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Polícia

Pastores de Venda Nova são presos acusados de mandar matar ex-funcionário

Um casal de pastores foi preso nesta quinta-feira (4) acusado de contratar Wellington da Silva Gomes, de 34 anos, para matar o trabalhador rural Luciano Pessote, de 42 anos. O crime aconteceu no dia 7 de março do ano passado no distrito de Deserto, em Guarapari.  A polícia acredita que tudo tenha acontecido para que […]

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Um casal de pastores foi preso nesta quinta-feira (4) acusado de contratar Wellington da Silva Gomes, de 34 anos, para matar o trabalhador rural Luciano Pessote, de 42 anos. O crime aconteceu no dia 7 de março do ano passado no distrito de Deserto, em Guarapari.  A polícia acredita que tudo tenha acontecido para que os acusados conseguissem uma parte de um terreno que havia sido dividido entre eles. As informações são do Gazetaonline. 

Os pastores atuavam em Venda Nova do Imigrante, onde abriram a igreja Assembleia de Deus Ministério Semeando Fogo, onde foram presos. Wellington estava trabalhando em uma propriedade rural no distrito de Paraju quando foi detido pela polícia. A Polícia Civil agora tem 30 dias para concluir o inquérito. O casal e o acusado estão presos na CDP de Guarapari. 

Segundo informou à publicação o delegado Franco Malini, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa de Guarapari, a polícia investiga o caso desde o ano passado. Malini disse que os pastores, identificados como Ediana Luzia Frontini, de 46 anos, e o marido dela, Adriano Welten Faiolli, de 36 anos, tinham uma dívida trabalhista com a vítima e que havia um terreno em Guarapari que foi dividido e passado para Luciano como forma de quitar essa dívida.  

Na época, tanto o casal de pastores, quanto Luciano, a mulher e o filho dele, um bebê que hoje tem pouco mais de um ano, moravam no terreno. O delegado explica que Ediana e Adriano não queriam mais que Luciano tivesse a parte do terreno e começaram a dificultar a moradia, chegando a cortar água e luz da casa da vítima. 
“Luciano morava com a esposa e um filho de pouco mais de um mês quando foi morto. Inclusive, no dia em que o crime aconteceu, ele havia levado a criança para fazer o teste do pezinho. Não conseguimos comprovar o pagamento do serviço (assassinato), mas a ligação entre o crime e os pastores foi comprovado porque eles pagaram o advogado de Wellington, mesmo alegando não tendo vínculos com ele”, afirmou o delegado Franco Malini.

Vendo que Luciano não saía do local, os pastores contrataram Wellington e o fizeram se passar por trabalhador rural, que iria ajudar nos serviços. Depois de cerca de um mês no local, Wellington, como explica a polícia, armou uma tocaia para matar Luciano. 

A vítima estava em uma moto, voltando para casa, quando Wellington o encontrou no meio do caminho, e armado, atirou em Luciano e o espancou. À polícia, na época, o assassino chegou a dizer que agiu em legítima defesa e que Luciano estaria armado, mas tanto essa suposta arma, quanto a arma do crime nunca foram encontradas.
“Em pouco tempo na propriedade, cerca de um mês, ele (Wellington) chegou até a registrar um boletim de ocorrência contra Luciano na delegacia de Domingos Martins. Acreditamos que tenha sido para armar um campo e, como ele fez depois, alegar legítima defesa, mas no exame cadavérico ficou confirmado que a vítima foi espancada e também levou um tiro. Wellington disse que Luciano estava armado e que ele mesmo havia jogado a arma no mato, mas nós nunca encontramos arma nenhuma”, disse Malini.

Fonte: Gazetaonline

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Polícia

Cerca de 200 quilos de drogas são incinerados em Linhares

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Na última sexta-feira (24), foram incinerados mais de 200 quilos de drogas em Linhares. O procedimento foi acompanhado por policiais civis da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Linhares e por um membro da Vigilância Sanitária local.

O montante de drogas é resultado de apreensões feitas pela Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) e pela Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), nos municípios de Sooretama, Linhares e Rio Bananal, durante o ano de 2021 até junho deste ano. O procedimento foi realizado por autorização do Poder Judiciário, em uma empresa de beneficiamento de cana no município.

“Entre as drogas incineradas estão cocaína, crack e maconha, sendo essa última representando um pouco mais da metade dos entorpecentes”, informou o titular da Delegacia Especializada de Narcóticos de Linhares, delegado Tiago Cavalcanti.

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