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Mulher é detida por xingar Jair Bolsonaro em evento no Rio

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Jair Bolsonaro participou de evento militar em Resende (RJ) neste fim de semana

Jair Bolsonaro participou de evento militar em Resende (RJ) neste fim de semana – Clauber Cleber Caetano/PR

Uma mulher foi detida após xingar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante uma visita do mandatário à cidade de Resende, no estado do Rio. Os ataques verbais aconteceram no momento em que Bolsonaro estava com sua comitiva às margens da Rodovia Presidente Dutra, próximo à Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), onde participaria de uma cerimônia na manhã de sábado (27).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a mulher, de cerca de 30 anos, passou de carro próximo a Bolsonaro e proferiu xingamentos e palavras de baixo calão a ele. Logo em seguida, ela foi detida por agentes da corporação pelo crime de injúria contra o presidente. As policiais, então, a levaram para a delegacia da Polícia Federal de Volta Redonda.

Segundo a PF, foi lavrado um termo circunstanciado por injúria, e a mulher foi liberada após assumir compromisso de comparecer em juízo, como prevê a lei. A pena por esse tipo de crime é de reclusão de três anos e multa, mas pode ser aumentada em um terço se for cometido contra o presidente da República.

A caso aconteceu por volta das 9h30 de sábado, enquanto Bolsonaro seguia para a Aman. Para passar com sua comitiva, parte da Rodovia Presidente Dutra e da Avenida Duque de Caxias foi interditada, o que causou um engarrafamento e gerou revolta entre alguns motoristas.

Bolsonaro participou na manhã deste sábado da formatura de aspirantes a oficial na Aman. Ele estava acompanhando do vice-presidente, Hamilton Mourão, e dos ministros Walter Braga Netto, da Defesa, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria-Geral da Presidência. Os deputados federais Helio Lopes (PSL-RJ) e Major Vitor Hugo (PSL-GO), assim como o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, também estavam presentes na cerimônia.

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Brasil perde posições em ranking mundial de percepção de corrupção

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Brasil despenca em ranking mundial de percepção de corrupção
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Brasil despenca em ranking mundial de percepção de corrupção

O Brasil caiu duas posições no ranking mundial de percepção de  corrupção, calculado pela instituição Transparência Internacional, e passou a ocupar o 96º lugar, a terceira pior posição em sua série histórica. A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira (25) pela instituição.

O índice de percepção de corrupção é feito a partir da análise de dados, pesquisas e avaliações de especialistas. É elaborado desde 1995, mas teve uma padronização metodológica em 2012 que permitiu traçar uma comparação histórica a cada ano.

O Brasil alcançou 38 pontos, em uma escala de 0 a 100. Este desempenho coloca o país abaixo da média global, que é de 43 pontos, e abaixo da média regional da América Latina e Caribe (41 pontos).

Também é inferior à pontuação do BRICS (grupo de países formados por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que foi de 39 pontos, e inferior à média do G-20, grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia, que teve 54 pontos.

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Do ponto de vista mundial, o ranking da percepção de corrupção é liderado por Dinamarca e Finlândia, empatados em primeiro lugar com 88 pontos. Isso significa que é muito baixa a percepção desse tipo de ilícito na administração pública desses países.

No relatório que divulgou os dados, a Transparência Internacional diz que o aumento da corrupção provoca diretamente um crescimento nas violações de direitos humanos e enfraquecimento da democracia no país afetado. “A corrupção possibilita violações de direitos humanos, dando abertura a uma espiral perversa e desenfreada. À medida que os direitos e as liberdades vão se erodindo, a democracia entra em declínio, dando lugar ao autoritarismo, que, por sua vez, possibilita níveis maiores de corrupção”, diz o relatório.


A pontuação obtida pelo Brasil em 2021, de 38 pontos, foi a mesma do ano passado, mas a queda em duas posições ocorreu porque outros países tiveram melhoria no índice. A melhor pontuação alcançada pelo país foi nos anos de 2012 e 2014, com 43 pontos, nos quais o Brasil ocupou o 69º lugar no ranking. Em 2019, primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro, o Brasil caiu para a posição 106 do ranking, sua pior alcançada na série histórica.

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