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Noiva se veste de branco e vai casar no cemitério

Neste último domingo, dia 10 de março, em Tennessee, Estados Unidos, uma jovem universitária foi vista no cemitério usando um vestido branco de noiva. Sara Baluch tem 22 anos e alguns pensaram que era um fantasma ou alguma louca, mas ela tinha seus motivos para ter uma atitude como essa. É que Sara foi ao […]

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Neste último domingo, dia 10 de março, em Tennessee, Estados Unidos, uma jovem universitária foi vista no cemitério usando um vestido branco de noiva. Sara Baluch tem 22 anos e alguns pensaram que era um fantasma ou alguma louca, mas ela tinha seus motivos para ter uma atitude como essa.

É que Sara foi ao cemitério para ‘se casar’ com Mohammad Sharifi, afinal, a cerimônia de casamento estava marcada para o dia 10 deste mês; e ela quis cumprir o combinado.

Porém, o noivo não estava na cerimônia de casamento, pois foi assassinado no dia 19 de fevereiro, quando estava no estacionamento do condomínio. O rapaz tinha 24 anos e vendeu um Xbox para um desconhecido, que acabou o matando.

A ‘noiva viúva’, no dia em que foi marcado o casamento, foi até o cemitério onde o noivo foi sepultado, estendeu uma toalha branca e colocou uma foto do seu amado, juntamente com flores, velas e alguns enfeites.

Era para estarmos juntos. Sinto muito, Mohammad, sinto muito. Eu queria estar com ele. Por que tenho que esperar?”, disse ela aos prantos, agachada próxima ao túmulo. Familiares e amigos da noiva se aproximaram e ficaram ao lado dela, tentando consolá-la de alguma forma.

E Sara teve uma grande surpresa posteriormente, pois ganhou um lindo presente do noivo, que já havia morrido. É que ele comprou um belíssimo relógio para dar a ela no dia do aniversário de Sara. O relógio foi entregue na casa da jovem, que emocionada chorou mais uma vez. Eles passariam a lua de mel no Havaí e o relógio seria para ela usar na viagem.

A ‘noiva viúva’ disse que seu amado continua surpreendendo-a, mesmo não estando mais presente. O rapaz acusado de assassinar o noivo dela tem 20 anos e está aguardando para ser julgado.

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Junho Roxo: planos de saúde não podem aplicar reajustes em mensalidades de idosos

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Estatuto veda aumento nos preços em contratos individuais ou familiares

A busca por planos de saúde foi destaque no início de 2022, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 49 milhões de beneficiários em contratos médico-hospitalares, um crescimento de 3,1% no período de 12 meses. Parte desse público é composto por pessoas com mais de 60 anos, parcela que aumenta gradativamente graças à migração de idade de antigos pacientes. O que poucos sabem, porém, é que não é permitido haver discriminação nos valores de acordo com a faixa etária.

O coordenador do curso de Direito da Faculdade Pitágoras, professor Raniel F. de Ávila, explica que o Estatuto do Idoso (Lei 10.741/03) impede a aplicação de reajustes na mensalidade de acordo com a progressão etária para o grupo da terceira idade.
“Essa elevação é ilegal e as empresas que instituem valores excessivos para pessoas acima de 60 anos, sem autorização da Agência Nacional de Saúde (ANS), podem ser processadas”, comenta o advogado.

O docente explica que o paciente idoso representa mais custos a clínicas e hospitais, o que provoca o encarecimento de produtos oferecidos por empresas que vendem planos de saúde. “Com o aumento da expectativa de vida, consequentemente existe uma maior frequência de consultas e pedidos de exames, e a Lei visa coibir os reajustes abusivos em razão da idade do beneficiário”, afirma.

O Estatuto considera como idoso todos os que têm mais de 60 anos e proíbe práticas discriminatórias na cobrança de valores por esse grupo, além de dispor de diretrizes para assegurar o acesso a serviços do âmbito hospitalar. Os contratos devem prever   cobertura de procedimentos, exames laboratoriais e consultas médicas.

Exceções

Por autorização do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), há situações em que o reajuste de preços para planos de saúde coletivos pode ser realizado de acordo com a faixa etária, desde que respeitados três critérios: a alteração deve estar prevista em contrato, seguir as determinações de órgãos governamentais reguladores e não deve conter cálculos aleatórios ou percentuais considerados injustos.

Os planos coletivos (coletivo empresarial ou coletivo por adesão) são os contratados por associações, sindicatos, conselhos ou empresas para proporcionar assistência médica e odontológica a grupos vinculados a organizações. “O reajuste de
mensalidade de plano de saúde individual ou familiar baseado na mudança de faixa etária se mantém proibido. Devendo ser observada as normas expedidas pelos órgãos governamentais reguladores”, finaliza o coordenador.

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