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‘Negrada escrava da esquerda’, diz Camargo ao ter conta desativada no Instagram

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'Negrada escrava da esquerda', diz Camargo ao ter conta desativada no Instagram
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‘Negrada escrava da esquerda’, diz Camargo ao ter conta desativada no Instagram

Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares  – a “primeira instituição pública voltada para promoção e preservação dos valores culturais, históricos, sociais e econômicos decorrentes da influência negra”, de acordo com o governo federal -, afirmou que o Instagram desativou a sua conta na rede pois a empresagosta “da negrada escrava da esquerda”.


“O Instagram desativou minha conta depois que postei verdades sobre a África e o inútil movimento negro. Ingressarei com ação na Justiça para suspender a censura e restabelecer meu direito à liberdade de expressão. Gostam da negrada escrava da esquerda. Sou livre, imbecis!”, declarou Camargo.


O representante de uma das maiores instituições governamentais direcionada a população negra também afirmou que o aplicativo “não pode ser uma senzala onde somente pretos vitimistas cãezinhos da esquerda tem voz”.


Segundo Sérgio, sua exclusão do aplicativo ocorreu por expor “verdades sobre a África e o inútil movimento negro”. Em outras polêmicas envolvendo Camargo, o presidente da Fundação Palmares já afirmou que no Brasil existe um “racismo nutella” e que “a negrada daqui reclama porque é imbecil e desinformada pela esquerda”.

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Supermercado do RJ vende cabeça de peixe em bandeja

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Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ

Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ – Reprodução

Uma parte do peixe que costuma ser descartada chamou atenção de cariocas ao aparecer à venda em bandejas no supermercado. Na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro, está sendo comercializado avulso, sem o corpo do pescado.

A imagem foi compartilhada pela página “Barra Mansa Forte” nas redes sociais. “É a primeira vez que se vê na bandeja uma parte que nem todos consumiam, sendo descartada”, diz o post.

A comercialização da cabeça de peixe é apenas um entre os recentes episódios onde partes que geralmente não eram comercializadas passaram a ocupar as vitrines dos mercados no Brasil, em razão da crise econômica que levou grande parte da população à fome no país.

No Pará, restos de peixe como vísceras, espinhas e cabeça também estão sendo vendidos. O quilo custa R$ 3,90.

Em Santa Catarina, após a repercussão de uma placa cobrando R$ 4 por kg de osso em um mercado, o Procon-SC emitiu uma nota técnica recomendando que os estabelecimentos evitassem a cobrança de ossos destinadas ao consumo humano.

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