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Ouro Preto: 80 famílias são evacuadas por risco de deslizamento

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Ouro Preto: 80 famílias são evacuadas por risco de deslizamento

Ouro Preto: 80 famílias são evacuadas por risco de deslizamento – Reprodução

O risco de desabamento fez com que 80 famílias fossem evacuadas de suas casas no bairro Taquaral, em Ouro Preto, na manhã desta sexta-feira. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de Minas Gerais estão com equipes no local para dar orientações sobre o perigo gerado após a chuva dos últimos dias.

O coordenador da Defesa Civil do município, Neri Moutinho, informou que as famílias retiradas ficarão em abrigos ou receberão aluguel social. Mas há aquelas que preferem se restabelecer por conta própria.

“Os bombeiros de Ouro Preto estão neste momento auxiliando a Defesa Civil a evacuar 80 famílias de suas residências no bairro Taquaral. Nossas equipes estão orientando essas pessoas que estão em área de risco geológico gerado após a chuva dos últimos dias”, informou o Corpo de Bombeiros, por meio de nota.

Outras 25 famílias já haviam sido retiradas do local nesta terça-feira, também por risco de deslizamento. As ruas do bairro, que fica em uma encosta, apresentam rachaduras.

Nesta quinta-feira, um deslizamento de terra na cidade mineira destruiu casas. Imagens feitas por populares mostram o momento em que parte do Morro da Forca desaba no centro histórico do município mesmo sem chuva.

Dois imóveis históricos e tombados foram atingidos. De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), um deles é um casarão do século XIX, pertence à prefeitura de Ouro Preto, que estava interditado desde 2012. Nao houve vítimas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 8h30 de ontem para realizar uma vistoria no local. O colapso ocorreu por volta das 9h10. Após o desabamento, o local foi isolado. Moradores da região também foram retirados de suas casas.

Pouco antes do deslizamento, o coordenador da Defesa Civil do município, Neri Moutinho, pediu que a população não transitasse naquela área, que havia sido interditada.

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Após reunião com prefeitura, médicos de SP mantêm greve na quarta

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Leitos UTI
Alex Ribeiro/Divulgação

Leitos UTI

Após se reunirem com o secretário municipal de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, na tarde de hoje (17), o Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) decidiu manter a paralisação da categoria marcada para quarta-feira (19) .

Os médicos reivindicam uma solução para o desfalque das equipes de saúde no município, contratações nas unidades básicas de Saúde (UBS), garantia de infraestrutura e abastecimento de insumos e medicamentos.

“As nossas demandas com relação não só a contratação, mas a novas estruturas de saúde para dar conta da demanda espontânea também não foram atendidas. Não foi apresentado nenhum plano de contingência ou de reposição dos profissionais afastados. O que a gente observa é a truculência da gestão na reunião com os médicos, a falta de medidas efetivas”, disse o presidente do Simesp, Victor Dourado.

Segundo o sindicato, até o dia 6, 1.585 profissionais da saúde estavam afastados por covid-19 ou síndrome gripal. Uma semana depois, no dia 13, o número subiu em mais de 100%, totalizando 3.193 trabalhadores afastados.

“Após dois anos de pandemia, é assim que são tratados os profissionais da linha de frente que, contaminando-se cada dia mais, reivindicam tão somente melhores condições de trabalho e atendimento à população”, diz nota divulgada pela entidade.

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A Secretaria Municipal de Saúde informou que serão pagas, ainda em janeiro, 100% das horas extras relativas a 2021. Também anunciou que, a partir de agora, todas as horas extras e plantões extras serão pagos dentro da folha de pagamento do respectivo mês, inclusive para os servidores.

De acordo com a pasta, o secretário Edson Aparecido destacou que todas as organizações parceiras receberam autorização para contratação de 700 médicos e profissionais de enfermagem para atender ao aumento de demanda nas unidades de Atenção Básica, a critério das Coordenadorias Regionais de Saúde.

As organizações também foram autorizadas a comprar medicamentos e insumos de forma emergencial, caso a secretaria tenha alguma dificuldade pontual com seus processos de compras.

A secretária ressaltou ainda que, a fim de ampliar a capacidade de atendimento da rede básica de saúde, 33 Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs), Unidades Básicas de Saúde (UBSs), e AMAs/UBSs Integradas tiveram o horário de funcionamento ampliado das 19h para as 22h, a partir de hoje e foram reservados 1.110 leitos exclusivamente para o tratamento de pacientes com covid-19.

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