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Organização britânica lança chamada para pesquisas de respostas rápidas contra Covid-19

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Pesquisadores brasileiros têm uma oportunidade de colaborar com cientistas britânicos para desenvolver respostas rápidas ao enfrentamento da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Trata-se da chamada pública lançada por uma organização não governamental, com recursos públicos do Reino Unido, e que, no Brasil, conta com a parceria do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).

A instituição britânica UK Research and Innovation (UKRI), divulgou a Chamada de Pesquisa para Respostas Rápidas à Covid-19, financiada pelo Global ChallengesResearchFund (GCRF) e do Newton Fund.

Os interessados podem submeter propostas em parceria com pesquisadores britânicos para projetos de até 18 meses de duração, com até 100% dos custos, de ambas as partes, financiados pelo UKRI.

Esses fundos abordam os desafios globais, por meio de pesquisa disciplinar e interdisciplinar. Por fortalecerem a capacidade de pesquisa e inovação tanto no Reino Unido quanto nos países em desenvolvimento, os fundos fornecem uma resposta ágil a emergências onde há uma necessidade urgente de pesquisa.

UKRI apoia pesquisas para respostas rápidas à Covid-19

A chamada é direcionada a projetos de curto prazo, que abordem e mitiguem os impactos à saúde, além desociais, econômicos, culturais e ambientais da pandemia de Covid-19 em países de baixa e média renda.

Não há orçamento definido para a chamada. A UKRI está empenhada em financiar pesquisas de qualquer escala, que possam gerar impactos positivos, e que sejam compatíveis com a duração do projeto e das atividades previstas.

Em razão da urgência causada pela pandemia, o início do projeto está previsto para acontecer em até quatro semanas após a divulgação do resultado das pesquisas aprovadas.

SERVIÇO:
Acesse a Chamada UKRI de Pesquisas para Respostas Rápidas à Covid-19

Com informações da Assessoria de Comunicação Social – Confap

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação/Fapes
Mike Figueiredo
(27) 3636-1867 / 99309-77100
[email protected] 

Fonte: Governo ES

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Parque Paulo Cezar Vinha recebe ouriço e tatu reabilitados

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O Parque Estadual Paulo Cesar Vinha (PEPCV), em Guarapari, recebeu dois animais reabilitados que tiveram a chance de voltar à natureza: um ouriço e um tatu. Antes, os bichinhos passaram por um período de cuidados no Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram), instituição que operacionaliza o Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), em Jardim América, Cariacica.

O ouriço é uma fêmea da espécie Coendou prehensilis. Ela foi resgatada, ainda filhote, depois que a mãe morreu ao ser atacada por um cachorro. “Como ela era muito filhote, chegou com 200 gramas e ainda não tinha espinhos para proteção, então ela foi cuidada pela nossa equipe do Ipram”, explica a médica veterinária Renata Hurtado, Coordenadora de Medicina e Reabilitação do Ipram.

Primeiro, a “ouricinha”, como é carinhosamente chamada pela equipe que cuidou dela, recebeu leite na mamadeira. Conforme foi crescendo, foram adicionadas frutas ao leite e depois ofertados diversos alimentos em pedaços, como frutas, legumes e brotos. “Toda a criação dela foi feita de forma especial para que não ficasse acostumada com as pessoas. Quando ela cresceu e foi aprovada para soltura, fizemos contato com o PEPCV para nos auxiliar no que chamamos de soltura branda ou soft release”, ressalta Renata Hurtado.

Na soltura branda, o animal vai sendo aclimatado ao novo ambiente aos poucos. “Por ser um filhote de uma espécie tradicionalmente não agressiva, este tipo de soltura é importante para auxiliar na adaptação gradativa do animal ao seu ambiente natural”, lembra a médica veterinária.

E é exatamente assim que tem sido a adaptação do ouriço. A gestora do PEPCV, Joseany Trarbach, conta que a princípio o animal ficou num viveiro com água, abrigo e alimentos. Após alguns dias de ambientação, a porta do espaço foi aberta e a “ouricinha” saiu para explorar a área. “Ela tem a oportunidade de voltar caso não encontre abrigo ou não se sinta segura. Às vezes ela volta para o viveiro apenas para se alimentar”, conta.

A médica veterinária Renata Hurtado explica que esse comportamento é normal. “A ideia é manter os alimentos no recinto para que o animal entenda que lá é seu local seguro, e só precisa abandoná-lo quando encontrar um lugar melhor ou mais adequado. Como é ainda muito jovem, é normal que volte”, destaca.

Outro animal resgatado que foi solto no Parque Paulo Cesar Vinha foi um tatu. Ele foi encontrado em uma rua, em Guarapari, aparentemente perdido e sofrendo com o calor excessivo. “Cuidamos dele para aliviar os efeitos das altas temperaturas que enfrentou. Mas, apesar da situação em que foi encontrado, ele estava bem e apto para retornar logo para a natureza”, afirma a médica veterinária.

Fonte: Governo ES

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