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Nuvem de gafanhotos deve chegar ao Brasil até quarta-feira

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nuvem de gafanhotos

Nuvem de gafanhotos deve chegar ao Brasil na próxima quarta-feira (22). Reprodução de Twitter @sebastianarcher

A nuvem de gafanhotos com mais de 400 milhões de insetos volta a ser uma preocupação para o Brasil. A previsão é que cheguem ao Rio Grande do Sul na próxima quarta-feira (22), vindos da província de Corrientes, na Argentina, segundo técnicos da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Estado.

O movimento migratório dos gafanhotos aconteceu devido a uma onda de calor que atingiu a região argentina no final de semana. A nuvem já está a cerca de 130 km da fronteira brasileira no município gaúcho de Barra do Quaraí, segundo estimativas.

O tempo quente e seco deve ajudar no deslocamento dos insetos até a quinta-feira (23). Em nota, a Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul informou que a vigilância sobre a possível entrada da nuvem no Estado foi reforçada.

Uma segunda nuvem de gafanhotos está sendo monitorada pelos produtores gaúchos. Essa está no norte do Paraguai, a cerca de 300 km de distância da Argentina.

Os técnicos do Serviço Nacional de Saúde e Segurança Vegetal do Paraguai (Senave) estão tentando localizar os insetos para aplicar produtos químicos que os impeça de continuar circulando pelo mundo.

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“Não irei decepcionar o povo do Rio de Janeiro”, afirma Witzel

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Wilson Witzel%2C governador do Rio de Janeiro
Carlos Magno

Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), publicou em seu Twitter uma mensagem aos seus eleitores. No texto, ele diz que não vai “decepcionar o povo do Rio de Janeiro”.

“Deixei a magistratura por acreditar que poderia mudar o futuro da população fluminense. Luto, com dignidade e muito trabalho, por dias melhores para todos. Era o candidato com 1% nas pesquisas, mas sempre tive 100% de fé. Não irei decepcionar o povo do RJ”, publicou.

Alvo de um processo de impeachment  na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) há pouco mais de um mês, o governador Wilson Witzel teve pedido de suspensão do processo negado pelo Tribunal de Justiça.

No dia 10 de junho, os deputados do Rio, por unanimidade, foram favoráveis ao início do trâmite que pode durar meses.

A Comissão Especial julga pedido de impeachment pedido pelos deputados Luiz Paulo e Lucinha, ambos do PSDB. No pedido, são feitas as seguintes acusações: compra de respiradores no combate ao coronavírus com suspeita de superfaturamento, construção dos hospitais de campanha, cuja licitação é investigada, suposto vínculo de Witzel com o empresário Mário Peixoto e revogação da desqualificação da OS Unir Saúde, que seria ligada ao empresário Mário Peixoto e está sob suspeita do Ministério Público Federal.

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