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O que já sabemos sobre o novo SUV que a Ford está testando no Brasil?

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Kleber Pinho da Silva

Projeção antecipa visual do novo SUV, conhecido internamente como “Baby Bronco”. Terá inspirações na F-150

A Ford está intensificando os testes de um novo SUV no Brasil. Conhecido internamente como “Baby Bronco”, o modelo já foi flagrado algumas vezes em Teresina (PI), revelando que o projeto estaria em etapas avançadas. De acordo com a revista americana Automobile, o modelo será apresentado oficialmente nos Estados Unidos, e chegará ao mercado norte-americano no final de 2020 – já como modelo 2021.

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Mas na prática, do que se trata o “Baby Bronco”? A Ford já anunciou que sua nova estratégia global inclui o lançamento de novos SUVs e picapes, evitando modelos menos lucrativos. Com pegada aventureira e jeitão de Land Rover, o novo SUV mira um público mais despojado, mas pelo mesmo preço do novo Escape .

Aventureiro nato

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Divulgação

O novo “Baby Bronco” deverá compartilhar sua base com o novo Ford Escape americano

Apesar de ainda não ter aparecido sem camuflagem, os flagras recentes nos Estados Unidos e no Brasil indicam que o novo SUV terá arestas agudas em suas linhas. A partir disso, o designer Kleber Silva concebeu uma projeção que aposta em linhas quadradas e diversos elementos da picape grande F-150.

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Fontes internas sugerem que o Bronco terá a mesma plataforma do Escape, a chamada base C2. Isso facilitaria a integração dos novos motores 1.5 turbo de 183 cv e o 2.0 EcoBoost de 253 cv, utilizados no irmão. Pela pegada aventureira, é praticamente certo que o modelo terá tração 4×4.

Resgate ao passado

Nos últimos anos, a Ford passou a resgatar nomes que consagraram produtos de sucesso. É o exemplo do Escort, sedã exclusivo do mercado chinês; e o Puma, SUV que remete ao cupê americano dos anos 70. Neste mesmo cenário, a marca registrou o nome “Maverick” no controle de patentes dos Estados Unidos, em meados de 2018.

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Um registro de patentes não significa, necessariamente, que o nome será utilizado pela fabricante, mas a possibilidade de batizar um novo crossover com a alcunha do lendário cupê dos anos 70 causou polêmica na web. A Ford logo veio a público e desmentiu que o crossover receberia o nome “Maverick”. A imprensa americana já trata o modelo como “Adventurer” ou “Bronco Adventurer”.

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Acima do Territory, abaixo do Edge

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Divulgação

Ford Territory chegará ao Brasil em 2020. Inicialmente importado da China, SUV poderá ser feito na Argentina

Se for lançado no Brasil. o Baby Bronco deverá fazer o meio de campo entre Territory e Edge. O SUV médio foi anunciado oficialmente em agosto, e será importado da China (onde compartilha sua base com o Yusheng S330) em 2020. Contra Jeep Compass, VW Tiguan e Peugeot 3008, o Territory apostará no motor 1.5 turbo de 145 cv de potência, apenas a gasolina.

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Em entrevista ao iG Carros, o presidente da Ford na América Latina, Lyle Watters, confirmou que o Territory poderá ser regionalizado na Argentina, dependendo de sua demanda na América do Sul.

Fonte: IG CARROS

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VW Gol GTI da segunda geração trouxe novo estilo e sofisticação nos anos 90

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Renato Bellote/iG

VW Gol GTI da segunda geração mostrou estilo mais moderno e novo recursos em meados dos anos 90

O Gol GTI completou mais um aniversário de lançamento recentemente. Em 1988 a chegada do primeiro modelo brasileiro equipado com injeção eletrônica revolucionou o mercado. E criou um novo desafio para a concorrência, além de estimular a tecnologia no segmento.

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Lembro como se fosse hoje da capa da revista Quatro Rodas com o VW Gol GTI  azul-marinho, o chamado Azul-Mônaco, estampado em destaque como matéria principal. A combinação exclusiva de cores daquele ano definitivamente entrou para a história.

E folheando a publicação chegamos às demais fotos e dados técnicos. O acabamento do hatch esportivo chamava a atenção, com os bancos Recaro, que eram relativamente comuns em esportivos nacionais – pasmem – além do motor de 2 litros e muito estilo.

VW Gol GTI da nova era

A geração seguinte do Gol, chamada de “bolinha”, adaptou o modelo aos novos tempos. Naquela época o hatch da Volkswagen nadava de braçada no mercado e era o mais vendido há mais de uma década. O GTS dava lugar ao TSi, sem todo o nervosismo do anterior, e todos aguardavam a versão mais esportiva.

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O GTI chegou com um body kit interessante, que virou moda na época, trazendo saias laterais, aerofólio e spoilers muito bem integrados à carroceria. A novidade ficou por conta da versão 16V, com cabeçote alemão, que atingia os 145 cv e trazia a característica bolha no capô. No caso da versão 8V do GTI, são 109 cv e 17 kgfm de torque a 3.000 rpm.

O exemplar da matéria traz uma das cores, em minha opinião, mais legais. Tecnicamente chamada de azul, mas claramente um roxo, consegue combinar bem a ideia de esportividade e algo, de certa forma, mais exclusivo na época: os mostradores trazem fundo branco. Além disso, o VW Gol GTI “bolinha” vinha com farois de milha de superfície complexa. 

Rodando o GTI não decepciona. Com uma melhora no coeficiente aerodinâmico seus números melhoraram um pouco. E a combinação do motor de 2 litros com uma carroceria pequena sempre foi uma ótima pedida. Não é difícil acertar nessa receita singular.

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O VW Gol GTI da segunda geração é esperto e tem reações rápidas. Antes da era turbo de hoje a ideia de colocar um motor maior em um carro pequeno já fazia sucesso. Dessa forma o GTI tem seu lugar garantido na história e, certamente, uma vaga como neo-colecionável.

Fonte: IG CARROS

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