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Morre Príncipe Philip, marido da Rainha Elizabeth II, aos 99 anos

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Rainha Elizabeth e seu marido, Príncipe Philip

Rainha Elizabeth e seu marido, Príncipe Philip – Divulgação

Nesta manhã desta sexta-feira (9) morreu o Príncipe Philip aos 99 anos de idade. No dia 17 de fevereiro, o marido da Rainha Elizabeth II foi internado por conta de uma infecção sanguínea. Ele passou 16 dias internado e no começo de março passou por uma cirurgia no coração, que segundo o Palácio de Buckingham foi bem sucedida. A morte foi anunciada pelo Palácio de Buckingham no Twitter e a causa ainda não foi revelada.

 

 

Philip está aposentado da vida pública desde 2017. Ele nasceu na Grécia em 1921 e detinha o título de príncipe da Grécia e Dinamarca. Por conta de complicação políticas, o príncipe foi banido de seu país quando tinha apenas um ano de idade e teve que abdicar de seus títulos.

Ainda criaça, Philip foi mandado para o Reino Unido em 1928, para viver com a avó materna e estudar. Durante a juventude, ele serviu à Marinha Real Britânica e esteve em diversos confrontos ao longo da II Guerra Mundial.

Dois anos após o fim da guerra, Philip se casou com Elizabeth, que era a sucessora do trono. Os dois se conheceram ainda na adolescência, quando a futura rainha se apaixonou por Philip. Eles passaram anos se comunicando por correspondência em 1946 ele pediu à mão de Elizabeth ao Rei Jorge VI. A cerimônia de casamento aconteceu em 20 de novembro de 1947 e foi gravada pela BBC e transmitida a 200 milhões de pessoas em todo o planeta.

Como consorte da rainha, Philip tinha os deveres de apoiar as decisões da esposa e também comparecer a eventos oficiais ao lado dela. Philip e Elizabeth tiveram quatro filhos juntos, Charles, o herdeiro do trono, Anne, Andrew e Edward. Em 2017, o príncipe se aposentou de seus deveres com a monarquia, o que gerou grande especulação sobre o estado de saúde dele.

Fonte: IG GENTE

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Criança viaja com os pais vacinados e morre de covid-19 nos Estados Unidos

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Uma criança que viajou para o Havaí, nos Estados Unidos, com seus pais morreu de covid-19, segundo o Departamento de Saúde do Havaí anunciou na terça-feira (27), marcando a primeira morte pediátrica relacionada ao coronavírus do estado.

O menino, que tinha entre 0 e 10 anos de idade e problemas de saúde, desenvolveu sintomas de covid-19 logo após chegar à ilha, durante uma viagem com seus pais que já haviam sido vacinados. Ele foi levado para um hospital onde morreu mais tarde.

Até agora, o Havaí relatou um total de 32.041 casos de covid-19 e 479 mortes no total, de acordo com o site do departamento de saúde do estado.

Mortes devido ao novo coronavírus em crianças são raras. Um total de 0,00% a 0,03% de todos os casos de crianças com covid-19 resultam em óbito, de acordo com dados de Saúde dos Estados Unidos.

Enquanto as crianças correm menos risco de desenvolver sintomas graves devido ao coronavírus, uma síndrome inflamatória rara – chamada síndrome inflamatória multissistêmica em crianças , ou MIS-C – foi associada ao covid-19.

“MIS-C é uma condição em que diferentes partes do corpo podem ficar inflamadas, incluindo coração, pulmões, rins, cérebro, pele, olhos ou órgãos gastrointestinais. Crianças com MIS-C podem ter febre e vários sintomas, incluindo abdominais (intestino) dor, vômito, diarreia, dor no pescoço, erupção na pele, olhos vermelhos ou sensação de cansaço extra”, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

Até o fim de março, 3.185 casos totais de MIS-C e 36 mortes foram relatados nos Estados Unidos como resultado de MIS-C, de acordo com o CDC.

Aumentos nos casos ocorreram duas a cinco semanas após o pico de covid-19 e seguiram a propagação das infecções iniciais de áreas urbanas para áreas rurais, disseram os pesquisadores no início de abril. Dados mais recentes indicam que há outro pico emergente na condição pediátrica consistente com essa tendência, de acordo com o CDC.

Pesquisadores nos Estados Unidos e no exterior estão iniciando testes envolvendo crianças mais novas para garantir que as vacinas contra a covid-19 sejam seguras e eficazes para cada faixa etária. Embora as primeiras vacinas sejam destinadas a adultos com maior risco de contrair o coronavírus, o fim da pandemia também exigirá a vacinação de crianças, dizem os especialistas.

Até agora, nos Estados Unidos, os testes em adolescentes estão mais avançados: a Pfizer e a Moderna esperam divulgar resultados em breve mostrando como duas doses de suas vacinas funcionaram na população de 12 anos ou mais. A Pfizer está atualmente autorizada para uso a partir dos 16 anos; a Moderna é para maiores de 18 anos.

Mas crianças mais novas podem precisar de doses diferentes em relação aos imunizantes dos adolescentes e adultos. A Moderna recentemente começou um estudo semelhante ao novo teste da Pfizer, com as duas empresas procurando a dosagem certa de cada injeção para cada faixa etária enquanto trabalham para vacinar bebês de até seis meses de idade.

E como as taxas de infecção infantil são tão baixas – elas representam cerca de 13% dos casos de covid-19 documentados nos Estados Unidos, por exemplo – o foco principal dos estudos pediátricos não é contar o número de doenças. Em vez disso, os pesquisadores estão medindo se as vacinas aceleram o sistema imunológico dos jovens da mesma forma que fazem com os adultos – sugerindo que oferecerão proteção semelhante.

Fonte: IstoÉ

 

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