagre”, afirma ao jornal Extra.

Naiá está isolada no apartamento que ganhou do filho, em Indaiatuba, em São Paulo. O imóvel fica em frente a casa de suas filhas e ela tem também a companhia de uma cuidadora. Por causa da pandemia, ela teve que interromper as sessões de hidroterapia que estava fazendo e espera voltar o tratamento agora em agosto.

“Sinto muita saudade de trabalhar. Ficar em em casa é horrível. Passo o dia vendo TV. Mas também fico com um pouco de vergonha de sair, porque sou vaidosa. Eu era uma pessoa tão bonita e não estou mais assim agora. Não tenho mais vaidade. A idade vai chegando…”, lamenta ela.

“Meu filho me ajuda, ele tem condições e me ajuda em tudo. O que eu gasto de remédio… Eu tomo remédio para o coração, para diabres, pressão, pra tudo”, conta. Além dele, Naná tem mais três filhos, seis netos e um bisneto.

Antes do acidente, ela namorava um homem 28 anos mais jovem. “Ele é meu amigo agora. Depois que eu tive AVC, não quis mais namorar”.

Fonte: IG GENTE

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