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Parque Moscoso recebe espetáculo “Pele” com a participação de atores cadeirantes

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Nos próximos dias 25 e 26 (sábado e domingo), a concha acústica do Parque Moscoso, localizado no Centro Histórico de Vitória, será palco do espetáculo teatral “Pele”, um trabalho que integra as linguagens sonora e visual, bem como a interação entre atores cadeirantes e andantes. Em ambos os dias, o espetáculo tem início marcado para às 20 horas.

Um ensaio geral, aberto ao público, também será realizado no local, no próximo sábado (25), às 20 horas.

A peça é resultado das atividades do Projeto “Cena Diversa” que promove uma série de oficinas artísticas e organiza apresentações de teatro com a participação de cegos, surdos e cadeirantes.

O espetáculo possui no elenco três atores cadeirantes interagindo com outros quatro atores andantes. Essa foi a oportunidade para Scarlet Lemes, de 28 anos, realizar o sonho de estar no palco. “É um momento de liberdade”, afirmou a atriz cadeirante.

Assim como os outros participantes recrutados para o projeto, Scarlet participou de oficinas teatrais e ensaios, ainda em 2019, quando estreou o espetáculo. “Em uma das cenas, eu ando pelo palco com a ajuda de um dos atores”, comenta ela sobre um dos momentos mais emocionantes da peça.

“Pele” recebe apoio da Prefeitura Municipal de Vitória, que cedeu o Parque Moscoso para realização do evento gratuito, de classificação indicativa livre.

Para participar, a organização do evento informa que os ingressos serão distribuídos no local com uma hora de antecedência, por ordem de chegada.

Turmas escolares

Os representantes de escolas que queiram levar turmas de alunos para assistir as apresentações do espetáculo “Pele” devem entrar em contato com a coordenação do projeto, pelo WhatsApp da Associação Sociedade Cultura e Arte (SOCA Brasil): (27) 99609-8181.

Projeto Cena Diversa

O Projeto “Cena Diversa” propõe que pessoas com deficiência física, visual e auditiva participem de uma série de oficinas que envolvem práticas de teatro, canto, radionovela, cinema e fotografia. As atividades são realizadas em Vitória e o objetivo do projeto é trabalhar diversas linguagens artísticas e integrá-las à estética teatral.

As oficinas são organizadas pela Associação Sociedade Cultura e Arte (SOCA Brasil), que é formada por artistas e pesquisadores das artes cênicas. Ao todo, são 256 horas de aprendizado em teatro, canto, radionovela, vídeo, cinema e fotografia.

Parcerias

Nesta nova edição, o projeto conta com o patrocínio da Wilson Sons e ES Gás, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura: Lei Rouanet.

O Projeto Cena Diversa é realizado em parceria com a Cia Poéticas da Cena Contemporânea, coletivo de artistas que originou a SOCA Brasil, propositora do projeto. As oficinas ofertadas aos participantes têm como base as práticas da Cia Poéticas, grupo formado por diretores de teatro e cinema, dramaturgos, videastas, fotógrafos, artistas visuais e, até mesmo, um compositor musical.

Serviço

Apresentação do espetáculo “Pele”

Onde: Concha Acústica do Parque Moscoso – Av. Cleto Nunes, s/n – Centro, Vitória.

Quando: 25 e 26 de junho | Ensaio geral: 25 de junho – sempre às 20 horas

Agendamento de escolas: por meio  do WhatsApp (27) 99609-8181

Entrada franca e classificação indicativa livre.

Redes Sociais:

Cena Diversa (Instagram): https://www.instagram.com/cenadiversa/

Canal Youtube: https://www.youtube.com/c/SOCAIAssocia%C3%A7%C3%A3oSociedadeCulturaeArte/featured

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Experimentos estimulam o interesse de alunos por fazer Ciência

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A partir da elaboração de hipóteses, da execução de experiências e do registro e da análise de resultados, estudantes do 5º ano conhecem o processo científico - Fotos: Divulgação

Qual substância que misturada com a água conduz melhor a eletricidade? Essas e outras hipóteses estão sendo levantadas, testadas e analisadas por alunos do 5º ano do Ensino Fundamental do Centro Educacional Leonardo da Vinci com a intenção de despertar neles o desejo por fazer Ciência.

De acordo com o coordenador do Ensino Fundamental I, Alexandre Zanotelli, a iniciativa, que está sendo chamada de Feira de Ciências, vai muito além de executar um experimento já descrito em livros ou na internet.

“Os alunos receberam uma lista com perguntas e escolheram com qual cada um iria trabalhar. A partir daí, eles elaboraram hipóteses para responder à questão escolhida e pensaram em que tipo de experimento deveriam fazer para testar as hipóteses, apontando os materiais necessários. Depois realizaram os testes e registraram os resultados. Nas próximas semanas, eles vão produzir gráficos, fazer comparações e analisar se as hipóteses foram comprovadas ou não”, explica Alexandre.

O objetivo, segundo o coordenador, é apresentar o passo a passo do processo científico, colocando, entretanto, o aluno como protagonista de todo o procedimento. “Queremos mostrar como a Ciência é feita, que ela não é um produto pronto e acabado, mas construído ao longo do tempo e alterado de acordo com as novas descobertas. O fato de algumas hipóteses serem confirmadas e outras não é intencional para mostrar que é uma construção”, esclarece o coordenador.

Para isso, Alexandre garante que o segredo é lançar mão de algo já natural nas crianças. “Exploramos a curiosidade delas e a levamos a um nível organizado e estruturado, que é o que embasa o processo científico”, finaliza Alexandre.

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