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Nível de rio sobe e deixa bairros submersos no interior do Pará

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Cerca de 1.700 famílias estão sem abrigo na cidade
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Cerca de 1.700 famílias estão sem abrigo na cidade

A cidade de Marabá, no interior do Pará , foi atingida por fortes chuvas nos últimos dias. Parte do município ficou submersa e o abastecimento de energia elétrica foi cortado. Cerca de 1.700 famílias estão desabrigadas. Os bairros afetados pela interrupção do fornecimento de eletricidade foram Vale do Itacaiunas, Filadélfia e na Folha 33, segundo a Equatorial, concessionária que distribui eletricidade no Pará.

A interrupção do fornecimento de energia aos bairros atingidos pela enchente foi um pedido da Defesa Civil da região. Em alguns trechos da cidade, só é possível atravessar de canoa ou bote. Nas últimas 12 horas, o Rio Tocantins subiu 9 cm.

Ao todo, o rio está marcando 12 metros e 36 centímetros. Nos meses de janeiro e fevereiro, é comum que o nível do rio Tocantins e do afluente Itacaiúna aumente, mas neste mês está chegando a 13 metros acima da média, deixando casas com água até o telhado e carros submersos nas regiões mais críticas. A Defesa Civil pede para que as famílias afetadas não esperem a água baixar, mas que saiam das casas alagadas e busquem abrigo em outro lugar.


Confira onde deixar doações para as famílias afetadas pela cheia em Marabá:

  • Central Única das Favelas no Pará (Cufa): Travessa Moura Carvalho, número 102 – B, no bairro da Campina, distrito de Icoaraci – Belém. Doações de: alimentos, roupas, cobertores e fralda.
  • Sede da Secretaria de Assistência Social, Proteção e Assuntos Comunitários (SEASPAC): Travessa da Fonte, bairro Amapá, Marabá (em frente ao CAP e ao lado do Ministério Público Estadual)
  • Sede da Defesa Civil Municipal: Rua 7 de Junho, nº 1020, Marabá Pioneira. A arrecadação é das 8 às 16 horas. Os itens prioritários são alimentos não-perecíveis, itens de higiene pessoal, roupas e artigos de cama, mesa e banho.

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Após reunião com prefeitura, médicos de SP mantêm greve na quarta

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Leitos UTI
Alex Ribeiro/Divulgação

Leitos UTI

Após se reunirem com o secretário municipal de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, na tarde de hoje (17), o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) decidiu manter a paralisação da categoria marcada para quarta-feira (19) .

Os médicos reivindicam uma solução para o desfalque das equipes de saúde no município, contratações nas unidades básicas de Saúde (UBS), garantia de infraestrutura e abastecimento de insumos e medicamentos.

“As nossas demandas com relação não só a contratação, mas a novas estruturas de saúde para dar conta da demanda espontânea também não foram atendidas. Não foi apresentado nenhum plano de contingência ou de reposição dos profissionais afastados. O que a gente observa é a truculência da gestão na reunião com os médicos, a falta de medidas efetivas”, disse o presidente do Simesp, Victor Dourado.

Segundo o sindicato, até o dia 6, 1.585 profissionais da saúde estavam afastados por covid-19 ou síndrome gripal. Uma semana depois, no dia 13, o número subiu em mais de 100%, totalizando 3.193 trabalhadores afastados.

“Após dois anos de pandemia, é assim que são tratados os profissionais da linha de frente que, contaminando-se cada dia mais, reivindicam tão somente melhores condições de trabalho e atendimento à população”, diz nota divulgada pela entidade.

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A Secretaria Municipal de Saúde informou que serão pagas, ainda em janeiro, 100% das horas extras relativas a 2021. Também anunciou que, a partir de agora, todas as horas extras e plantões extras serão pagos dentro da folha de pagamento do respectivo mês, inclusive para os servidores.

De acordo com a pasta, o secretário Edson Aparecido destacou que todas as organizações parceiras receberam autorização para contratação de 700 médicos e profissionais de enfermagem para atender ao aumento de demanda nas unidades de Atenção Básica, a critério das Coordenadorias Regionais de Saúde.

As organizações também foram autorizadas a comprar medicamentos e insumos de forma emergencial, caso a secretaria tenha alguma dificuldade pontual com seus processos de compras.

A secretária ressaltou ainda que, a fim de ampliar a capacidade de atendimento da rede básica de saúde, 33 Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs), Unidades Básicas de Saúde (UBSs), e AMAs/UBSs Integradas tiveram o horário de funcionamento ampliado das 19h para as 22h, a partir de hoje e foram reservados 1.110 leitos exclusivamente para o tratamento de pacientes com covid-19.

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