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Política Nacional

Paulo Rocha pede prioridade para a aprovação do novo Fundeb

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Em pronunciamento nesta quarta-feira (29), o senador Paulo Rocha (PT-PA) pediu que os partidos priorizem a rápida aprovação pelo Senado da proposta de emenda à Constituição que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Já aprovado na Câmara, esse texto tramita no Senado como PEC 26/2020.

O parlamentar lembrou que o fundo atual foi antecedido pelo Fundef, criado no governo de Fernando Henrique Cardoso e que só financiava a educação fundamental. Ele ressaltou que o Fundeb foi criado no governo de Luiz Inácio Lula da Silva para financiar toda a educação básica, “pensando desde o início da educação da criança”.

— [O Fundeb] Cria as condições para melhorar o salário do professor. Por isso é que se conquistou o piso nacional dos professores, que obriga o poder público a pagar um salário digno para os nossos professores — afirmou.

Paulo Rocha disse que o Fundeb também criou as condições para se oferecer “uma boa alimentação aos alunos”, assim como para financiar o transporte escolar por meio do programa Caminho para a Escola. Ele ressaltou ainda que o fundo financia a recuperação física das escolas.

Para o senador, o Fundeb tem importância estratégica para oferecer uma educação pública de qualidade para as crianças e para os jovens brasileiros.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Política Nacional

Aras nega “fim da Lava Jato” e culpa delação de Tacla Durán

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Aras nega “fim da Lava Jato” e culpa delação de Tacla Durán


Em determinado momento da conversa que  Augusto Aras teve mais cedo, nesta quarta-feira (29), com senadores, o procurador-geral da República foi questionado sobre a estranha tentativa da PGR de repactuar um acordo de delação com o doleiro foragido Rodrigo Tacla Durán.


Parlamentares colocaram à mesa a avaliação de que esse movimento parece ter a intenção de desgastar Sergio Moro, tratado hoje como inimigo por Jair Bolsonaro.

O procurador, sem desenvolver muito a resposta, negou motivações políticas e disse acreditar que esse assunto é a raiz da interpretação de que estão querendo acabar com a Lava Jato — para Aras, tudo não passa de uma interpretação.

A reunião virtual, antecipada por O Antagonista, foi bastante reservada . O encontro ocorreu após as declarações de Aras contra a Lava Jato.

Os parlamentares estão evitando comentar sobre o que Aras disse exatamente a eles – o site apurou que os participantes da conversa combinaram de tratá-la com discrição.

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