conecte-se conosco


Polícia

Mulher mata filho, diz não se arrepender e vai responder por crime em liberdade

Mulher que matou o próprio filho a facadas na tarde de ontem (24) em Dourados, a 233 km de Campo Grande, vai responder pelo crime em liberdade. Eliane Romero, 38, disse que tinha intenção de apenas dar um susto no filho Clodoaldo Romero Ramires, mas não se arrepende do crime: “ele me roubava”. O crime […]

Publicados

em

Mulher que matou o próprio filho a facadas na tarde de ontem (24) em Dourados, a 233 km de Campo Grande, vai responder pelo crime em liberdade. Eliane Romero, 38, disse que tinha intenção de apenas dar um susto no filho Clodoaldo Romero Ramires, mas não se arrepende do crime: “ele me roubava”.

O crime ocorreu ao lado do anel viário que separa o perímetro urbano da reserva indígena de Dourados, na região norte da cidade. O corpo do rapaz de 18 anos foi encontrado nos fundos do residencial Monte Carlo.

Detida por lideranças da aldeia Bororó no período do flagrante, Eliane foi levada para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), prestou depoimento sobre o caso, foi indiciada e liberada para responder pelo crime em liberdade.

Ainda embriagada quando chegou à delegacia, Eliane disse que o filho a roubava constantemente e que perdeu tudo por causa dele. “Ele me roubou duas bicicletas, uma que ganhei do meu irmão, e um celular. Até minha casa perdi por causa dele”, afirmou ela em entrevista à rádio Grande FM.

A mulher afirmou que pretendia apenas dar um susto no filho e o golpeou no braço. “Não sabia que tinha matado. Me arrepender, não me arrependo, não. Ele me roubava”, repetiu Eliane. A Polícia Civil informou que a autora não foi autuada em flagrante por ter se apresentado na delegacia.

O delegado plantonista a indiciou pelo crime e a colocou em liberdade. Entretanto, a liberdade não impede que haja, posteriormente, pedido de prisão preventiva dela.

Comentários Facebook
Propaganda

Polícia

Último envolvido em homicídio no bairro Jardim Limoeiro é preso na Serra

Publicados

em

Por

A Polícia Civil do Estado do Espírito Santo (PCES), por meio da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra, prendeu, na noite da última quinta-feira (23), o último suspeito de ser autor do homicídio qualificado contra Vinícius Santos Neves, de 25 anos, ocorrido no dia 31 de janeiro de 2021, no bairro Jardim Limoeiro, na Serra.

A motivação do crime está relacionada aos conflitos entre a vítima e os suspeitos, além do envolvimento deles com o tráfico de drogas no bairro Jardim Limoeiro, região conhecida como “Copo Sujo”. Outros quatro envolvidos no crime já estão presos, não restando nenhum foragido da Justiça. Os detalhes das investigações e das prisões foram divulgados em entrevista coletiva, nesta terça-feira (28), na Chefatura de Polícia Civil, em Vitória.

O titular da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa da Serra, delegado Rodrigo Sandi Mori, informou que, no dia do crime, cinco indivíduos cercaram Vinicius Santos Neves, que foi agredido com várias pauladas e pedradas. Nos primeiros instantes da agressão, foram desferidas 24 pauladas e uma pedrada na vítima. Após os suspeitos se afastarem do local, a vítima esboçou uma reação, tentando se levantar. Dois indivíduos, ao perceberem que a vítima ainda se encontrava com vida, voltaram para o local e desferiram mais 20 pauladas, ocasionando a morte da vítima.

“Vinicius Santos Neves tinha família, era casado, trabalhava como soldador em uma empresa, porém, o vício nas drogas fez com que ele passasse a morar nas ruas e traficar pedras de crack para financiar o consumo próprio. Quando a vítima usava drogas, ela costumava ficar bastante agressiva e passava a ameaçar e agredir outros moradores de rua”, explicou o delegado Rodrigo Sandi Mori.

Ainda segundo o responsável pela investigação, antes do homicídio, a vítima teria insultado a namorada de um dos autores do crime e discutido com mais cinco indivíduos. Momento em que todos se juntaram e decidiram matar Vinícius Santos Neves.

“A polícia não resolve tudo sozinha. Estamos diante de uma vulnerabilidade social que vem se intensificando nos últimos anos, cabendo à Polícia Civil identificar e retirar de circulação os indivíduos que cometem esse tipo de crime. É dever do poder público efetuar ações e benefícios para a população, promovendo a saúde e o bem-estar dessas pessoas em situação de rua, evitando assim que esse tipo de crime aconteça”, acrescentou o delegado.

Os cinco detidos respondem por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima, sendo encaminhados para a unidade prisional, ficando à disposição da Justiça.

Comentários Facebook

Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana