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Órgãos de cachoeirense serão doados para cinco pessoas

Um homem identificado como Altair Lima Martins, que morreu na terça-feira (02), após cair de uma escada, vai salvar vidas. Isso porque a família autorizou a doação de seus órgãos na Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim, na região Sul do Espírito Santo. Fígado, rins e córneas são os órgãos destinados à doação. […]

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Um homem identificado como Altair Lima Martins, que morreu na terça-feira (02), após cair de uma escada, vai salvar vidas. Isso porque a família autorizou a doação de seus órgãos na Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim, na região Sul do Espírito Santo.

Fígado, rins e córneas são os órgãos destinados à doação. O fígado, inclusive, já tem destino certo e será transplantado em um paciente do Rio de Janeiro. Rins e córneas vão permanecer no Espírito Santo. 

Ao todo, cinco pessoas serão contempladas. “Esse momento é muito triste e a dor é grande demais, mas a carga fica mais leve ao saber que ele ajudará outras pessoas a continuarem vivendo”, afirmou Justino Antônio Lima Martins, irmão da vítima, que informou à Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro sobre a intenção de Altair em doar os órgãos.

Enfermeira e coordenadora da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) da Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro, Beatriz Rivieri Colodette, explica que o processo de captação pode ser demorado, o que muitas vezes faz com que a família desista da doação. “Ao contrário do que muitos pensam, a vontade de doar não fica escrita em documentos, como carteira de motorista. Na verdade, quem quer ser um doador deve deixar o desejo explícito para sua família”, disse Beatriz Rivieri.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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