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Mulher relata agressão em restaurante de São Paulo: “Copo jogado no meu rosto”

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Segundo relato, agressão aconteceu dentro do banheiro do Restaurante Iulia, no Jockey Club

A comemoração do aniversário de um amigo se transformou em um episódio marcado por violência para a consultora imobiliária Milka Borges. Ela foi agredida no restaurante Iulia , localizado no Jockey Club, na Zona Sul de São Paulo, na noite do último sábado (11), por uma mulher que não a conhecia.

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A agressora foi identificada pela empresária como Fernanda Bonito, namorada de Ricardo Lima, irmão do dono do estabelecimento. Milka, que já realizou dois procedimentos cirúrgicos após o episódio, publicou em uma rede social um vídeo na noite de terça-feira (14), no qual relatou a agressão que sofreu.

Ainda debilitada e com o rosto muito inchado, a consultora imobiliária contou no vídeo que encontrou Fernanda na fila do banheiro do restaurante , onde várias mulheres aguardavam para utilizar as cabines, por volta de 21h. Aparentemente muito alterada, segundo Milka, Fernanda se recusou a esperar e começou uma discussão no local.

“Ela falou para todas que estavam no banheiro que ela mandava no local e esmurrou todas as portas dizendo que iria entrar na cabine antes de qualquer uma que esperava a vez para usar a toalete. As meninas informaram que existia uma fila e que ela precisava aguardar a vez dela”.

Segundo Milka , Fernanda ignorou a fila e empurrou a amiga que estava com ela quando esta tentou utilizar uma cabine que ficou vaga. Milka narrou que Fernanda furou a fila, usou o banheiro e começou a gritar com a amiga dela após deixar a cabine dizendo que “poderia tirar quem quisesse dali”.

Logo após, Milka relatou que a mulher andou na direção dela e a empurrou e começou a a agredi-la. A consultora afirmou que conseguiu segurar Fernanda e impedir que as agressões continuassem. Neste momento, a mulher saiu do banheiro em busca dos seguranças e do namorado.

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“Os seguranças empurraram a porta e eu estava atrás pegando minhas coisas no chão. Nesse momento ela entrou no banheiro com o namorado e os seguranças, pegou um copo de vidro espesso que estava na mão do namorado e jogou em direção ao meu rosto. Não tive como me defender e o copo acertou o meu rosto. Em choque, não percebi a gravidade da situação, só percebi quando vi que estava jorrando muito sangue e uma menina que estava na fila, disse que era da área da saúde, me colocou dentro de uma cabine. O namorado e os seguranças ainda tentavam entrar para me pegar”.

Milka contou que conseguiu sair do banheiro e caminhou até o estacionamento sem qualquer apoio de funcionários do local. Ela afirma que aguardou a chegada de uma ambulância e da polícia , mas por fim decidiu seguir com amigos até um emergência.

“Fui atendida pela emergência do hospital com muita perda de sangue. O médico suturou o rasgo que a Fernanda fez no meu rosto. De sábado até hoje, passei por duas cirurgias, tive cortes profundos na face. Passei por um especialista bucomaxilofacial, estou em repouso. Estou tomando as medidas judiciais cabíveis. Desejo que a justiça seja feita e que as pessoas que me agrediram, assim como o restaurante Iulia, que negou segurança e socorro, sejam punidos com o rigor da lei”.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que a agressão é investigada pelo 34º Distrito Policial (Vila Sônia). Milka prestou depoimento nesta quarta-feira, a polícia Civil instaurou inquérito para esclarecer todas as circunstâncias do fato.

O que diz o restaurante

Em nota, o Iulia afirmou que “lamenta profundamente” o episódio, e ressaltou que Fernanda, apontada como autora das agressões, “não é sócia e nunca fez parte” da equipe do restaurante.

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“O Iulia Restaurante lamenta profundamente o episódio de desentendimento entre duas frequentadoras no seu sanitário feminino, na noite de 11/01, e que acabou resultando em ferimentos à Sra. Milka Borges. Em seus 3 anos de funcionamento, jamais registramos fato semelhante em nosso restaurante. Ressaltamos que a acusada de agressão pela denunciante não é sócia e nunca fez parte de nosso restaurante e que deverá responder pelas consequências de seus atos. Prestamos nosso apoio e solidariedade à Sra. Milka Borges pela lamentável ocorrência em nosso estabelecimento e estamos à disposição das autoridades responsáveis para colaborar com o devido esclarecimento dos fatos”.

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Policial de folga saca arma durante discussão e agride motoboy no DF

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Policial sacou arma enquanto discutia com motoboy


Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um policial militar agredindo um motoboy  após desentendimento. O incidente aconteceu no útlimo domingo (19), em frente ao prédio de um condomínio na região de Taguatinga, em Brasília. No vídeo, o entregador  se recusa a retirar sua moto da porta do edifício e é agredido.

Morador do prédio, o policial , que não estava a serviço no instante da discussão, exigiu que o entregador tirasse a moto, por conta do local ser uma área particular. Em dado momento mais acalorado do vídeo, o policial intima o motoqueiro para briga.

Após o entregador tentar filmar a ação com seu celular, o policial empurra o motoboy que estava sentado e tira a arma do bolso e manda, “Tira essa moto daqui”, disse o agente de segurança.

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Indignado com o tratamento, o entregador relata em um vídeo feito por ele que só estava ali para entregar uma encomenda, mas que estava sendo ofendido.

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” A portaria desse prédio está me tratando mal. O policial ali (aponta para o PM) chegou me batendo, arrastando um revólver e dizendo que era um bosta, que sou um lixo”, afirmou no vídeo divulgado pelo Correio Braziliense.

“Atitude suspeita”

A Policia Militar do Distrito Federal relatou em nota oficial que foi chamada pelo próprio policial e pelo síndico do prédio “devido à atitude agressiva e suspeita de um homem que, segundo eles, estava com um volume na cintura em frente ao prédio. Tratava-se de um entregador que já havia finalizado seu serviço e se recusava a ir embora e retirar sua motocicleta da entrada do edifício, local impróprio para estacionamento”.

A nota ainda explica que a polícia vai analisar o caso e que o entregador possui várias passagens pela polícia. O registro da ocorrência foi feito pelo próprio policial, na 12ª Delegacia de Polícia, em Taquaritinga. O motoboy também prestou depoimento na delegacia, além de testemunhas envolvidas no ocorrido.

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