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Política

Pelo Whastapp, líder caminhoneiro fala em “fechar Congresso, rodear e sitiar aquele povo ali dentro”

A coluna de Fábio Zanini, na edição desta quinta-feira (23) da Folha de S.Paulo, revela que em áudio repassado a 55 grupos de caminhoneiros – em um total de 6.550 pessoas -, o líder caminhoneiro José Raymundo Miranda, representante da Associação Nacional de Transporte do Brasil (ANTB) em Minas Gerais, fala em fazer um cerco […]

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A coluna de Fábio Zanini, na edição desta quinta-feira (23) da Folha de S.Paulo, revela que em áudio repassado a 55 grupos de caminhoneiros – em um total de 6.550 pessoas -, o líder caminhoneiro José Raymundo Miranda, representante da Associação Nacional de Transporte do Brasil (ANTB) em Minas Gerais, fala em fazer um cerco ao Congresso com os “cavalinhos”, como são chamadas as cabines dos veículos sem a caçamba, em ato em defesa de Jair Bolsonaro (PSL), marcado para o domingo (26).

“O ideal é todos os caminhoneiros partirem para Brasília, fazerem um cerco. Quero ver se eles conseguem guinchar um monte de carro desses. Fechar aquele Congresso, rodear e sitiar aquele povo ali dentro”, afirma Miranda no áudio.

O caminhoneiro classifica o movimento como uma “gangue”. “Estamos aí com uma gangue, o câncer do Brasil chamado Congresso Nacional, engessando, impedindo o presidente de trabalhar”, disse, em outro áudio.

Confrontado com as mensagens, ele baixou o tom e disse que o cerco ao Congresso estava descartado. “Vamos ter tumulto do Oiapoque ao Chuí”, minimizou.

Outro líder caminhoneiro, Ramiro Cruz, de São Paulo, deu um ultimato ao Congresso, em mensagem distribuída a colegas de profissão.

“Se daqui a 45 dias essa reforma da Previdência e esse pacote anticrime do juiz Sergio Moro não forem aprovados pelas duas Casa legislativas, se não deixarem o capitão implantar os projetos de tirar o país dessa lama, dessa desgraça, dessa crise, o segundo semestre não começa no Brasil”, diz Cruz, que foi candidato a deputado federal pelo PSL.

Segundo reportagem da própria Folha esta terça-feira (21), no entanto, o movimento estaria dividido.

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Política

STF determina prisão domiciliar para Roberto Jefferson

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou, na noite de hoje (24), que Roberto Jefferson passe a cumprir prisão domiciliar. O político estava preso no Rio de Janeiro desde agosto.

A defesa de Jefferson, que ocupava a presidência do PTB, alegou problemas de saúde e risco de morte. O ex-deputado teve um quadro de infecção respiratória semelhante à covid-19 na semana passada. Essa não foi a primeira vez que o político teve complicações de saúde e foi levado, temporariamente, para exames fora do presídio.

No despacho que determina a transição da prisão para regime domiciliar, Alexandre de Moraes citou trechos do Código de Processo Penal, que prevê o benefício para pessoas “extremamente debilitadas por motivo de doença grave.”

Roberto Jefferson, no entanto, deverá usar tornozeleira eletrônica e não poderá receber visitas pessoais, apenas acompanhamento médico.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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