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Museu em Santa Teresa apresenta vida e obra de Augusto Ruschi, Patrono da Ecologia

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É no município de Santa Teresa, a 80 km da Capital Vitória, que está localizado o Museu de Biologia Professor Mello Leitão, onde o turista pode conhecer a história e a pesquisa de um dos mais ilustres capixabas, o pesquisador e professor Augusto Ruschi. O espaço guarda um dos principais acervos de espécies da Mata Atlântida no Brasil.

Se estivesse vivo Augusto Ruschi completaria 104 anos nesta quinta-feira (12). Patrono da Ecologia, tem na sua história pesquisas relacionadas as diversas espécies de fauna e flora da Mata atlântica, especialmente beija-flores e orquídeas.

Em homenagem ao aniversário de nascimento de Ruschi, o Instituto Nacional da Mata Atlântica, que mantém o museu em conjunto com a Prefeitura, realiza uma semana de atividades. Os visitantes do espaço poderão participar da exibição de slides shows e atividades educativas.

Durante toda a semana, o artista plástico Rodrigo Brito pintará a famosa foto de Ruschi beijando o colibri na Praça Primo Sancio, na Rua do Lazer.

Na quarta-feira (18), a partir das 8h, acontece a exibição do documentário “Guainumbi” (1979), do cineasta Orlando Bomfim Netto, com imagens raras de Ruschi. No mesmo dia também acontece o lançamento do livro “Augusto Ruschi: notas biográficas”, da Dra. Alyne dos Santos Gonçalves.

Saiba mais sobre Augusto Ruschi

Cientista, advogado, professor e defensor das florestas, Augusto Ruschi é o Patrono da Ecologia do Brasil. Esses e outros adjetivos e ocupações marcaram a vida do naturalista brasileiro Augusto Ruschi (1915-1986).

Nascido na cidade de Santa Teresa, região centro-serrana do Espírito Santo, esse descendente de imigrantes italianos católicos marcou a história de seu Estado natal e também a do Brasil, em especial por seus estudos sobre beija-flores e por sua sistemática militância em favor da natureza.

Em 1949, fundou o Museu de Biologia Professor Mello Leitão – uma homenagem a seu mestre e amigo, o zoólogo Cândido Firmino de Mello Leitão –, inaugurando, assim, o primeiro espaço institucional do Estado dedicado aos estudos biológicos.

Uma década antes, Ruschi ingressava como assistente voluntário no Museu Nacional do Rio de Janeiro (MNRJ), atuando inicialmente como botânico contratado e, anos depois, como Professor Titular. O MNRJ também foi um espaço de intercâmbio acadêmico, com o qual teve a oportunidade de aprimorar os conhecimentos sobre fauna e flora que adquirira de maneira autodidata.

Além das pesquisas, “Guti”, como era conhecido entre os amigos mais próximos, construiu relações de prestígio e confiança com diversas autoridades políticas e conseguiu desenvolver um longo trabalho de colecionamento biológico e mapeamento dos recursos naturais capixabas.

Além das contribuições para os conhecimentos biológicos, Ruschi participou do processo de criação das primeiras áreas de proteção natural do Brasil – com destaque para a Reserva Florestal de Nova Lombardia (hoje, ReBio Augusto Ruschi), no município de Santa Teresa, e para a Reserva do Córrego do Veado, em Pinheiros, no norte do Estado.

Famoso por ter contrariado interesses empresariais multinacionais no contexto do plantio de eucaliptos em Aracruz e pelas constantes denúncias de invasão de terras na Ilha de Comboios e em Itaúnas, Ruschi também militou pelos direitos indígenas à terra e ao reconhecimento como sujeitos portadores de conhecimentos indispensáveis aos cuidados com o meio ambiente e, portanto, com a diversidade biológica e cultural da vida.

Trinta e três anos após sua morte, o legado do Museu de Biologia Professor Mello Leitão – por ele fundado há 70 anos – continua mais vivo do que nunca na missão encampada pelo Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), unidade de pesquisa subordinada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Ao incorporar o Museu Mello Leitão, o INMA tem se dedicado à produção e difusão de pesquisas relativas à Mata Atlântica, sua biodiversidade, história e conservação, sem descuidar de atividades voltadas à educação ambiental, bem como à memória de seu Patrono, cuja data de nascimento merece ser não apenas comemorada, mas servir de ocasião para refletir sobre nossa relação com o mundo. 

Com informações da Assessoria de Imprensa do Instituto Nacional da Mata Atlântica

Serviço:

Museu Mello Leitão

Avenida José Ruschi, 04 – Centro, Santa Teresa/ES

Aberto de terças a domingo das 8h às 17h.

Acesso gratuito.

Agendamento de grupos: (27) 3259.1182

Informações à Imprensa

Assessoria de Comunicação da Setur

Simone Diniz

(27) 3636-8006 / 99805-1308

[email protected]   

Fonte: Governo ES

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Espírito Santo é um dos sete estados a atingir todas as metas de ajuste fiscal do Governo Federal

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O Espírito Santo foi um dos sete estados do Brasil a conseguir alcançar todas as metas de ajuste fiscal presentes no Programa de Reestruturação e de Ajuste Fiscal (PAF), segundo informou a Secretaria do Tesouro Nacional.

O atendimento dessas metas colabora para a manutenção da nota A do Estado, frente ao Tesouro Nacional. “O Espírito Santo é o único Estado que tem nota A perante o Tesouro Nacional. Essa nota foi conquistada ainda na primeira gestão do governador Renato Casagrande e, desde então, temos feito o esforço para manter esse reconhecimento”, comenta o secretário de Estado da Fazenda, Rogelio Pegoretti.

“O fato de sermos um dos sete estados que conseguiu alcançar todas as metas só mostra como estamos comprometidos com a questão fiscal”, acrescenta o secretário.

O PAF é uma contrapartida exigida pelo Governo Federal para o refinanciamento de dívidas, a partir da Lei nº 9.496, de 11 de setembro de 1997, e apresenta metas e compromissos anuais, considerando a evolução das finanças estaduais, os indicadores macroeconômicos para o período e a política fiscal adotada pelos governos signatários.

No ano seguinte à assinatura é avaliado o cumprimento das metas e compromissos firmados. Estes procedimentos deverão ser observados enquanto perdurar o contrato de refinanciamento (ano de 2048).

“Entre essas metas estão a relação dívida consolidada/receita corrente líquida, o resultado primário, os gastos com pessoal/receita corrente líquida, arrecadação própria, liquidez financeira, entre outros pontos” explica o subsecretário de Estado do Tesouro em exercício, Marco Antonio Rocha Lima Guilherme.

Além do Espírito Santo, também alcançaram todas as metas os Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Sefaz
Giordany Bozzato
(27) 3347-5128
[email protected]

Fonte: Governo ES

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