conecte-se conosco


Destaque

O coelho sai da toca e prepara um mar de obras para Casagrande

A Cidade em Transformação – Cachoeiro de Itapemirim – pode se surpreender a qualquer momento com a visita do governador do Estado do Espírito Santo, Renato Casagrande, que desde quando tomou posse ainda não visitou o município administrado pelo colega de partido, Victor Coelho, ambos do PSB. A razão da vinda à cidade que está […]

Publicados

em

A Cidade em Transformação – Cachoeiro de Itapemirim – pode se surpreender a qualquer momento com a visita do governador do Estado do Espírito Santo, Renato Casagrande, que desde quando tomou posse ainda não visitou o município administrado pelo colega de partido, Victor Coelho, ambos do PSB.

A razão da vinda à cidade que está escrevendo uma nova história é assinar convênios, dar ordens de serviço, apresentar obras e projetos; enfim, dar andamento aos melhores planos traçados pelo prefeito Victor Coelho (PSB) que abarrotam as secretarias do Governo do Estado com inúmeros projetos elaborados por um corpo de participantes eclético, multidisciplinar e de boa formação administrativa em entendimento político.

O cenário está pronto e a visita do governador não deve demorar. O pessoal da SEMMAC – Secretaria Municipal de Modernização e Análise de Custos, em especial, bem como o alcaide da Cidade, sabem disso, tanto que estão costurando a vinda praticamente para bem antes do que muito otimista de plantão.

O fato é que Victor foi eleito exatamente por não compor o grupo de políticos que almejava a prefeitura municipal. Representava a esperança, o diferente da classe política que rondava o Palácio Bernardino Monteiro, as velhas raposas estavam todas com os pés fincados mais na política do que na gestão.

O Coelho, sabendo disso, limpou a casa, arrumou as salas, os quartos e pôs ordem no domicílio nestes dois primeiros anos de mandato, nos quais ainda carregava a chama de novo. Agora, com tudo bem encaminhado no Palácio Anchieta  com Casagrande no  Governo do Estado, está na hora de mostrar a “#cidadeemtransformação”, que somado ao estilo de seu irmão, “Glauber Coelho, Bora Bora Bora!” é hora de tirar o coelho da toca e ganhar a corrida.

O atual prefeito enfrentou dois anos com o Estado sendo governador Paulo Hartung (MDB), chamado por uma velha raposa política como o Imperador de Um metro e Cinquenta, cuja caneta não beneficiava Cachoeiro em seus projetos e demandas apresentadas. O mercado político acreditava que Victor não se manteria nestes primeiros anos sem recursos e obras e definhasse ao longo deste tempo. A tal ponto, que criavam-se possíveis “pré-candidatos” à Prefeitura que não passam de factoide. Só que a água correu embaixo da ponte e Casagrande agora é governador.

Por isso, a enxurrada de projetos que estão abarrotando a fila das esferas Estadual e Municipal prontos para serem executados. Desta forma, a força de atração da ida de Casagrande é um fato que marcará muito este terceiro ano de Coelho à frente da Prefeitura.

Ou seja, querendo ou não, Victor prepara-se com obras, projetos e trabalho para as eleições do próximo ano, nas quais não terá mais a seu favor o fator novidade ou esperança. Terá que contar com as realizações de sua gestão como sua maior arma para levar à batalha das urnas.

Comentários Facebook
Propaganda

Destaque

Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

Publicados

em

Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Comentários Facebook

Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana