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Nova Av. Vitória: trânsito organizado para concretagem da faixa da direita

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Obras na avenida Vitória

Obras acontecem dia e noite na avenida. As máquinas trabalham sem parar, inclusive aos sábados, domingos e feriados (Ampliar imagem)

As obras de reabilitação da malha viária da nova avenida Vitória seguem em ritmo acelerado. Na fase atual da intervenção, equipes fazem a compactação da capa asfáltica para poder liberar o trânsito por toda a avenida pelas faixas centrais e dar início à concretagem na terceira faixa da via.

“Continuamos o reparo nas caixas de drenagem abaixo do canteiro central, que também está sendo retirado. Todo o asfalto da terceira faixa já está sendo removido para dar lugar à pista de concreto, que será excelente para a rolagem pesada, pois não deforma e é muito mais durável”, explicou o secretário executivo da Central de Serviços, Weverton Moraes.

Desde o último dia 12, as obras acontecem dia e noite na avenida. As máquinas trabalham sem parar, inclusive aos sábados, domingos e feriados.

Será feito também o recapeamento asfáltico nas demais pistas, com reparos profundos na base e sub-base, quando necessário. Além disso, o canteiro central ganhará ciclovia. As árvores do local serão mantidas, saindo apenas peças de paisagismo e árvores fora do alinhamento, que serão replantadas.

No total, serão recapeados 2,6 km da nova avenida Vitória, que vai da Curva do Saldanha, no Forte São João, até o início da avenida César Hilal, em Bento Ferreira. Para a obra, serão investidos cerca de R$ 20 milhões do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa).

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Seap incentiva a união de criadores de abelhas sem ferrão na Serra

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A Secretaria de Agricultura, Agroturismo, Aquicultura e Pesca (Seap) da Serra está fomentando a criação de uma associação de meliponicultores, que são criadores que atuam com abelhas sem ferrão, no município.

O mel produzido pelas abelhas sem ferrão é valorizado no mercado nacional. O quilo custa até quatro vezes mais se comparado ao produzido pelos animais com ferrão. Além disso, está sendo muito utilizado por renomados chefs de cozinha, por conta do sabor peculiar.

No município, são cerca de 50 criadores, e a produtividade é de 10 toneladas de mel ao ano. O produto vem do néctar de plantas como a assa-peixe, camará, café conilon, aroeira, entre outras.

Segundo o titular da Seap, Jean Cassiano, a atividade pode resultar em um lucro de R$ 80 mil por ano para o apicultor já com experiência. Geralmente, os produtores já começam a recuperar o investimento feito no segundo ano. No início, a produção oferece lucro de três salários mínimos, em média.

Jean pontua que a formação de uma associação fortalece o trabalho dos criadores, já que terão maior poder de compra e acesso a produtos e serviços mais baratos. Além disso, um grupo organizado também tem melhores condições de fazer reenvindicações para o setor.

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