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Polícia

PC e PM apreendem sete armas em um sítio em Guarapari  

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Após receberem denúncias anônimas proveniente do Disque-Denúncia, a Delegacia Especializada em Narcóticos (Denarc), em conjunto com a Polícia Militar, realizaram, nesse sábado (27), uma ação em um sítio no bairro Tartaruga, zona rural de Guarapari, com o objetivo de realizar levantamentos do tráfico de drogas local.

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão foram apreendidos dois revólveres calibre 38, 37 munições de mesmo calibre, duas pistolas de calibre 380, 77 munições do mesmo calibre, duas escopetas calibre 12, 23 munições de mesmo calibre, uma carabina calibre 38, dois simulacro de kit glock e de submetralhadora, além de algemas, soco inglês, diversas armas brancas e um jet loader.

“A polícia recebeu denúncias do 181, da realização de festas regradas a muito álcool e drogas, em uma propriedade rural de alto padrão, no município de Guarapari, e que nesse local havia várias armas de fogo e o proprietário ostentava essas armas nas redes sociais. Representamos por um mandado de busca e apreensão que foi cumprido hoje (27) onde localizamos as armas de fogo, simulacro, diversas armas brancas e drogas para consumo pessoal”, informou o titular do Denarc, delegado Guilherme Eugênio.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito estava com a licença para o porte de armas vencida. “Antes das diligencias, a PC entrou em contato com a Polícia Federal e verificou a irregularidade das armas e que o registro de porte estava vencido há mais de 10 anos. O procedimento será encaminhado à Polícia Federal para que seja reavaliado o registro de porte que ele possuía”, disse.

O suspeito, de 54 anos, foi encaminhado para Delegacia Regional de Guarapari para prestar esclarecimentos e foi liberado para responder, inicialmente, em liberdade.

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Polícia

Polícia Militar Ambiental apreende redes de pesca irregulares em São Mateus

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Nesta sexta-feira (03), policiais militares da Terceira Companhia do Batalhão de Polícia Militar Ambiental realizaram mais uma etapa da Operação Força e Presença, ao longo dos rios Cricaré e Mariricú, em São Mateus, com o intuito de coibir e combater a pesca predatória. 

Durante a fiscalização, os policiais ambientais flagraram 350 metros lineares de diversas redes de pesca lançadas no rio e, algumas delas se encontravam em total desacordo com as normas ambientais vigentes, pois havia redes lançadas no encontro do rio Mariricú com o rio Cricaré (zona de confluência) e outras ocupavam aproximadamente 90% da largura do ambiente aquático, caracterizando o crime ambiental. Neste caso os proprietários das redes não foram localizados, sendo apenas o material apreendido e encaminhado à delegacia regional de São Mateus. 

A partir do mês de maio, a Polícia Ambiental intensificou as Operações Força e Presença embarcadas nos principais rios navegáveis, cachoeiras e outros cursos hídricos existentes na região norte do Espírito Santo, principalmente para resguardar o período do defeso do robalo, encerrado no dia 30 de junho. Durante as ações, são realizadas abordagens às embarcações encontradas, assim com é realizada a orientação dos cidadãos quanto à legislação e sobre a importância de se conservar os recursos existentes naquele ecossistema.

Segundo o comandante da Terceira Companhia Ambiental, capitão Fabrício Pereira Rocha, a operação teve foco nos procedimentos e métodos de pesca, principalmente, com relação aos equipamentos utilizados pelos pescadores, tais como redes e tarrafas. “Toda a atividade que envolve os recursos naturais, como a pesca, possui uma legislação regulamentadora, que deve ser observada pelos seus praticantes para que estes não incorram em crimes ambientais”, destacou o oficial.

O capitão Fabrício orientou que, apesar de não estar em vigor o período proibitivo para a maioria dos peixes, os pescadores devem ficar atentos às normas que regulamentam a atividade pesqueira na região, principalmente quanto aos locais onde é permitido lançar redes, assim como o tamanho da “malha” e, principalmente, o tamanho do pescado, para que o pescador não incorra em crime ambiental, pois, a não observância destes aspectos pode acarretar a apreensão do material e até detenção de um a três anos e multa ao infrator.

Informações à Imprensa:

Diretoria de Comunicação Social PMES:
CORONEL DALTRO ANTONIO FERRARI JUNIOR
Tel. (27) – 3636-8717 / 3636-8718
E-mail: [email protected]

Subseção de Jornalismo PMES:
1º TENENTE ANTHONY MORAES COSTA
Tels. (27) 99625-1106 / 98823-8857
E-mail: [email protected]

Fonte: PM ES

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