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Polícia

Pai estupra e engravida a filha de 11 anos. Justiça autoriza aborto

Um homem de 35 anos foi preso nessa segunda-feira (1º) acusado de estuprar e engravidar a própria filha, uma adolescente de 11 anos. A violência sexual levou a menina a engravidar, mas a gestação foi interrompida com a autorização da Justiça. Conforme informações da Polícia Judiciária Civil, a menina mora em Nova Xavantina (650 km […]

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Um homem de 35 anos foi preso nessa segunda-feira (1º) acusado de estuprar e engravidar a própria filha, uma adolescente de 11 anos. A violência sexual levou a menina a engravidar, mas a gestação foi interrompida com a autorização da Justiça.

Conforme informações da Polícia Judiciária Civil, a menina mora em Nova Xavantina (650 km de Cuiabá) com a mãe. No final de dezembro de 2018, foi passar férias com o pai biológico em Confresa (1.160 km da Capital).

No começo de janeiro, quando o estupro aconteceu, ela ligou para mãe chorando e pedindo para buscá-la. A mãe denunciou o ex-marido na Delegacia de Nova Xavantina.

Como o abuso sexual havia acontecido em Confresa, o caso foi repassado à Polícia Civil da cidade, que deu início à investigação do caso.

A menina engravidou em consequência do estupro. Diante disso, foi pedida ao Poder Judiciário a autorização para que a gravidez fosse interrompida. O aborto autorizado foi realizado quando a gestação estava indo para o terceiro mês.

Segundo a Polícia Civil, durante o procedimento médico, foi coletado material biológico do feto para que posteriormente seja feito confronto de DNA com o do pai, para que haja a comprovação do estupro seguido de gravidez.

Após toda a investigação, o delegado André Rigonato, que está à frente do caso, pediu a prisão temporária do suspeito e a Justiça autorizou. O acusado foi preso na manhã dessa segunda-feira (1º).

Ainda conforme informações da Polícia Civil, durante interrogatório o suspeito negou ter estuprado a filha e autorizou, durante o exame de corpo de delito, a coleta de material genético para confronto de DNA com o material retirado do feto.

Ele foi encaminhado para a Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte (1.140 km de Cuiabá), para cumprimento da prisão temporária de 30 dias, que poderá ser prorrogada por mais 30.

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Polícia

Último envolvido em homicídio no bairro Jardim Limoeiro é preso na Serra

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A Polícia Civil do Estado do Espírito Santo (PCES), por meio da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra, prendeu, na noite da última quinta-feira (23), o último suspeito de ser autor do homicídio qualificado contra Vinícius Santos Neves, de 25 anos, ocorrido no dia 31 de janeiro de 2021, no bairro Jardim Limoeiro, na Serra.

A motivação do crime está relacionada aos conflitos entre a vítima e os suspeitos, além do envolvimento deles com o tráfico de drogas no bairro Jardim Limoeiro, região conhecida como “Copo Sujo”. Outros quatro envolvidos no crime já estão presos, não restando nenhum foragido da Justiça. Os detalhes das investigações e das prisões foram divulgados em entrevista coletiva, nesta terça-feira (28), na Chefatura de Polícia Civil, em Vitória.

O titular da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa da Serra, delegado Rodrigo Sandi Mori, informou que, no dia do crime, cinco indivíduos cercaram Vinicius Santos Neves, que foi agredido com várias pauladas e pedradas. Nos primeiros instantes da agressão, foram desferidas 24 pauladas e uma pedrada na vítima. Após os suspeitos se afastarem do local, a vítima esboçou uma reação, tentando se levantar. Dois indivíduos, ao perceberem que a vítima ainda se encontrava com vida, voltaram para o local e desferiram mais 20 pauladas, ocasionando a morte da vítima.

“Vinicius Santos Neves tinha família, era casado, trabalhava como soldador em uma empresa, porém, o vício nas drogas fez com que ele passasse a morar nas ruas e traficar pedras de crack para financiar o consumo próprio. Quando a vítima usava drogas, ela costumava ficar bastante agressiva e passava a ameaçar e agredir outros moradores de rua”, explicou o delegado Rodrigo Sandi Mori.

Ainda segundo o responsável pela investigação, antes do homicídio, a vítima teria insultado a namorada de um dos autores do crime e discutido com mais cinco indivíduos. Momento em que todos se juntaram e decidiram matar Vinícius Santos Neves.

“A polícia não resolve tudo sozinha. Estamos diante de uma vulnerabilidade social que vem se intensificando nos últimos anos, cabendo à Polícia Civil identificar e retirar de circulação os indivíduos que cometem esse tipo de crime. É dever do poder público efetuar ações e benefícios para a população, promovendo a saúde e o bem-estar dessas pessoas em situação de rua, evitando assim que esse tipo de crime aconteça”, acrescentou o delegado.

Os cinco detidos respondem por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima, sendo encaminhados para a unidade prisional, ficando à disposição da Justiça.

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