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Mulher alienígena quer mudar sua cor de pele permanentemente para o azul

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Mulher alien

Mulher alien faz sucesso nas redes sociais. Reprodução/Instagram

O fenômeno do “cosplay” nasceu nos anos 70 com os fãs de Star Wars, e continua bem comum nos eventos de cultura nerd. Mas e se alguém decidisse interpretar um personagem naturalmente, como uma nova identidade? É o que a britânica Lhouraii Li está fazendo em seu traje espacial.

Lhouraii começou a se vestir de alienígena como hobby, mas acabou adotando a cultura extraterrestre como seu “look” de todos os dias. Ela até aprendeu a língua Klingon de Star Trek.

Atualmente, Lhouraii acha estranho quando não está fantasiada. Ser uma alienígena é seu “novo normal”. A britânica agora procura uma forma de abandonar a maquiagem e mudar permanentemente a cor de sua pele para o azul.

Fonte: IG Mundo

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EUA: Justiça autoriza escola a utilizar choque elétrico como método de ensino

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 Centro Educacional Judge Rotenberg venceu uma ação para utilizar o choque como

Centro Educacional Judge Rotenberg venceu uma ação para utilizar o choque como “tratamento de último recurso” para correção comportamental – Reprodução/Youtube

O Centro Educacional Judge Rotenberg, localizado em Massachusetts, nos Estados Unidos, e focada para alunos especiais, apelou e obteve uma vitória judicial para continuar a realizar métodos ‘questionáveis’ de ensino: a utilização do choque elétrico. As informações são do jornal Independent.

O tribunal norte-americano decidiu que o Food and Drug Administration (FDA) – órgão que se assemelha à Anvisa, no Brasil – não tem poder para impedir a escola Judge Rotenberg um dispositivo chamado de Desacelerador Eletrônico Graduado (DEG) como “tratamento de último recurso”.

Dos 300 alunos presentes na escola, 55 deles possuem aprovação para que passem pelo ‘tratamento de choque’

O colégio Rotenberg informou que os choques são realizados sob a autorização da família do aluno e de um juíz local. A principal alegação dos familiares é a de preferir choques elétricos ao uso de medicamentos.

Em um comunicado, o centro educacional alegou que, “com o tratamento, esses residentes podem continuar a participar de experiências enriquecedoras, desfrutar de visitas com suas famílias e, o mais importante, viver em segurança e livres de comportamentos autoagressivos e agressivos”.

A associação de pais dos alunos que estudam em Rotenberg elogiou o posicionamento do tribunal. Em nota, o grupo ressaltou que continuarão a lutar “para manter nossos entes queridos vivos e seguros e para manter o acesso a este tratamento de último recurso que salva vidas”.

O FDA articulou para banir os dispositivos em 2016 e chegou a publicar uma portaria proibindo a sua utilização. Sua proibição, porém, não chegou a entrar em vigor.

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